Amigos reguenses ajudaram a Sissi a reencontrar a família que não via há cerca de 20 anos

(Cecília Francisco Mateus)

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FELIZ ANO DE 2011... LIVRE DA CRISE!

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Santa Marta de Penaguião é notícia por ser caso único no país

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www.EnsiPartiCoop.pt.vu: 2010 12 27 Cavaco promulga ensino privado SIC

www.EnsiPartiCoop.pt.vu: 2010 12 27 Cavaco promulga ensino privado SIC: "Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=cuHG9YZ9b-A&feature=player_embedded Comunicado sobre o diploma que regula o apoio do Estado a..."

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O Pai Natal sonhou

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia instituições para acolher crianças maltratadas e abandonadas pelos pais nem pequeninos e pequeninas à espera de um carinho, de um beijo... de AMOR. Todas as crianças tinham uma família: uma mãe ou um pai ou ambos os pais, todas as crianças tinham um colo à sua espera.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia palavrões e outras palavras feias, não havia empurrões, má educação e desentendimentos. Toda a gente se cumprimentava com um sorriso nos lábios. Nas estradas, os automobilistas não circulavam com excesso de velocidade, cumpriam as regras de trânsito e não barafustavam uns com os outros.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia animais abandonados pelos seus donos, deixados ao frio, à fome e à chuva, nem animais espetados e mortos nas arenas, com pessoas a aplaudir.

Mas, afinal, quando despertou verdadeiramente, o Pai Natal viu que tudo não tinha passado de um sonho; que pouco do que sonhara acontecia de verdade. Ficou triste, muito triste, e pensou:

« - Afinal, ainda é preciso que, pelo menos uma vez por ano, se celebre o Natal!».

E, nessa noite, o Pai Natal começou os preparativos para dar, mais uma vez, um pouco de alegria a todas as crianças do Mundo.

Retirado de "Diário de Aveiro", de 2000/12/07Adaptado por Vaz Nunes - Ovarin http://web.educom.pt/pr1305/natal12.htm

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O Pai Natal sonhou...

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia instituições para acolher crianças maltratadas e abandonadas pelos pais nem pequeninos e pequeninas à espera de um carinho, de um beijo... de AMOR. Todas as crianças tinham uma família: uma mãe ou um pai ou ambos os pais, todas as crianças tinham um colo à sua espera.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia palavrões e outras palavras feias, não havia empurrões, má educação e desentendimentos. Toda a gente se cumprimentava com um sorriso nos lábios. Nas estradas, os automobilistas não circulavam com excesso de velocidade, cumpriam as regras de trânsito e não barafustavam uns com os outros.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia animais abandonados pelos seus donos, deixados ao frio, à fome e à chuva, nem animais espetados e mortos nas arenas, com pessoas a aplaudir.

Mas, afinal, quando despertou verdadeiramente, o Pai Natal viu que tudo não tinha passado de um sonho; que pouco do que sonhara acontecia de verdade. Ficou triste, muito triste, e pensou:

« - Afinal, ainda é preciso que, pelo menos uma vez por ano, se celebre o Natal!».

E, nessa noite, o Pai Natal começou os preparativos para dar, mais uma vez, um pouco de alegria a todas as crianças do Mundo.

Retirado de "Diário de Aveiro", de 2000/12/07
Adaptado por Vaz Nunes - Ovar
in http://web.educom.pt/pr1305/natal12.htm

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O Pai Natal sonhou...

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia instituições para acolher crianças maltratadas e abandonadas pelos pais nem pequeninos e pequeninas à espera de um carinho, de um beijo... de AMOR. Todas as crianças tinham uma família: uma mãe ou um pai ou ambos os pais, todas as crianças tinham um colo à sua espera.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia palavrões e outras palavras feias, não havia empurrões, má educação e desentendimentos. Toda a gente se cumprimentava com um sorriso nos lábios. Nas estradas, os automobilistas não circulavam com excesso de velocidade, cumpriam as regras de trânsito e não barafustavam uns com os outros.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia animais abandonados pelos seus donos, deixados ao frio, à fome e à chuva, nem animais espetados e mortos nas arenas, com pessoas a aplaudir.

Mas, afinal, quando despertou verdadeiramente, o Pai Natal viu que tudo não tinha passado de um sonho; que pouco do que sonhara acontecia de verdade. Ficou triste, muito triste, e pensou:

« - Afinal, ainda é preciso que, pelo menos uma vez por ano, se celebre o Natal!».

E, nessa noite, o Pai Natal começou os preparativos para dar, mais uma vez, um pouco de alegria a todas as crianças do Mundo.

Retirado de "Diário de Aveiro", de 2000/12/07
Adaptado por Vaz Nunes - Ovar
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O Pai Natal sonhou...

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia instituições para acolher crianças maltratadas e abandonadas pelos pais nem pequeninos e pequeninas à espera de um carinho, de um beijo... de AMOR. Todas as crianças tinham uma família: uma mãe ou um pai ou ambos os pais, todas as crianças tinham um colo à sua espera.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia palavrões e outras palavras feias, não havia empurrões, má educação e desentendimentos. Toda a gente se cumprimentava com um sorriso nos lábios. Nas estradas, os automobilistas não circulavam com excesso de velocidade, cumpriam as regras de trânsito e não barafustavam uns com os outros.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia animais abandonados pelos seus donos, deixados ao frio, à fome e à chuva, nem animais espetados e mortos nas arenas, com pessoas a aplaudir.

Mas, afinal, quando despertou verdadeiramente, o Pai Natal viu que tudo não tinha passado de um sonho; que pouco do que sonhara acontecia de verdade. Ficou triste, muito triste, e pensou:

« - Afinal, ainda é preciso que, pelo menos uma vez por ano, se celebre o Natal!».

E, nessa noite, o Pai Natal começou os preparativos para dar, mais uma vez, um pouco de alegria a todas as crianças do Mundo.

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O Pai Natal sonhou...

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia instituições para acolher crianças maltratadas e abandonadas pelos pais nem pequeninos e pequeninas à espera de um carinho, de um beijo... de AMOR. Todas as crianças tinham uma família: uma mãe ou um pai ou ambos os pais, todas as crianças tinham um colo à sua espera.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia palavrões e outras palavras feias, não havia empurrões, má educação e desentendimentos. Toda a gente se cumprimentava com um sorriso nos lábios. Nas estradas, os automobilistas não circulavam com excesso de velocidade, cumpriam as regras de trânsito e não barafustavam uns com os outros.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia animais abandonados pelos seus donos, deixados ao frio, à fome e à chuva, nem animais espetados e mortos nas arenas, com pessoas a aplaudir.

Mas, afinal, quando despertou verdadeiramente, o Pai Natal viu que tudo não tinha passado de um sonho; que pouco do que sonhara acontecia de verdade. Ficou triste, muito triste, e pensou:

« - Afinal, ainda é preciso que, pelo menos uma vez por ano, se celebre o Natal!».

E, nessa noite, o Pai Natal começou os preparativos para dar, mais uma vez, um pouco de alegria a todas as crianças do Mundo.

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O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque neste ano os Humanos encheram-se de boa vontade e fizeram um acordo de Paz, que silenciou todas as armas. Em todos os cantos do planeta, mesmo nos lugares mais recônditos da Terra, as armas calaram-se para sempre e os carros de combate e outras máquinas de guerra foram entregues às crianças para neles pintarem flores brancas de paz.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E não queria acordar porque nesse sonho não havia fome: em todas as casas havia comida, havia até algumas guloseimas para dar aos mais pequenos. Mesmo as crianças de países outrora pobres tinham agora os olhos brilhantes, brilhantes de felicidade. Todas as crianças tinham acabado de tomar um esplêndido pequeno-almoço e preparavam-se para ir para a escola, onde todos aprendiam a difícil tarefa de crescer e ser Homem ou Mulher.

O Pai Natal sonhou um sonho lindo, tão lindo que não queria acordar. E no seu sonho não havia barracas, com água a escorrer pelas paredes e ratos pelo chão, nem gente sem tecto, a dormir ao relento. No sonho do Pai Natal, todos tinham uma casa, um aconchego, para se protegerem do frio e da noite.

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Pelo rio abaixo!..., Douro, Portugal, União Europeia

Desenhado por eDDo CiRo -  Foto: algures da net - Copyright © 2006-2011 barcorabelo.net 

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A Sissi reencontrou a família

Bom dia a todos!

Temos-lhe a comunicar que a Sissi reencontrou a sua família.

Para eles o Pai Natal chegou um dia mais cedo, a 23 de Dezembro.

Agora segue-se a fase dos contactos e sua reaproximação.

Estamos todos de parabéns. O muito nosso obrigado e bem hajam e a todos tanto pela solidariedade demonstrada, como pela ajuda e sugestões dadas!

Vamos naturalmente incluí-los(as) no nosso Painel de Amigos da Sissi!

Continuamos a dar notícias.

Luanda & Vila Nova de Gaia, 23 de Dezembro de 2010

O Grupo de Amigos da Sissi,
sissi@sapo.ao
http://sissi.pt.vu
http://sissi.blogs.sapo.ao

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SISSI... Em busca das minhas raízes!

De: sissi@sapo.ao
Para: pelorioabaixo@gmail.com
Data: 22 de dezembro de 2010 12:01
Assunto: SISSI... Em busca das minhas raízes!


Olá, sou a Sissi!

Nasci a 1 de Outubro de 1976 na Freguesia de São Paulo, Luanda, Angola, onde vivi até aos 13 anos de idade com os meus pais no Bairro do Sambila, Município do Sambizanga.

Em Setembro de 1990 vim para a cidade do Porto, Portugal, na companhia de um casal que me trouxe para estudar.

Já em Portugal, apercebi-me que a intenção do referido casal não era a de me colocar a estudar, conforme combinado com os meus pais, mas sim colocarem-me como empregada doméstica, o que aconteceu até aos meus 19 anos.

Foi então que consegui fugir de casa do referido casal e fui viver para casa de uma família amiga que entretanto conheci, e, também originária de Angola.

Acabei por arranjar trabalho numa fábrica de componentes automóveis situada em Vila Nova de Gaia, onde trabalhei cerca de sete anos, findo os quais fui trabalhar para um restaurante da cidade de Espinho e, posteriormente, para outra fábrica de componentes automóveis situada também em Vila Nova de Gaia.

Actualmente trabalho há mais de 4 anos num Salão de Cabeleireiro perto do local onde resido, em Vila Nova de Gaia.

Desde que vim para Portugal não tive qualquer contacto com os meus familiares que residem em Luanda devido às dificuldades e entraves colocados pelo casal que me trouxe.

Soube por uma pessoa amiga da cidade do Porto que o casal terá informado os meus pais de que eu tinha fugido de casa deles e passado a viver na rua, facto esse que terá levado os meus familiares a pensar mal de mim.

Mesmo assim ainda tentei procurá-los em Luanda através de uma outra pessoa amiga que lá se deslocou e que terá deixado uma mensagem de procura na Polícia de Luanda e na Rádio.

Nunca obtive qualquer resposta!

Chamo-me Cecília Francisco Mateus Dambi e tenho 34 anos.

Os meus pais chamam-se Martins Francisco Mateus e Maria Luísa António, residentes há data da minha vinda no Bairro do Sambila, Município do Sambizanga.

Quando saí de Luanda tinha mais três irmãos, nomadamente o Jombo Francisco Mateus, actualmente com cerca de 28 anos, a Gina Francisco Mateus, actualmente com cerca de 24/25 anos, e o Joaquim Francisco Mateus, actualmente com cerca de 19/20 anos.

Tenho um sonho na vida: o de reencontrar a minha família.

Peço por este meio ajuda a quem me possa encontrar o rasto das minhas raízes!

Gaia, 19 de Dezembro de 2010

Contacto: sissi@sapo.ao
url: http://sissi.pt.vu/
url: http://sissi.blogs.sapo.ao/

SISSI | Cecília Francisco Mateus Dambi

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Bom dia!

Somos um grupo de amigos que deseja ajudar a Sissi, mas ao mesmo tempo protegê-la.

Como devem compreender, temos que saber a real intenção de quem nos contacta a fim de não a expormos indevidamente.

Para vítima já chega o que tem sido desde os seus 13 anos!

Fornecemos o seguinte contacto de Portugal, que não é o dela: +351 968 743 055!

Além do descrito no site http://www.sissi.pt.vu, a Sissi recorda apenas ter sido baptizada na Igreja Católica da Sagrada Família, em Luanda, e pertencer a uma família do Sambila de nome Dambi.

Mais se recorda que a avó paterna se chamava Domingas e que viveu perto da Discoteca Faria em Sambila.

O pai da Sissi trabalhava como motorista de camiões no transporte de produtos alimentares.

A Sissi e nós, amigos da Sissi, apreciamos e registamos qualquer precioso gesto no sentido de podermos localizar os seus familiares.

Obrigado e bem hajam!

O Grupo de Amigos,

entre os quais
natalia.dequeiroz@gmail.com
jmrmeira@hotmail.com
dequeiroz@gmail.com

http://OBlogDaTelinha.pt.vu
http://BrunoMiguel.site.vu
http://JoseMeira.site.vu
http://EduardodeQueiroz.pt.vu

Skype: dequeiroz3 & dequeiroz4

Twitter: http://twitter.com/dQzQueiroz


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cicilia70














     
de www.angola24horas.com


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Linha do Tua - Reportagem Especial SIC

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Carta de Henrique Raposo a Jorge Coelho

Date: Fri, 10 Dec 2010 15:40:09 +0000
From: ?????????@sapo.pt
To:
Subject: FW: Carta de Henrique Raposo a Jorge Coelho *


Excelente!

>
> Esta carta tem de ser lida...
>
>
>
>
>
> Caro Dr. Jorge Coelho, como sabe, V. Exa. enviou-me uma carta, com
> conhecimento para a direcção deste jornal. Aqui fica a minha resposta.
>
> Em 'O Governo e a Mota-Engil' (crónica do sítio do Expresso), eu
> apontei para um facto que estava no Orçamento do Estado (OE): a
> Ascendi, empresa da Mota-Engil, iria receber 587 milhões de euros.
> Olhando para este pornográfico número, e seguindo o economista Álvaro
> Santos Pereira, constatei o óbvio: no mínimo, esta transferência de
> 587 milhões seria escandalosa (este valor representa mais de metade da
> receita que resultará do aumento do IVA). Eu escrevi este texto às
> nove da manhã. À tarde, quando o meu texto já circulava pela internet,
> a Ascendi apontou para um "lapso" do OE: afinal, a empresa só tem
> direito a 150 milhões, e não a 587 milhões. Durante a tarde, o sítio
> do Expresso fez uma notícia sobre esse lapso, à qual foi anexada o meu
> texto. À noite, a SIC falou sobre o assunto. Ora, perante isto, V.
> Exa. fez uma carta a pedir que eu me retractasse. Mas, meu caro amigo,
> o lapso não é meu. O lapso é de Teixeira dos Santos e de Sócrates. A
> sua carta parece que parte do pressuposto de que os 587 milhões saíram
> da minha pérfida imaginação. Meu caro, quando eu escrevi o texto, o
> 'lapso' era um 'facto' consagrado no OE. V. Exa. quer explicações?
> Peça-as ao ministro das Finanças. Mas não deixo de registar o
> seguinte: V. Exa. quer que um Zé Ninguém peça desculpas por um erro
> cometido pelos dois homens mais poderosos do país. Isto até parece
> brincadeirinha.
>
> Depois, V. Exa. não gostou de ler este meu desejo utópico: "quando é
> que Jorge Coelho e a Mota-Engil desaparecem do centro da nossa vida
> política?". A isto, V. Exa. respondeu com um excelso "servi a Causa
> Pública durante mais de 20 anos". Bravo. Mas eu também sirvo a causa
> pública. Além de registar os "lapsos" de 500 milhões, o meu serviço à
> causa pública passa por dizer aquilo que penso e sinto. E, neste
> momento, estou farto das PPP de betão, estou farto das estradas que
> ninguém usa, e estou farto das construtoras que fizeram esse mar de
> betão e alcatrão. No fundo, eu estou farto do actual modelo económico
> assente numa espécie de new deal entre políticos e as construtoras.
> Porque este modelo fez muito mal a Portugal, meu caro Jorge Coelho. O
> modelo económico que enriqueceu a sua empresa é o modelo económico que
> empobreceu Portugal. Não, não comece a abanar a cabeça, porque eu não
> estou a falar em teorias da conspiração. Não estou a dizer que
> Sócrates governou com o objectivo de enriquecer as construtoras. Nunca
> lhe faria esse favor, meu caro. Estou apenas a dizer que esse modelo
> foi uma escolha política desastrosa para o país. A culpa não é sua,
> mas sim dos partidos, sobretudo do PS. Mas, se não se importa, eu
> tenho o direito a estar farto de ver os construtores no centro da vida
> colectiva do meu país. Foi este excesso de construção que arruinou
> Portugal, foi este excesso de investimento em bens
> não-transaccionáveis que destruiu o meu futuro próximo. No dia em que
> V. Exa. inventar a obra pública exportável, venho aqui retractar-me
> com uma simples frase: "eu estava errado, o dr. Jorge Coelho é um
> visionário e as construtoras civis devem ser o Alfa e o Ómega da nossa
> economia". Até lá, se não se importa, tenho direito a estar farto
> deste new deal entre políticos e construtores.
>



----- Finalizar mensagem encaminhada -----


Carta circulando via email

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Recorde do maior desfile de pais natais do mundo...

Porto: Batido recorde do maior desfile de pais natais do mundo com 14 963 participantes

12 de Dezembro de 2010, 19:54
Porto, 12 dez (Lusa) -- De cavalo, carro, bicicleta, moto, a pé, de autocarro ou até mesmo de andas, o recorde do Guiness do maior desfile de pais natais do mundo voltou hoje a ser batido no Porto, com a participação de 14 963 pessoas.
A iniciativa da Câmara do Porto -- que hoje contou com a quarta edição - decorreu esta tarde nas ruas da baixa da cidade, tendo o desfile de pais natais saído da Praça da República, seguindo pela Ruas Gonçalo Cristóvão, de Santa Catarina e Passos Manuel, passando ainda pela Praça D. João I até à Avenida dos Aliados, tendo o ponto de chegada sido a Praça da Liberdade.
Em 2009 desfilaram pelas ruas da cidade do Porto, vestidos a rigor, 14 472 pais natais, tendo sido até hoje o maior desfile de pais natais do mundo, recorde do livro do Guiness.
Fonte: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11879383.html

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