Casal procura emprego na área de suinicultura

ASSUNTO: PROCURA DE EMPREGO NA ÁREA DE SUINICULTURA

Casal romeno com experiência de 10 anos de trabalho na área de suinicultura, com idades de 34-35 anos, respectivamente, procura emprego em qualquer zona de Portugal.

Sandel Mihai

E-MAIL: sandelmihai@hotmail.com
CONTACTO: 910929370

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Produção de vinho do Porto fixada em 85 mil pipas, Avidouro prepara “buzinão”

A Região Demarcada do Douro vai transformar 85 mil pipas em Vinho do Porto em 2011, descendo o quantitativo fixado na vindima anterior. A Avidouro apelida esta decisão de “roubo à lavoura duriense” e está já a preparar um “buzinão” para o dia 27 de Julho…
…a partir das 9.30h, no Peso da Régua, para chamar a atenção das entidades responsáveis para a gravidade da situação e reclamar um “Plano de Emergência” para acudir à Região Demarcada do Douro. O número resultante da reunião do Conselho Interprofissional passou com os votos a favor do comércio e os votos contra da produção.

O presidente do Instituto do Vinho do Douro e do Porto (IVDP), Luciano Vilhena Pereira, afirmou que o Conselho Interprofissional fixou em 85 mil o número de pipas a beneficiar este ano por entender que “face à conjuntura, é um valor ajustado às necessidades e ao futuro do Vinho do Porto”.

O responsável pelo IVDP adiantou que “não se concretizaram as expectativas de continuar a aumentar as vendas e o crescimento mundial entre os países compradores de vinho do Porto que se esperavam o ano passado” e que “os mercados tradicionais, incluindo o nacional, se retraíram”. Vilhena Pereira espera que “a fixação desta quantidade de mosto disponível para a produção de Vinho do Porto permita que os preços na produção subam significativamente”.

A Avidouro não aceita a redução em 25 mil pipas do “benefício” e reclama a sua “modulação”, isto é, a redução do benefício “apenas às maiores empresas, por escalões, consoante as grandes áreas de vinha e as produtividades”. A associação duriense acredita que “compete ao IVDP, ao Ministério da Agricultura e ao Governo tomarem essas e outras medidas para evitar a ruína dos pequenos e médios lavradores durienses, sem os quais não haverá Região Demarcada do Douro”.

Para a Avidouro, o benefício é “a pedra-angular da estrutura socioeconómica da Região Demarcada do Douro e determina parte substancial dos rendimentos dos lavradores e vitivinicultores durienses”. O benefício é a quantidade de Vinho do Douro que cada lavrador ou empresa pode transformar anualmente em Vinho Generoso / Porto.

SB
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=11020

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Comboio a vapor regressa ao Douro

A partir do dia 23 e até ao mês de outubro, a Linha do Douro vai ser percorrida, todos os sábados, pelo comboio a vapor, entre o Peso da Régua e o Tua (Carrazeda de Ansiães), numa iniciativa que pretende recriar as viagens do século XIX. 

Os passageiros vão desfrutar da paisagem fornecida pelo rio Douro e pelas vinhas que são património mundial da UNESCO.

O comboio com cinco carruagens de madeira será puxado por uma locomotiva a vapor e terá a bordo um grupo de música e cantares regionais para animar os passageiros, bem como serão dadas a provar iguarias regionais e servido um cálice de vinho do Porto da Quinta Nova.  

Durante a viagem, o comboio faz ainda uma paragem na vila do Pinhão, onde se pode apreciar os 24 painéis de azulejos do edifício principal da estação, que representam cenas da principal actividade económica da região - a vitivinicultura -- e visitar a Wine House da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, propriedade da família Amorim.  

Este serviço turístico tem partida marcada para as 14h45 e termina às 18h22. Os bilhetes vão desde os 45 euros para adultos e 25 euros para crianças dos cinco aos 12 anos. Os grupos de dez ou mais pessoas beneficiam de descontos (40 euros para adultos e 20 para crianças). 
 
Os comboios a vapor tiveram uma importância histórica determinante para o desenvolvimento da região do Douro, nomeadamente no escoamento do Vinho do Porto e na comunicação entre as localidades durienses.  

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/comboio-a-vapor-regressa-ao-douro

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Canelas promove II Jornadas Medievais do Douro

CANELAS, o berço do teatro português, promove as II Jornadas Medievais do Douro, uma evocação do passado, em relato feito a partir da Carta de Doação de D. Sancho aos truões Bonamis e Acompaniado.
A iniciativa é da Junta de Freguesia de Canelas, em parceria com o Município do Peso da Régua e a Associação Artística Portus Cale e decorrerá nos dias 23 e 24 de Julho.

Sábado, 23 de Julho 2011
10h30 Abertura da exposição
Tema: O Bobo, de Alexandre Herculano e Amadis de Gaula - cavaleiro medieval
Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia
11h00 Abertura da feira
Início da animação de rua com música, danças, jogos e divertimentos
16h00 Cortejo com a interpretação da chegada do Rei D. Sancho às terras de Canelas
Entrega da Carta de Doação aos truões Bonamis e Acompaniado
21h00 Banquete medieval
21h30 Apresentação de Arremedilho - "Ladrão que rouba ladrão..."
Autoria e encenação de Victor Sismeiro
24h00 Encerramento da Feira
Domingo, 24 Julho 201110h00 Missa em latim
Igreja N.ª Sr.ª das Candeias, com a participação de coro gregoriano de Santa Maria da Feira
11h30 Abertura da feira
15h00 Teatro de fantoches
17h00 Jogos tradicionais com concurso
21h00 Encerramento das Jornadas

http://www.cm-pesoregua.pt/index.asp?idedicao=51&idseccao=1027&id=1111&action=noticia

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Produção de vinho no Porto deverá ficar muito abaixo das estimativas

Doenças atacam vinhas devido à instabilidade climática

A Região Demarcada do Douro prevê para esta vindima uma produção a rondar as 240 mil pipas de vinho, o que representa uma quebra entre os 25 a 30 por cento em relação às estimativas para 2010.

A Associação de Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) indicou hoje que a expectativa de colheita para este ano ronda 240 mil pipas, num intervalo de previsão entre as 218 e as 264 mil.

A ADVID acrescenta que deverá haver “diminuição significativa” de cerca de “25 a 30 por cento” relativamente ao potencial de produção previsto para 2010, que rondava 303 a 366 mil pipas.

Em causa está a instabilidade climática, com períodos de muito calor entre Abril e Maio, seguido da ocorrência de trovoadas e queda de granizo, que criou as condições propícias para ataques das doenças da videira, míldio, oídio e traça da uva, disse à Lusa o director-executivo da ADVID, Fernando Alves.

O míldio originou perdas importantes de produção no Baixo Corgo e nalguns locais do Cima Corgo e Douro Superior.

Fernando Alves sublinhou que 2011 “é um dos anos mais preocupantes de pressão de míldio” da última década.

As estimativas divulgadas não incluem ainda o último fim-de-semana de Junho, em que o calor intenso provocou danos elevados em algumas castas durienses mais sensíveis, com destaque para a tinta Roriz, nos locais mais expostos.

Por isso, segundo o responsável, o resultado final da próxima vindima “vai depender” das condições climáticas que se registarem até Setembro.

Óscar Quevedo, produtor em São João da Pesqueira, afirmou à Lusa que este está a ser “um ano muito difícil para o Douro”.

“No final de Junho houve um ataque muito forte e generalizado de míldio pela região. Nós temos videiras de Tinta Roriz que perderam a produção toda. Mesmo os produtores que fizeram mais tratamentos do que a média da região, também tiveram problemas”, referiu.

Óscar Quevedo fala em casos de produtores que terão perdido “mais de 40 ou 50 por cento da sua produção” e que eventualmente “até terão dificuldade em terem uvas para cobrir o benefício de vinho do Porto”.

Mas, segundo explicou, o mau quantitativo previsto para esta vindima “não significa que seja um mau qualitativo”, até porque a “videira vai ter menos cachos, logo mais facilidade em amadurecer bem os cachos que ficaram e consequentemente poderão fazer melhor vinho”.

Recentemente a Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (Avidouro) reivindicou ao Ministério da Agricultura um Plano de Emergência para o Douro devido a prejuízos de “mais de 60 por cento” nas vinhas, causados precisamente pelas doenças do míldio, oídio e “podridão negra”, que se tornaram num “prejuízo incomportável para as pequenas e médias explorações durienses”.

As previsões da ADVID são efectuadas com base no modelo pólen, recolhido em Maio nas três sub-regiões do Douro: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior.

Esta acção é feita pela ADVID com o apoio do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) e análise laboratorial e estatística da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Produção de vinho do Porto poderá descer

Entretanto, a Associação das Empresas de Vinho do Porto vai vai defender uma diminuição do benefício para menos de 100 mil pipas de vinho, disse à Lusa a secretária-geral, Isabel Marrana.

Já em 2010, a AEVP queria uma produção deste vinho de apenas 100 mil pipas, mas o quantitativo aprovado foi de 110 mil pipas. Esta redução justifica-se porque, segundo a responsável, a comercialização de vinho do Porto “está em quebra”, de designadamente 3,8 por cento no primeiro semestre comparativamente com igual período do ano passado.

“Por outro lado temos ainda o excedente de cerca de nove mil pipas que ficaram por vender na vindima anterior”, sublinhou.

O Conselho Interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) decide na próxima segunda-feira qual o número de pipas que a Região Demarcada do Douro (RDD) vai transformar em Vinho do Porto na próxima colheita. Este organismo é composto por 20 representantes da produção e do comércio distribuídos por duas secções especializadas (Douro e Porto). 

Por Lusa, PÚBLICO

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Censos 2011: distrito de Vila Real perdeu população residente

O distrito de Vila Real perdeu cerca de 16.500 habitantes entre 2001 e 2011, segundo os resultados preliminares dos Censos 2011, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A população residente no distrito de Vila Real é de 207.184 mil habitantes… …dos quais 52,04 por cento são mulheres. O distrito contraria a tendência nacional já que Portugal tem mais cerca de 200 mil residentes que em 2001. Segundo os dados preliminares, existem 81.286 famílias, com uma média de 2,5 pessoas por família, 139.934 alojamentos e 118.332 edifícios no distrito. Já o concelho de Vila Real conta agora com 52.219 habitantes, mais 2.262 pessoas que em 2001.

O número de famílias também cresceu e passou de 16.825, em 2001, para 21.100 famílias, em 2011. O concelho de Vila Real foi o único a aumentar a sua população residente já que os restantes 13 concelhos do distrito viram o seu número de habitantes decrescer. Sublinhe-se os casos do concelho de Valpaços, que perdeu 2.636 habitantes, Alijó, que tem agora menos 2.387 que em 2001, Chaves, com menos 2.223 habitantes, e Montalegre, que perdeu 2.168 habitantes.

Com excepção de Vila Pouca de Aguiar, que perdeu 1.831 habitantes, e de Santa Marta de Penaguião, que tem menos 1.245 habitantes, todos os outros concelhos perderam menos de mil habitantes nos últimos 10 anos.

Vila Real - 52.219 habitantes
Chaves - 41.444
Peso da Régua - 17.097
Valpaços - 16.876
Vila Pouca de Aguiar - 13.167
Alijó - 11.933
Montalegre - 10.594
Mondim de Basto - 7.496
Santa Marta de Penaguião - 7.324
Ribeira de Pena - 6.543
Sabrosa - 6.367
Murça - 5.954
Boticas - 5.747
Mesão Frio - 4.423

Os resultados definitivos serão dados a conhecer no final do próximo ano.

SB

http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=10913

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Plano Nacional de Barragens

Exmo.(a) Sr.(a);

É com prazer que o MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua, o vem convidar a assistir, no Jornal da Noite da SIC de hoje, 3 de Julho de 2011, a partir das 20H00, à GRANDE REPORTAGEM SIC sobre o Plano Nacional de Barragens.

Desde 2007 que tanto o MCLT como vários outros organismos e associações, desde ONGA a partidos políticos, universidades e intelectuais, cidadãos nacionais e estrangeiros, têm vindo a desconstruir um por um todos os argumentos que Governo e EDP apresentam como suporte para este desgovernado Plano Nacional de Barragens. Nesta reportagem serão apresentados argumentos e números que comprovam uma vez mais que este plano é essencialmente errado, ineficiente, inútil, e, sobretudo, RUINOSO para o Estado, mas um negócio da China para as concessionárias das barragens.

Aproveitamos neste âmbito para lhes relembrar dois dos nossos comunicados onde se comprova o poder comprometedor da nossa própria soberania que esta negociata peregrina acarreta (Comunicado de Maio de 2011: http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&task=view&id=682&Itemid=38;Interpelação aos Cabeças de Lista por Bragança e Vila Real: http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&task=view&id=689&Itemid=38).

Eis alguns pontos fulcrais:

1 - O Plano Nacional de Barragens é a 3ª Parceria Público Privada mais cara de todas: 7.000 milhões de euros, o equivalente a 9% do pacote de ajuda externa acordado com Portugal para o resgate da dívida externa;

2 - Quer as albufeiras destas barragens tenham água para produzir energia eléctrica ou não, o Estado (todos nós) garante às concessionárias 30% de receitas, para além é claro do produto da facturação eléctrica aos consumidores (todos nós, mais uma vez), que já é das mais caras da Europa;

3 - O aumento do consumo de energia eléctrica entre 2009 e 2010 foi de 4,7%: o total de produção de energia eléctrica de todas as 10 barragens do Plano Nacional de Barragens (não esquecer que duas delas já foram canceladas) representa 3,2% da electricidade consumida em 2009. Trocado por miúdos, as 10 barragens juntas não produzem o suficiente para cobrir sequer o aumento do consumo de electricidade!

4 - Considerando os dados da REN, e considerando ainda as perdas nas turbinas e geradores, mais o factor de produção líquido de bombagem e respectivas perdas, o pacote de 10 barragens vai na verdade ter uma produção líquida de... ZERO energia;

5 - O reforço de potência da Barragem da Venda Nova (construída em 1951) é o suficiente para se conseguir o equivalente a 77% da energia que irão produzir 10 (DEZ!!!) novas barragens, tendo ainda um período de funcionamento 65% superior a estas e a um custo 58% inferior (em termos de unidade monetária por cada kW produzido). Portugal tem mais de 200 grandes barragens com possibilidade de reforços de potência.

O Governo, pressionado pela situação económica do país, ver-se-á finalmente obrigado a derrubar este plano mercenário e sujo. Nem o MCLT nem as outras associações e individualidades que têm lutado contra esta vergonha baixarão os braços enquanto a razão não imperar contra esta loucura.

--
MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua

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