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07 Novembro 2009 comentários
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ESTADOS UNIDOS DA EUROPA

01 Novembro 2009 comentários
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UNIÃO EUROPEIA

O destino da Europa só pode ser o mesmo dos EUA: uma federação democrática

Os Estados europeus encontraram na União Europeia o substituto para os seus antigos impérios. São hoje um "império" ainda à procura de destino num mundo em que o Estado soberano está em perda de protagonismo. Por Teresa de Sousa

Para um ouvido leigo, falar de impérios, sobretudo do império europeu, não soa a normalidade. A história da Europa encarregou-se de fazer com que os europeus se dêem mal com a palavra. A obra de Josep Colomer, académico catalão da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona, reintroduz o conceito - historicamente tão válido como o de Estado ou de cidade - como instrumento de análise útil para a compreensão da realidade actual. Compara os processos "imperiais" de constituição dos EUA e da União Europeia para chegar à conclusão de que dificilmente a Europa evitará o seu destino de federação democrática. O mesmo dos Estados Unidos.

Colomer veio a Lisboa para proferir a "Palestra A. Sedas Nunes" no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O livro que inspirou esta entrevista data de 2007: Great Empires, Small Nations - the uncertain future of the sovereign state.

A ideia de império, de que fala nas suas obras, é uma ideia negativa. Por que é que teve necessidade de recuperar este conceito para a análise política?

O império é apenas uma das formas políticas históricas que se podem distinguir: cidade, Estado, império. Nos últimos 300 anos, o Estado foi a forma dominante, mas creio que hoje os Estados soberanos, sobretudo na Europa, já não são, em muitos aspectos, realmente soberanos e creio que a forma de império pode ajudar a entender algumas realidades políticas actuais. Se olhar para a realidade do ponto de vista histórico, os grandes Estados - incluindo Portugal, Espanha, Grã-Bretanha, França - desenvolveram-se como Estados porque tiveram impérios coloniais.

Mas não é o mesmo conceito de império que agora introduz nos seus livros.

Não. Não é o mesmo, quando se compara com o império romano-germânico, o império romano, o austro-húngaro. Mas quando os impérios coloniais europeus desapareceram também acabou o período de grandes guerras entre Estados na Europa, em parte devidas à rivalidade colonial. Esses impérios coloniais foram substituídos por um acordo de cooperação económica e militar entre os Estados europeus que é hoje a União Europeia. Uma coisa substitui outra. É um acordo entre as antigas potências coloniais que necessitam de um âmbito territorial muito mais amplo que o dos Estados e que tiveram de deixar de tê-lo nas colónias.

E que o senhor diz que é um império, mesmo que de outro tipo...

É um império no sentido em que também o foram os Estados Unidos no seu início e muitas outras experiências históricas semelhantes - no sentido de que não é um Estado. A UE não é nem será um Estado nacional soberano. Mas também não é apenas uma organização internacional como a ONU ou a OCDE. É mais do que isso. Eu digo que é um império no sentido em que os limites territoriais não estão pré-determinados, em que não há fronteiras fixas e não sabemos ainda qual é o seu limite, e em que existe uma grande descentralização interna e uma grande variedade de níveis institucionais distintos, unidos no seu topo por instituições ainda relativamente débeis mas que tomam decisões vinculativas para todos os membros...

O que está a dizer é que, nesse conceito de império que define, os EUA não são hoje um império mas que foram um império até chegarem à sua forma actual?

Passaram 120 anos desde que as 13 colónias se tornaram independentes em finais do século XVIII até que se estabeleceram os limites dos EUA actuais e se consolidaram as instituições centrais. Levou esse tempo todo a construir a federação democrática dos EUA. Na Europa, apenas levamos cerca de 50 anos de construção europeia e ainda não terminámos. Comparo as duas experiências no sentido de que uma estrutura de tipo imperial pode acabar convertendo-se numa federação democrática mais estável.

Os EUA são um império acabado que se converte numa federação democrática.

Escreveu, precisamente, um ensaio comparando os dois caminhos de unificação da UE e dos EUA. Mas há uma diferença básica: a Europa nasceu da longa história das guerras entre os Estados e tem na sua origem a negação da ideia de nacionalismo. Os EUA nascem da ideia da liberdade religiosa. Essa diferença de génese não pode fazer toda a diferença quanto ao destino final?

A constituição dos EUA também começou como um projecto e levou mais de 100 anos até tornar-se numa realidade com instituições estáveis.

Nos EUA não havia a História.

Apesar disso, tiveram uma guerra civil tremenda 70 ou 80 anos depois da independência, comparável à II Guerra em termos de mortandade e de destruição. Na Europa até estamos a ser mais rápidos comparativamente, apesar do lastro histórico que os países trazem consigo. O ponto de partida pode ser diferente dos EUA, mas resulta da grande destruição da II Guerra. Que esteve a ponto de destruir os Estados europeus.

A Europa, com a adopção do Tratado de Lisboa, acaba de dizer que não quer ir no sentido dos EUA. É só uma paragem?

Até agora todos os avanços da integração resultaram de um alargamento. Quando estamos a chegar próximo do limite desse alargamento, os avanços só podem fazer-se com mais integração interna. Depois da expansão territorial, vem maior integração interna. Creio que não nos vamos ficar pelo Tratado de Lisboa.

Insiste na importância de definir as fronteiras. É um dos temas centrais do debate europeu. Há os que defendem a continuação do alargamento, incluindo à Turquia, para a Europa ganhar dimensão geopolítica mundial e há quem diga que é preciso estabelecer limites para poder consolidar-se politicamente. Os EUA também iniciaram a sua expansão sem limites prévios e, num certo momento, chegaram à conclusão de que já não podiam assimilar mais. Havia, na altura, muita gente que defendia que o México deveria ser integralmente assimilado - acabou por ser mais de metade. Outros defendiam que a integração deveria ir até às Caraíbas, incluindo Cuba, o que provocou a guerra com Espanha no final século XIX. Porto Rico, que está muito mais longe dos EUA, acabou associado e Cuba não.

Creio que os Balcãs são as Caraíbas da Europa. Se não forem integrados, serão uma fonte de conflito permanente. Para mim, a Turquia é o México - não se pode integrar, é demasiado grande e demasiado diferente. Em contrapartida, penso que a Turquia, com todos os seus avanços de democratização e de liberalização, podia ser uma referência para o Médio Oriente e teria um papel muito mais construtivo do que aspirar à UE, que creio que seria muito perturbador.

A definição das fronteiras é também uma condição para uma política externa comum que, entre outras coisas, pode conseguir estabilizar as relações com a Rússia ou com o Médio Oriente.

Precisamente, a região que separa a UE da Rússia parece ser um problema muito complicado de relação entre impérios.

Sim. Ucrânia, Geórgia, Moldávia são países internamente divididos. As revoluções democráticas recentes mostraram que há uma parte desses países que é pró-europeia e outra que é pró-russa. Essa é a questão da fronteira, no sentido americano de frontier e não de border.

O Wild West é o Wild East?

Exactamente. É o Wild East, "the frontier but not yet the border". São linhas de conflito que são, de facto, problemas. Mas essas linhas de conflito, nos Balcãs, na Turquia, na Ucrânia, são muito menos conflituosas do que as linhas de conflito que existiram entre a França, a Inglaterra, a Alemanha.

O que diz também é que a Europa, para manter a sua lógica interna, só pode ter como destino uma federação democrática?

Ou isso ou creio que acabará por ter menos relevância no mundo, que acabará por estar nas mãos dos Estados Unidos, China, Rússia e das grandes unidades que têm muito mais capacidade de coordenação a nível global.

No seu livro, argumenta que estas grandes unidades territoriais - EUA, UE, China, Rússia, Índia... - podem ter um papel estabilizador da ordem internacional. Está a falar da ideia de integração regional a partir de um grande país?

Desde o século XVII que a construção de Estados soberanos comportou guerras cada vez mais frequentes e cada vez mais mortais entre eles. Basta olhar para a Europa. Sobretudo entre a França e a Alemanha, mas também as guerras de sucessão da Espanha, da Áustria, as guerras napoleónicas, as guerras franco-prussianas, e depois a I e a II guerras mundiais.

Entre Estados ou entre impérios?

Entre Estados. Cada um tinha as suas fronteiras, rivalidades, desejo de expansão e conflitos coloniais. A época dos Estados foi uma época de guerras. Na Europa só há paz e democracia estável desde há cerca de 60 anos, quando os Estados cederam poderes a uma união mais ampla.

Na Europa isso é claro. Mas pode ser transposto para outras realidades mundiais?

Se o mundo estiver organizado em 10 impérios, mais do que em quase 200 Estados soberanos, as linhas de fronteira são menores e os conflitos potenciais também podem ser menores. A paz perpétua seria, como diz Kant, um governo mundial, uma grande federação de povos livres. Isso ainda não está no horizonte das nossas vidas. Mas a simplificação em grandes unidades internamente descentralizadas pode reduzir as linhas de conflito em comparação com as guerras permanentes entre Estados que vivemos nos séculos anteriores.

E como é que isso se articula à escala mundial?

Algumas organizações internacionais apontam nessa direcção. As Nações Unidas têm um Conselho de Segurança com cinco membros permanentes, que são basicamente os antigos impérios. Mas isso já foi substituído pelo G8 ou G9 ou G10 e, agora, o G20. Considera-se que é suficientemente representativo da população e da economia mundial para actuar como uma espécie de governo provisório em formação deste mundo que já não é feito de 200 Estados mas de organizações muito maiores.

in http://jornal.publico.clix.pt/noticia/01-11-2009/o-destino-da-europa-so-pode-ser-o-mesmo-dos-eua-uma-federacao-democratica-18125866.htm
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SARAMAGO E A INQUISIÇÃO

29 Outubro 2009 comentários
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DESTAK |29 | 10 | 2009 08.30H
João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

José Saramago volta a atacar grosseiramente a fé cristã. Se alguém lesse os livros dele como ele lê a Bíblia também não perceberia nada. Isto não é propriamente novidade, pois há muito se mostra perturbado pelo tema.
O escritor tem todo o direito às suas convicções. Graças aos 87 anos e prémio Nobel, também parece ter o direito de atacar as dos outros. Está isento dos requisitos de respeito e tolerância exigidos aos cidadãos civilizados. Aliás, segundo alguns, os católicos até deviam ficar agradecidos por serem insultados por tão supina entidade.
A reacção dele é: «O que me vale é que já não há fogueiras em São Domingos» (Expresso, 24/Outubro). E a nós, o que nos vale é que aqui não haja gulagues da URSS, purgas soviéticas, massacres estalinistas, maoistas e afins. Saramago teme acontecimentos com vários séculos, aberrantes na história da Igreja, repudiados pela generalidade dos cristãos e sempre empolados e recordados pelos ateus. Nós lembramos perseguições que só foram interrompidas na Europa há poucos anos e ainda perduram nos países comunistas; que fazem parte da estratégia própria da ditadura do proletariado e destruíram muitíssimo mais gente que os esparsos e morosos processos da Inquisição.
É bom lembrar ao grande autor que o agressor é ele. Insulta, é aclamado e depois ainda se queixa. Vivemos num mundo onde, no tema da religião, são os que atacam que acabam protegidos e beneficiados. Resta a consolação de, ao menos no longo prazo, estas atoardas acabarem por classificar quem as faz e não aquilo que atacam.


in http://o-povo.blogspot.com/2009/10/inquisicao.html
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CASO NADAGATE!... V

24 Outubro 2009 comentários
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DESTAK |22 | 10 | 2009 08.37H

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

O assunto das supostas escutas em Belém é um dos mais sérios casos da política portuguesa. Envolveu figuras cimeiras do Estado em acusações graves, justificou uma comunicação ao País do visivelmente irritado Presidente da República, motivou centenas de análises e críticas.

Ou, pelo contrário, será que o assunto nunca existiu? Não passou de uma tentativa de embaraçar o Governo ou envolver o Presidente na campanha, uma maquinação mediática sem substância para afectar eleições, com grave violação da deontologia jornalística?
Em qualquer caso o assunto é muito importante e exige investigação das autoridades. Como se entende então que tenha pura e simplesmente desaparecido? Acabadas as legislativas e falado o Presidente, tudo se esfumou, ficando apenas vagos debates deontológicos e críticas pedantes ao tom e forma da declaração presidencial. A substância evaporou-se, seja ela a suposta espionagem governativa, a suposta distorção da figura presidencial ou a suposta maquinação jornalística. O caso é já arqueologia oratória.

A súbita desaparição suporta a tese da manipulação com fins eleitorais. Afinal não havia mesmo base objectiva e pelo menos um dos dois principais diários nacionais abusou gravemente da sua função. Como a imprensa é omnipotente, ninguém vai investigar, acusar ou condenar os culpados. Tudo ficará igual, esperando pelo próximo caso para se voltar, por momentos, a pôr cara séria e ensaiar o arsenal analítico, de novo sem consequências. Chama-se a isto espírito democrático e informação responsável.

Afixada por papinto às Quinta-feira, Outubro 22, 2009
http://o-povo.blogspot.com/2009/10/escutas.html
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PARE, ESCUTE, OLHE

17 Outubro 2009 comentários
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Caros amigos,

É com prazer que o MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua o vem convidar a assistir à passagem do filme “Pare, Escute, Olhe”, no âmbito do VII Festival Internacional de Cinema Doclisboa.

Este filme, com realização de Jorge Pelicano e produção de Rosa Silva, é uma obra que retrata de forma fiel o abandono a que a região de Trás-os-Montes e Alto Douro tem sido votada. Tem como pedra de toque a Linha do Tua e todas as promessas vãs, traições e oportunismos políticos a si relacionadas, desde o final da década de 1980 até aos dias de hoje, onde se encontra ameaçada pela intenção de construção de uma barragem que não reúne nenhum ponto positivo a seu favor.

Na aproximação da estreia deste documentário de valor inestimável, e no rescaldo das eleições legislativas e autárquicas, o MCLT vem por este meio reforçar a sua convicção numa Linha do Tua renovada e numa região revigorada a partir desta, onde a barragem do Tua é uma ofensa total à própria identidade do país.

O autoritarismo do Governo de José Sócrates terminou, e as suas tentativas de formar uma coligação no seio da Assembleia da República (AR) foram infrutíferas. No plano regional, o PS saiu do distrito de Bragança com uma categórica derrota, ao passar de 2 para apenas 1 deputado eleito na AR, no decurso das vergonhosas declarações do deputado Mota Andrade e do ex-deputado Luís Vaz sobre a Linha do Tua. A mesma posição de seguidismo e obediência à cúpula do partido foi assumida nesta matéria pela derrotada candidata socialista à Câmara Municipal de Mirandela; para este partido, o Vale e a Linha do Tua devem morrer, custe o que custar, doa a quem doer.

Relembramos que em Julho passado, a Petição pela Linha do Tua VIVA recebeu, em plenário na AR, o apoio total de todos os Partidos da Oposição. É pois chegada a hora do MCLT convidar todos estes Partidos a suportarem, a partir desta Petição, assinada não só por cidadãos nacionais mas também internacionais, uma acção enérgica com uma proposta que expresse de forma clara que não é a vontade do país destruir o Vale e a Linha do Tua sob argumentos falsos de índole energética. É também uma oportunidade para o maior Partido da Oposição se redimir dos erros do passado, quando sob a alçada do governo de Cavaco Silva o comboio em Trás-os-Montes foi quase exterminado até às últimas consequências.

Deixamos-lhe desta forma as seguintes hiperligações onde poderá ter uma melhor antevisão desta obra cinematográfica sobre uma história de abandono e oportunismo político, sintomática das causas de desertificação do Interior de Portugal:

  1. http://www.pareescuteolhe.com/ - Site oficial do filme, com trailer disponível;
  2. http://pareescuteolhedoc.blogspot.com/ - Blogue oficial do filme;
  3. http://savetua.blogspot.com/ - Blogue não oficial do filme;
  4. http://www.doclisboa.org/filmesAaZ/filmes/filmeP04.php - Página do filme no site oficial do Doclisboa


O filme estará em exibição nas seguintes datas:

  1. 18 de Outubro – Cinema Londres, 23H00
  2. 19 de Outubro – Culturgest, 18H30
  3. 22 de Outubro – Cine Eco 2009, Seia, 22H00


O MCLT aproveita ainda para agradecer o enorme contributo e enaltecer o espírito de sacrifício de Jorge Pelicano e Rosa Silva, que tornaram possível este filme, que será seguramente um duro despertar de consciências num país que se desconhece a si próprio. Para ambos, um grande bem-haja!


MCLT, 17 de Outubro de 2009


Imagens de http://www.pareescuteolhe.com/











Clicar nas imagens para ampliar

O Barco Rabelo assina por baixo
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DIVERSIFICANDO COM HUMOR

16 Outubro 2009 comentários
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HITLER REAGE À REPORTAGEM DE MAITÊ PROENÇA EM PORTUGAL




Por motivos óbvios, todos comentários xenófobos, racistas ou ofensivos serão apagados.
Obrigada pela compreensão.

in http://hype-e-ranho.blogspot.com/2009/10/hitler-reage-reportagem-de-maite.html
in http://foreverpemba.blogspot.com/2009/10/hitler-reage-reportagem-de-maite.html


videomakersp disse...


Sou brasileiro e moro no Brasil. Quero parabenizar os portugueses que elaboraram esse video. Além de hilário dá uma resposta a altura a esta senhora que não representa o que o povo brasileiro pensa e sente pelos portugueses. Abaixo e xenofobia, ignorancia e intolerância dos dois lados do Atlântico!
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PURA ORDINARICE, AMIGA MAITÊ PROENÇA

14 Outubro 2009 comentários
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VEJAM o vídeo e, por favor, divulguem:




Este vídeo foi para o ar no programa Saia Justa. A actriz (?) e escritora (?) Maitê Proença estava em Portugal por causa de uma peça teatral e aproveitou o seu momento de horas vagas (?) para fazer algumas imagens para o quadro do semanal do canal GNT. A pergunta é: como isso foi para o ar? O tema? Aquele mesmo assunto pobre de sempre: gozar com os portugueses. Como isso ainda não basta, ela terminou o vídeo cuspindo. A pergunta é novamente: para quê? Será um laboratório para ela ser “o próximo chafariz” da nova novela da TV Record?

Todo o vídeo é uma ofensa a Portugal e aos portugueses. Começa por ir a Sintra para mostrar uma porta de uma casa aparentemente comum com o 3 virado para a direita e, sem perceber o significado esotérico, zoa com os portugueses, pois diz que aquilo demonstra que está em Portugal - os caras nem sabem colocar direito um algarismo numa porta! Só vai a Sintra, que tem imensos monumentos, castelos e palácios, para gozar com aquilo.
Depois goza com o Tejo ser, para os portugueses, o mar, quando na realidade ela está junto ao Estuário do Tejo, onde o rio desagua no mar e ambos se confundem. Fala também no Salazar, de que ela não sabe nada, imaginando que, por ter sido um ditador, foi igual a Hitler ou a Mussolini. Goza com o túmulo de Camões, com o estilo arquitectónico manuelino, enfatizando o Manuel, nome injuriado no Brasil nas piadas de português e fala também no episódio no Hotel com o seu PC, quando o Hotel tem áreas de Internet e se tinha problemas com o seu Computador pessoal, deveria usar o equipamento disponível no Hotel para os clientes. O Hotel não tem obrigação de reparar os equipamentos pessoais dos clientes, sejam PC's ou carros ou máquinas de barbear ou sei lá o quê.
Eu acho que ela vai ter muita vergonha quando souber das reacções dos portugueses ao vídeo e vai pensar duas vezes antes de voltar a falar do país e dos seus habitantes. Infame, só revelou ignorância e rancor, talvez dor de cotovelo.

Quem deveria ter acesso a este vídeo eram os milhares de portugueses que gastaram muitos euros para assistir às suas peças de teatro em Portugal. O que lhe vale é que o povo português é o mais simpático e sereno do mundo.

Enfim... vejam o vídeo e, por favor, divulguem:

http://www.youtube.com/watch?v=1GCAnuZD7bk

Essa mulherzinha quando voltar a Portugal para, cinicamente, dizer maravilhas muito simpáticas, terá explicações a dar...é favor fazer circular para que bem conste...

Mail em circulação na net
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MOVIMENTO PERPÉTUO ASSOCIATIVO

07 Outubro 2009 comentários
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PARA NÃO HAVER SOBREPOSIÇÃO DE SONS, O ESTIMADO LEITOR DEVE DESLIGAR O SOM DO PLAYER RPRA - Rádio "Pelo Rio Abaixo!..." SITUADO NA BARRA LATERAL DIREITA.

Destinatário: Assembleia da República

Petição para um Novo Hino Nacional: "Movimento Perpétuo Associativo" dos Deolinda

Porque o tempo dos "heróis do mar" já lá vai há muito...

Porque não somos actualmente nem "nobre povo", nem "nação valente"...

Porque, como tal, não faz sentido mantermos um hino que reflecte um nacionalismo tacanho e bélico (Às armas, às armas, pela pátria lutar, contra os canhões marchar marchar" (???)) e que está completamente desactualizado e desfocado da realidade do país...

Porque nesta nação reina o conformismo, a apatia e o desinteresse generalizado por aquilo que nos rodeia...

Porque é preciso um "murro no estômago" para acordarmos do estado de latência a que chegámos...

Porque qualquer nação que queira evoluir tem de ter uma noção clara e consciente dos seus males e dos seus vícios mais negativos;

Porque não é possível continuarmos a assobiar para o lado, a fingir que está tudo bem, a acenar a bandeirinha e o cravo nas horas certas, enquanto no dia-a-dia nada fazemos para que as coisas melhorem...

Porque qualquer demonstração de idealismo e convicção forte é considerado, desde logo, uma utopia, um defeito, um fracasso...

Porque, em consequência disso, quem melhor se safa são cada vez mais os mediocres, os oportunistas, os "lambe-botas"...

Porque se exige uma reflexão séria sobre o futuro do país...

Porque é urgente que ocorra uma mudança de mentalidades no nosso país, capaz de gerar um maior dinamismo, um maior espírito crítico, uma maior irreverência...

Porque precisamos de um hino que esteja realmente de acordo com a actualidade nacional, que melhor retrate o país...

Por tudo isto, os subscritores desta petição vêm, por este meio, propor o tema "Movimento Perpétuo Associativo" dos Deolinda como novo hino nacional.


Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vais parar!

(resposta:)
Agora não, que é hora do almoço...
Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar...

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

(resposta:)
Agora não, que me dói a barriga...
Agora não, dizem que vai chover...
Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, é esta a direcção!

(resposta:)
Agora não, que falta um impresso...
Agora não, que o meu pai não quer...
Agora não, que há engarrafamentos...
Vão sem mim, que eu vou lá ter... (x13)

Os Peticionários

in http://www.peticao.com.pt/hino-deolinda
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JUIZ RUI TEIXEIRA

02 Outubro 2009 comentários
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TERÇA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 2009

Juiz Rui Teixeira

Estive uns tempos sem ter acesso a este meu Blog, A Uma só Voz. Desde domingo que consegui reaver a minha conta.

(...vamos lá a ver senão não fico outra vez sem acesso ...)








O Juiz Rui Teixeira, que teve a coragem de agir no Caso Casa Pia, vê a sua carreira em risco, ao ser-lhe negado a avalição que é feita de 4 em 4 anos, não é avaliado desde 2001.

Anteriormente a este Juiz, nada foi feito, os processos de suspeitas de abusos sexuais nesta instituição do Estado foram simplesmente arquivados...

O Juiz Rui Teixeira, conforme os depoimentos das vítimas deu ordem para prender algumas das figuras públicas que as vítimas de abusos sexuais na Casa Pia nomearam.

Na altura recebeu ameaças, foi afastado do caso e agora é-lhe negada as avaliações profissonais na sua carreira.






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CASO NADAGATE!... IV

29 Setembro 2009 comentários
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Declaração do Presidente da República
Palácio de Belém, 29 de Setembro de 2009
partilhar video #31755

1. Durante a campanha eleitoral foram produzidas dezenas de declarações e notícias sobre escutas, ligando-as ao nome do Presidente da República e, no entanto, não existe em nenhuma declaração ou escrito do Presidente qualquer referência a escutas ou a algo com significado semelhante.

Desafio qualquer um a verificar o que acabo de dizer.

E tudo isto sendo sabido que a Presidência da República é um órgão unipessoal e que só o Presidente da República fala em nome dele ou então os seus chefes da Casa Civil ou da Casa Militar.


2. Porquê toda aquela manipulação?

Transmito-vos, a título excepcional, porque as circunstâncias o exigem, a minha interpretação dos factos.

Outros poderão pensar de forma diferente. Mas os portugueses têm o direito de saber o que pensou e continua a pensar o Presidente da República.

Durante o mês de Agosto, na minha casa no Algarve, quando dedicava boa parte do meu tempo à análise dos diplomas que tinha levado comigo para efeitos de promulgação, fui surpreendido com declarações de destacadas personalidades do partido do Governo exigindo ao Presidente da República que interrompesse as férias e viesse falar sobre a participação de membros da sua casa civil na elaboração do programa do PSD (o que, de acordo com a informação que me foi prestada, era mentira).

E não tenho conhecimento de que no tempo dos presidentes que me antecederam no cargo, os membros das respectivas casas civis tenham sido limitados na sua liberdade cívica, incluindo contactos com os partidos a que pertenciam.

Considerei graves aquelas declarações, um tipo de ultimato dirigido ao Presidente da República.


3. A leitura pessoal que fiz dessas declarações foi a seguinte (normalmente não revelo a leitura pessoal que faço de declarações de políticos, mas, nas presentes circunstâncias, sou forçado a abrir uma excepção).

Pretendia-se, quanto a mim, alcançar dois objectivos com aquelas declarações:

Primeiro: Puxar o Presidente para a luta político-partidária, encostando-o ao PSD, apesar de todos saberem que eu, pela minha maneira de ser, sou particularmente rigoroso na isenção em relação a todas as forças partidárias.

Segundo: Desviar as atenções do debate eleitoral das questões que realmente preocupavam os cidadãos.

Foi esta a minha leitura e, nesse sentido, produzi uma declaração durante uma visita à aldeia de Querença, no concelho de Loulé, no dia 28 de Agosto.


4. Muito do que depois foi dito ou escrito envolvendo o meu nome interpretei-o como visando consolidar aqueles dois objectivos.

Incluindo as interrogações que qualquer cidadão pode fazer sobre como é que aqueles políticos sabiam dos passos dados por membros da Casa Civil da Presidência da República.

Incluindo mesmo as interrogações atribuídas a um membro da minha Casa Civil, de que não tive conhecimento prévio e que tenho algumas dúvidas quanto aos termos exactos em que possam ter sido produzidas.

Mas onde está o crime de alguém, a título pessoal, se interrogar sobre a razão das declarações políticas de outrem?

Repito, para mim, pessoalmente, tudo não passava de tentativas de consolidar os dois objectivos já referidos: colar o Presidente ao PSD e desviar as atenções.


5. E a mesma leitura fiz da publicação num jornal diário de um e-mail, velho de 17 meses, trocado entre jornalistas de um outro diário, sobre um assessor do gabinete do Primeiro-Ministro que esteve presente durante a visita que efectuei à Madeira, em Abril de 2008.

Desconhecia totalmente a existência e o conteúdo do referido e-mail e, pessoalmente, tenho sérias dúvidas quanto à veracidade das afirmações nele contidas.

Não conheço o assessor do Primeiro-Ministro nele referido, não sei com quem falou, não sei o que viu ou ouviu durante a minha visita à Madeira e se disso fez ou não relatos a alguém.

Sobre mim próprio teria pouco a relatar que não fosse de todos conhecido. E por isso não atribuí qualquer importância à sua presença quando soube que tinha acompanhado a minha visita à Madeira.


6. A primeira interrogação que fiz a mim próprio quando tive conhecimento da publicação do e-mail foi a seguinte: “porque é que é publicado agora, a uma semana do acto eleitoral, quando já passaram 17 meses”?

Liguei imediatamente a publicação do e-mail aos objectivos visados pelas declarações produzidas em meados de Agosto.

E, pessoalmente, confesso que não consigo ver bem onde está o crime de um cidadão, mesmo que seja membro do staff da casa civil do Presidente, ter sentimentos de desconfiança ou de outra natureza em relação a atitudes de outras pessoas.


7. Mas o e-mail publicado deixava a dúvida na opinião pública sobre se teria sido violada uma regra básica que vigora na Presidência da República: ninguém está autorizado a falar em nome do Presidente da República, a não ser os seus chefes da Casa Civil e da Casa Militar. E embora me tenha sido garantido que tal não aconteceu, eu não podia deixar que a dúvida permanecesse.

Foi por isso, e só por isso, que procedi a alterações na minha Casa Civil.


8. A segunda interrogação que a publicação do referido e-mail me suscitou foi a seguinte: “será possível alguém do exterior entrar no meu computador e conhecer os meus e-mails? Estará a informação confidencial contida nos computadores da Presidência da República suficientemente protegida?”

Foi para esclarecer esta questão que hoje ouvi várias entidades com responsabilidades na área da segurança. Fiquei a saber que existem vulnerabilidades e pedi que se estudasse a forma de as reduzir.


9. Um Presidente da República tem, às vezes, que enfrentar problemas bem difíceis, assistir a graves manipulações, mas tem que ser capaz de resistir, em nome do que considera ser o superior interesse nacional. Mesmo que isso lhe possa causar custos pessoais. Para mim Portugal está primeiro.

O Presidente da República não cede a pressões nem se deixa condicionar, seja por quem for.

Foi por isso que entendi dever manter-me em silêncio durante a campanha eleitoral.

Agora, passada a disputa eleitoral, e porque considero que foram ultrapassados os limites do tolerável e da decência, espero que os portugueses compreendam que fui forçado a fazer algo que não costumo fazer: partilhar convosco, em público, a interpretação que fiz sobre um assunto que inundou a comunicação social durante vários dias sem que alguma vez a ele eu me tenha referido, directa ou indirectamente.

E sabendo todos que a Presidência da República é um órgão unipessoal e que, sobre as suas posições, só o Presidente se pronuncia.

Uma última palavra quero dirigir aos portugueses: podem estar certos de que, por maiores que sejam as dificuldades, estarei aqui para defender os superiores interesses de Portugal.


IN http://www.presidencia.pt/?idc=22&idi=31744

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O CASO NADAGATE!... III

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PR

Politólogos lamentam arrastar da situação e consideram esclarecimentos bem-vindos

Lisboa, 29 Set (Lusa) - Politólogos hoje contactados pela agência Lusa consideraram bem-vindos os esclarecimentos do Presidente da República sobre ...

2009-09-29 22:42:27
PR

Director do DN considera que Cavaco não esclareceu se havia ou não suspeitas

Lisboa, 29 Set (Lusa) - O director do Diário de Notícias considerou a declaração de Cavaco Silva "a peça mais demagógica" de um político português de ...

2009-09-29 21:56:20
PR

Pacheco Pereira exige "esclarecimento cabal" do PS

Lisboa, 29 Set (Lusa) - O social-democrata Pacheco Pereira exigiu hoje um "esclarecimento cabal" do PS sobre a acusação do Presidente da República de ...

2009-09-29 21:56:25
PR quebra silêncio

Cavaco Silva acusa PS de o “puxar” para a luta política

O Presidente da República quebrou o silêncio e falou sobre as duas questões que marcaram a campanha eleitoral para as ...

2009-09-29 21:49:19
PR

Carlos César (PS) diz que "foi pior a emenda do que o soneto"

Ponta Delgada, 29 Set (Lusa) -- O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, considerou hoje que a ...

2009-09-29 21:03:54
PR

Cavaco clarificou que não há percepção de vigilância do Governo à Presidência - Vitalino Canas (PS)

Lisboa, 30 Set (Lusa) - O ex-porta-voz do PS Vitalino Canas considerou hoje que a comunicação do Presidente da República "clarificou" do ponto de ...

2009-09-29 21:47:59
Legislativas

Presidente da República felicitou domingo à noite José Sócrates pela vitória nas legislativas

Lisboa, 29 Set (Lusa) - O Presidente da República felicitou o secretário-geral do PS, José Sócrates, pela vitória nas legislativas de domingo, disse ...

2009-09-29 14:10:27
PR

Cavaco marca declaração em momento de esfriamento de relações Belém-São Bento

Lisboa, 29 Set (Lusa) - A declaração do Presidente da República à comunicação social, sem assunto anunciado, surge num momento de esfriamento nas ...

2009-09-29 12:55:01
Vai falar

PR convoca comunicação social para esta noite

Cavaco Silva deverá pronunciar-se hoje sobre o "caso das escutas" e as razões que o levaram a afastar da assessoria de ...

2009-09-29 08:32:47
PR

Cavaco Silva faz terça-feira às 20

Lisboa, 28 Set (Lusa) -- O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, faz terça-feira às 20:00 uma "declaração à comunicação social".

2009-09-28 21:37:31


in http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=41&visual=10&text_page=1&search=CAVACO+SILVA
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O CASO NADAGATE!... II

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Cavaco Silva: «onde está o crime?»

29 de Setembro de 2009, 23:27

O Presidente da República afirmou que desconhece o e-mail e tem dúvidas sobre a veracidade do mesmo. Cavaco Silva acha que o tentaram envolver na campanha eleitoral e, perante as dúvidas de segurança, ficou a saber que há «vulnerabilidades» na caixa de correio electrónico da Presidência da República.

Numa declaração de cerca de dez minutos, Cavaco Silva afirmou que, desde cedo, dirigentes do PS tentaram envolver o Presidente da República na campanha eleitoral. O Presidente, acusou "destacadas personalidades do partido do Governo" de manipulação e de tentarem colar o presidente ao PSD com o objectivo de desviar as atenções, mas garantiu que não se deixa condicionar nem cede a pressões

Face a esta situação, Cavaco Silva disse que tentou desvalorizar todas as notícias que o tentaram envolver e até não deu relevância ao caso da participação de um assessor de José Sócrates na deslocação do Presidente à Madeira, cujo comportamento afirmou desconhecer.

O Presidente salientou que nunca fez qualuqer referência "a escutas ou a algo com significado semelhante. Desafio qualquer um a verificar o que acabo de dizer." Em relação ao e-mail, divulgado pelo DN, Cavaco Silva afirmou que estranha que a notícia tenha sido publicada uma semana antes das eleições e adiantou que não teve conhecimento prévio do e-mail e duvida sobre a sua veracidade.

De seguida, o Presidente afirmou, admitindo a possibilidade de o conteúdo ser verdadeiro, «e onde está o crime?» de um assessor ter expressado opiniões pessoais? No entanto, ainda nas palavras do Chefe de Estado, ninguém estava autorizado a pronunciar-se e por isso mesmo remodelou a sua casa civil.

Por último, Cavaco Silva disse que o caso do e-mail lhe levantou dúvidas sobre a segurança na sua conta de e-mail, pediu a opinião a vários peritos e chegou à conclusão que o sistema tem «vulnerabilidades».

Pode ver aqui o texto da declaração


in http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1020611.html
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O CASO WATERGATE!...

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O caso Watergate foi o escândalo político ocorrido na década de 1970 nos Estados Unidos da América que, ao vir à tona, acabou por culminar com a renúncia do presidente americano Richard Nixon eleito pelo partido republicano. "Watergate" de certo modo tornou-se um caso paradigmático de corrupção.


O caso

Em 18 de Junho de 1972, o jornal Washington Post noticiava na primeira página o assalto do dia anterior à sede do Comitê Nacional Democrata, no Complexo Watergate, na capital dos Estados Unidos. Durante a campanha eleitoral cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata.

Bob Woodward e Carl Bernstein, dois repórteres do Washington Post, começaram a investigar o então já chamado caso Watergate. Durante muitos meses, os dois repórteres estabeleceram as ligações entre a Casa Branca e o assalto ao edifício de Watergate. Eles foram informados por uma pessoa conhecida apenas por Garganta profunda (Deep Throat) que revelou que o presidente sabia das operações ilegais.

Richard Nixon foi eleito presidente em 1968, sucedendo a Lyndon Johnson, tornando-se o terceiro presidente dos Estados Unidos a ter de lidar com a Guerra do Vietnã. Nixon voltou a candidatar-se em 1972, tendo como opositor o senador democrata George McGovern, e obteve uma vitória esmagadora, ganhando em 48 dos 50 estados. McGovern venceu apenas em Massachusetts e em Washington.

Foi durante essa campanha de 1972 que se verificou o incidente na sede do Comitê Nacional Democrático. Durante a investigação oficial que se seguiu, foram apreendidas fitas gravadas que demonstravam que o presidente tinha conhecimento das operações ilegais contra a oposição. Em 9 de Agosto de 1974, quando várias provas já ligavam os atos de espionagem ao Partido Republicano, Nixon renunciou à presidência. Foi substituído pelo vice Gerald Ford, que assinou uma anistia, retirando-lhe as devidas responsabilidades legais perante qualquer infração que tivesse cometido.

Por muitos anos a identidade de "Garganta Profunda" foi desconhecida, até que a 31 de Maio de 2005 o ex-vice-presidente do FBI, W. Mark Felt, revelou que era o Garganta. Bob Woodward e Carl Bernstein confirmaram o fato.


in http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate

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O CASO NADAGATE!...

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Declaração do Presidente da República
29 de Setembro de 2009

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INCÊNDIO NO TUA DESTRUIU PARTE DE PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO

12 Agosto 2009 comentários
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Caros amigos,

Ontem, 11 de Agosto, durante a madrugada, um lamentável incêndio, com causas ainda por apurar, devastou duas carruagens Napolitanas, e parte do armazém de mercadorias, na estação do Tua. Algumas fotografias podem ser vistas no site do MCLT:
http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&task=view&id=492&Itemid=37

As carruagens Napolitanas, construídas em 1931 nas Oficinas Meridionais Ferroviárias de Nápoles – de onde o seu apelido – eram o estado da arte em matéria ferroviária à época, e assim perdurou durante décadas, por mérito próprio, e por comparação com escolhas desadequadas da parte da CP, que manteve um penoso anacronismo nas Vias Estreitas, com material circulante do princípio do século ou mais recente, mas todos com baixos níveis de performance e conforto.

Estas carruagens serviram principalmente nas Linhas da PPF - Porto à Póvoa e Famalicão, e do Tua, sendo que a última composição que marcou de forma oficial o fim da Linha de Guimarães como Via Estreita foi formada por algumas destas carruagens. Foram ainda do último material circulante que chegou à estação de Bragança, celebrizando-se nas imagens captadas pela RTP na Noite do Roubo, enquanto içadas pela calada da noite para camiões:

Mais uma parte do património dos Caminhos-de-Ferro Portugueses foi assim destruída, naquilo que é já uma imagem de anos de abandono do nosso património ferroviário e cultural, deixado em estações como a do Tua à mercê do tempo e do vandalismo, esperando como que a pedir desculpa por ainda existir a venda para a sucata ou para o estrangeiro, onde voltam a brilhar em todo o seu esplendor.

Que este fim imerecido alerte tanto a CP, como as gerações que guardam na memória este material, como aqueles que ainda o podem ver a trazer de novo vida e desenvolvimento às regiões, para a tragédia que está a acontecer por inércia e falta de sentido estratégico, que na Espanha, como ficou bem patente recentemente numa peça de grande valor na televisão, é hoje absolutamente impensável deixar acontecer.


Atentamente,

Movimento Cívico pela Linha do Tua
www.linhadotua.net
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MORREU RAUL SOLNADO

09 Agosto 2009 comentários
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Raul Solnado (1929 - 2009) 8 de Agosto de 2009

09 Agosto 2009


Óbito: Raul Solnado morre aos 79 anos
Humor nacional perde o mestre (COM VÍDEO)

Costumava dizer que uma piada levava horas a ser feita e se esgotava num instante. Aos 79 anos, Raul Solnado parou de rir: morreu ontem de manhã, vítima de doença cardiovascular grave, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

A gargalhada foi a sua arma em mais de meio século de carreira, com marcas fortes na televisão, teatro e cinema. As piadas fintaram a censura, brincaram com a guerra, entraram na farsa, na revista e no concurso popular.

Lisboeta de gema, do bairro da Madragoa, conservou sempre o ar traquina de miúdo e começou no teatro amador, em 1947, onde disse ter sido o actor António Silva quem puxou por si. Depois de se estrear no palco do Maxime, Solnado marcou o humor graças ao monólogo ‘A Guerra de 1908’, depois editado em disco e que se tornou êxito em 1962.

Foi o começo de uma forma de humor satírica e sem nunca recorrer ao palavrão, opção que Raul Solnado sempre rejeitou nos seus números. Hoje muitos consideram as suas rábulas percursoras do popular género da stand up comedy.

Ainda antes da televisão, com ‘Zip-Zip’ (1969), Solnado usou o teatro para vincar o seu nome, ao ponto de se lançar na abertura do Teatro Villaret, que abriu em 1965, tendo-o como protagonista em ‘O Impostor-Geral’. Mais tarde, luta pela classe e cria em 1999, com Armando Cortez, a Casa do Artista, de que era director, para apoio na terceira idade.

Embalado pelo sucesso televisivo ao lado de Carlos Cruz e José Fialho Gouveia, também já desaparecido, entrou na revista ‘Há Petróleo no Beato’ (1986) e na série ‘Lá em Casa Tudo Bem’ (1987). Experimentou ainda a telenovela, seja com ‘A Banqueira do Povo’ (1993), na RTP 1, ou breves participações em ‘Morangos Com Açúcar’ (2005) ou ‘Ilha dos Amores’ (2007), ambas na TVI. No cinema, o papel de inspector Elias em ‘A Balada da Praia dos Cães’ (1987), de José Fonseca e Costa, foi o ponto mais alto. Em 1991, pela mão da ex-mulher Leonor Xavier, lança a biografia ‘A Vida não se Perdeu’.

Ao lado do humorista Bruno Nogueira, Solnado gravou já doente a série ‘As Divinas Comédias’, que a RTP 1 começou a exibir ontem e analisa a evolução do humor, que conhecia como ninguém. Está ainda em pós-produção o filme ‘América’, de João Nuno Pinto, derradeiro papel do homem que repetia: 'Façam o favor de ser felizes.'

VIDA E OBRA DE RAUL SOLNADO

Teatro, discos, programas televisivos e filmes serviram para demonstrar o talento de quem tem a Casa do Artista como o seu grande feito.

1929 - Nasce em Lisboa

1953 - Estreia-se no teatro de revista com ‘Viva o Luxo’, no Teatro Monumental

1960 - Recebe o prémio de Melhor Interpretação Masculina do SNI graças ao filme ‘As Pupilas do Senhor Reitor’

1962 - Disco com sketches como ‘A Guerra de 1908’ e ‘A História da Minha Vida’ bate recordes de vendas em Portugal

1969 - Grava o primeiro programa ‘Zip-Zip’, com Carlos Cruz e Fialho Gouveia, que ainda hoje é um dos símbolos da RTP

1977 - Repete o sucesso na televisão graças ao concurso ‘A Visita da Cornélia’

1987 - Interpreta um memorável detective em ‘A Balada da Praia dos Cães’, em que José Fonseca e Costa adapta o livro de José Cardoso Pires

1993 - Participa na telenovela ‘A Banqueira do Povo’, protagonizada por Eunice Muñoz

1995 - Interpreta ‘O Avarento’, de Molière, no Teatro Cinearte

1999 - Inauguração da Casa do Artista, um dos seus grandes projectos

2001 - Regressa pela última vez aos palcos em ‘O Magnífico Reitor’, peça de Diogo Freitas do Amaral.

2007 - Contracena com a neta, Joana Solnado, na telenovela ‘A Ilha dos Amores’

REVOLUCIONÁRIO DA TELEVISÃO

A televisão portuguesa mudou em 1969 com a forma de fazer rir ao vivo de Raul Solnado. Em apenas sete meses, ‘Zip-Zip’ tornou-se um clássico da RTP, graças à boa disposição do artista, à crítica social e à cumplicidade com os apresentadores e amigos Carlos Cruz e José Fialho Gouveia, também já desaparecido. Solnado volta ao registo cómico no concurso ‘A Visita da Cornélia’ (1977), no qual contracenava com um boneco em forma de vaca. De novo ao lado de Cruz e Fialho Gouveia, aparece ainda no programa ‘E o Resto São Cantigas’ (1981).

REACÇÕES

'DEIXOU PEÇAS DE HUMOR PRECIOSAS' (Nicolau Breyner)

'Vou recordá-lo para sempre, porque quando as pessoas são recordadas para sempre não morrem. Era um grande homem que deixou peças de humor preciosas. Discutimos muitas vezes, mas fomos sempre amigos. Era amigo de sempre.'

'É UMA PARTE DA MINHA VIDA QUE DESAPARECE' (Carlos Cruz)

'É uma parte da minha própria vida que desaparece. O País já estava mais pobre com o afastamento dele. Merecia ter realizado o sonho que era trabalhar até ao último minuto, mas a dinâmica da comunicação em Portugal não o permitiu.'

'VIU O SEU TALENTO RENASCER NA NETA' (Herman José)

'O Raul foi tão longe quanto possível e construiu na vida uma obra de arte. Se tiver de escolher duas palavras para o descrever são ‘missão cumprida’. Era muito inquieto e teve a sorte de ver o seu talento renascer na neta, a Joana Solnado.'

'FOI UM GRANDE REPÓRTER DA REALIDADE NACIONAL' (Leonor Xavier)

'Ele é uma das figuras do século XX português, até porque há muitos registos do seu trabalho. O humor dele representa a maneira de ser português. Foi um grande repórter que desconstruiu a realidade nacional para a poder voltar a construir.'

'ERA O MAIOR DA SUA GERAÇÃO' (Fonseca e Costa)

'Era um grande amigo e um dos maiores actores com quem trabalhei [dirigiu-o no filme ‘A Balada da Praia dos Cães’, adaptação do romance de José Cardoso Pires]. O Raul Solnado era talvez o maior actor da sua geração.'

'DEIXA UM ENORME VAZIO ENTRE TODOS' (Cavaco Silva)

'Foi com grande pesar que tomei conhecimento da morte de Raul Solnado, figura bem conhecida e querida dos portugueses, cujo desaparecimento deixa um enorme vazio entre todos os que nos habituámos a com ele conviver.'

'UM DOS ARTISTAS MAIS AMADOS E ADMIRADOS' (José Sócrates)

'Raul Solnado foi sempre um dos artistas mais amados e mais admirados pelos portugueses. Para várias gerações foi também uma referência permanente com uma vida plena e intensamente dedicada à arte e à cultura.'

NOTAS

DESPEDIDA

Centenas de amigos e colegas foram ontem ao Palácio Galveias, em Lisboa, onde o seu corpo está em câmara ardente. Será cremado no Cemitério dos Olivais às 18h00.

DINASTIA

O apelido Solnado continuará presente no meio artístico. A neta Joana Solnado, filha da escritora Alexandra Solnado, é uma das actrizes mais populares da televisão.

in Rui Pedro Vieira (artigo) e Marta Vitorino (foto) - Correio da Manhã


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ENDEAVOUR REGRESSA À TERRA: VEJA AQUI A PARTIR DAS 15H45

31 Julho 2009 comentários
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Endeavour regressa à Terra: veja aqui, a partir das 15h45
por Joana Viana, Publicado em 31 de Julho de 2009

Já foi dada luz verde para o regresso do spaceshuttle Endeavour. O tempo no Centro Espacial J F Kennedy, na Florida, está a ser monitorizado ao minuto, para garantir que a missão de regresso corre bem. Está previsto que a Endeavour aterre pelas 15h48, hora portuguesa, apesar de estarem previstos alguns aguaceiros. Mas haverá uma segunda janela de oportunidade ainda hoje, se o tempo obrigar a cancelar a primeira tentativa.

Hoje de manhã, a NASA dava conta de que os astronautas já se estavam a preparar para o regresso e que a música que lhes serviu de despertador foi "Beautiful Day", dos U2.

in www.ionline.pt/conteudo/16111-endeavour-regressa--terra-veja-aqui-partir-das-15h45
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BARCO RABELO, ESTRELA EM FRANÇA

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Barco rabelo será estrela em França
Festival de embarcações em Orleães atrai meio milhão de pessoas
00h30m
REIS PINTO

O barco rabelo e o único estaleiro que ainda o constrói, em Gaia, estarão em destaque na cidade de Orleães em França, num festival de embarções fluviais. Há dois anos, a iniciativa juntou mais de 200 barcos e 500 mil pessoas.

A Socrenaval, empresa instalada há largas décadas junto ao cais de Gaia, foi a escolhida pelos organizadores para representar Portugal no Festival de Loire, que se realizará, entre os dias 23 e 27 de Setembro, em Orleães, cidade a cerca de 130 quilómetros de Paris. "Foi uma surpresa. No ano passado representantes da organização estiveram no estaleiro e manifestaram interesse na presença de um barco rabelo e do nosso estaleiro no festival", revelou António Sousa, sócio-gerente da empresa.

O barco será o das Caves Gran Cruz (empresa de capitais franceses), que será transportado por terra, e o estaleiro estará representado por três carpinteiros, que irão fazer uma espadela (leme do barco rabelo).

Dos diversos contactos estabelecidos pela organização, resultou, ainda, a assinatura de um protocolo entre as autarquias de Gaia e de Orleães e, por via dele, irá realizar-se uma mostra gastronómica . "Convidaram, igualmente, o Museu do Douro e a Região de Turismo do Porto. Posteriormente, a empresa organizadora decidiu contactar outras câmaras e garantiu a presença de um moliceiro, da região de Aveiro, e de um barco do Tejo [do Seixal]", referiu António Sousa.

O Festival de Loire (que se realiza a cada dois anos) juntou, em 2007, mais de 200 barcos, numa frente de rio com cerca de 1,5 quilómetros, e atraiu cerca de meio milhão de visitantes.

Os barcos do festival vão oferecer um espectáculo permanente, com regatas, comboios de embarcações, transporte de animais e paradas, entre outras iniciativas.

Afirma a organização que a escolha de Portugal como país em destaque se ficou a dever aos "traços comuns entre a região de Loire e a história dos rios portugueses, nomeadamente o seu passado como eixos comerciais em especial com a ascensão do vinho do Porto e a classificação do Douro como património mundial da UNESCO [tal como o vale de Loire]".
A organização disponibiliza toda a informação no sítio http://www.festivaldeloire.com/.
in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&Option=Interior&content_id=1321760
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RIO TUA

30 Julho 2009 comentários
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Rio Tua da nascente até à foz


de http://www.youtube.com/user/antonio64ang
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FIM DE LINHA - REPORTAGEM ESPECIAL SIC

28 Julho 2009 comentários
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Fim de linha - Reportagem Especial SIC - Quarta, 29JUL09

Caros amigos,

Amanhã, quarta-feira (29JUL09), no Jornal da Noite (SIC), será apresentada a Reportagem Especial: "Fim de Linha", sobre o transporte ferroviário português, de via estreita.

De acordo com a página web da SIC, que indicamos abaixo, nesta reportagem serão ainda comparadas as realidades portuguesa e espanhola; por um lado, o abandono e o desinteresse evidentes nas linhas-férreas portuguesas, e por outro, a modernização, valorização e aproveitamento de todo um património ferroviário no outro lado da fronteira, em Espanha...

O Movimento Cívico pela Linha do Tua, convida todos os interessados a seguirem com atenção esta reportagem e sublinha o facto de nos últimos 20 anos, terem sido encerrados em Portugal cerca de 500 Km de via estreita, nos quais se inclui a Linha do Tua, conforme mencionado no mesmo texto.

Atentamente,

Movimento Cívico pela Linha do Tua

http://www.linhadotua.net/

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/reportagem+especial/Artigos/Fim+de+linha.htm

Fim de linha

Há muito tempo que as linhas ferroviárias estreitas portuguesas atingiram o fim da sua vida útil. A falta de investimento neste sector ferroviário levou ao encerramento de cerca de 500 quilómetros de linha nos últimos 20 anos. Tua, Corgo e Tâmega são o exemplo mais recente.

Na Reportagem Especial desta Quarta-feira comparamos esta realidade de abandono e desinteresse com o exemplo espanhol, onde as Linhas estreitas foram modernizadas e aproveitadas para transporte de passageiros, mercadorias e turismo.

Reportagem de João Faiões

Imagem de Fernando Nunes e João Tuna

Montagem Fernando Nunes e João Faiões

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POLÍTICOS MEDÍOCRES

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Joaquim Jorge
de O Clube dos Pensadores

Os políticos estão rodeados de servilismo, convertendo-se em ídolos mas a maioria deles são normais e os povos têm tendência a serem governados por natureza por medíocres. Deveríamos ser governados por seres excepcionais cujo talento esteja no limiar da genialidade. Muitos portugueses, quiçá centenas poderiam governar ou fazer parte de um governo. Não são precisas qualidades fantásticas, mas sim as que pode reunir qualquer um de nós.

Todavia é um truísmo para ser Primeiro-Ministro ou membro de um governo, tem que se dedicar à politica, militar num partido, ser proposto para deputado pelo seu partido, conseguir apoio dos votantes, conseguir o apoio da maioria dos deputados da Assembleia da República, ser escolhido pelos seus pares.

Para ser um bom político é preciso trabalhar duro, não ter vocação de ídolo, nem de herói, nem de mártir e não ter a mania que se vai ficar na história. Não inventar problemas, procurar solucionar os que há, dominar os números e não meter a mão na "caixa", não rodear-se de servilismo e procurar ter uma vida normal. Não querer constantemente, a todas as horas aparecer na televisão e nos jornais, falar pouco, de vez em quando contar uma piada, não insultar, não gritar, não mentir e, dizer sempre a verdade.

Poucos o fizeram e fazem, daí a diferença entre bons políticos e medíocres. Mas a situação actual que é excepcional requer pessoas excepcionais pois estas que nos têm governado (com raras excepções) não servem e têm sido um desastre.

Temos que abandonar esta forma de fazer política prosaica, enfadada e deixar a diversão para outras coisas. A política tem que ser reduzida ao que deve ser: a arte de darmos uma vida boa ao maior número de pessoas.

Posted by Clube dos Pensadores in http://clubedospensadores.blogspot.com/2009/07/politicos-mediocres.html

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