TERRA D'OURO - BOAS FESTAS E PRÓSPERO ANO NOVO

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MENSAGEM DE NATAL


"A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida"

de *Laur@´s Poesias

A Administração do Barco Rabelo & Villa Regula deseja a seus leitores, colaboradores e Amigos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz, Amor, Saúde e Amizade.

A Administração

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A "NOVAS ETAPAS" DESEJA BOAS FESTAS

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VOTA PLANETA!

O Planeta vai a votos, no próximo mês de Dezembro, a uma escala mundial.

A decisão pende entre o nosso Planeta e o aquecimento global.
E tu, de que lado estás!?

A 28 de Março de 2009, mais de 1.200 milhões de pessoas deram o seu voto a favor da Terra ao apagarem as suas luzes, durante os 60 minutos da Hora do Planeta, num gesto simbólico contra o aquecimento global e as alterações climáticas.

Esse desligar do interruptor, foi a primeira escolha do mundo a favor do Planeta.

Mas a luta ainda não está no fim!

Vídeo da campanha Vota Planeta



Descarregue aqui o filme da WWF sobre a Campanha Vota Planeta.


Rumo a Copenhaga

Em Dezembro de 2009, os Chefes de Estado de todo o mundo reúnem-se, em Copenhaga, na Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas.

O compromisso é claro: assinarem um acordo global climático capaz de substituir o débil e ineficaz Acordo de Quioto, que termina em 2012.

Para garantir que este acordo é justo e eficiente, a WWF está a trabalhar a nível mundial para angariar vozes e votos suficientemente fortes para mostrar de forma inequívoca aos nossos líderes que estamos atentos e queremos uma acção concreta e indubitável contra o aquecimento global.

Por isso, a tua participação é muito importante! Este é o tempo da derradeira decisão. Ajuda a espalhar esta mensagem de alerta contra o aquecimento global!

VOTA PLANETA!

Mostra ao mundo de que lado estás.

VOTA PLANETA AQUI!

in http://www.wwf.pt/o_que_fazemos/vota_planeta/

Ver +++ em http://www.earthhour.org/Homepage.aspx & http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/especiais/copenhaga/default.htm

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COPENHAGA 2009 - EDITORIAL

Editorial
14 dias que vão definir a opinião da História sobre uma geração
07.12.2009 - 07:00

Hoje, 56 jornais em 44 países dão o passo inédito de falar a uma só voz através de um editorial comum [sobre Copenhaga]. Fazemo-lo porque a Humanidade enfrenta uma terrível emergência.


Se não nos juntarmos para tomar uma acção decisiva, as alterações climáticas irão devastar o nosso planeta, e juntamente com ele a nossa prosperidade e a nossa segurança. Desde há uma geração que os perigos têm vindo a tornar-se evidentes. Agora, os factos já começaram a falar por si próprios: 11 dos últimos 14 anos foram os mais quentes desde que existem registos, a camada de gelo árctico está a derreter-se, e os elevados preços do petróleo e dos alimentos no ano passado permitiram-nos ter uma antevisão de futuras catástrofes.

Nas publicações científicas, a questão já não é se a culpa é dos seres humanos, mas sim quão pouco tempo ainda nos sobra para conseguirmos limitar os danos.

Mas, mesmo assim, até agora a resposta a nível mundial tem sido frouxa e sem grande convicção.

As alterações climáticas estão a ocorrer desde há séculos, têm consequências que durarão para sempre, e as nossas perspectivas de as limitarmos serão determinadas nas próximas duas semanas. Exortamos os representantes dos 192 países reunidos em Copenhaga a não hesitarem, a não caírem em disputas, a não se acusarem mutuamente, mas sim a resgatarem uma oportunidade do maior fracasso político das últimas décadas. Não deverá ser uma luta entre os países ricos e os países pobres, ou entre o Oriente e o Ocidente. O clima afecta-nos a todos, e deve ser solucionado por todos.

A ciência é complexa mas os factos são claros. O mundo precisa de dar passos em direcção a limitar o aumento de temperatura a apenas dois graus centígrados, um objectivo que exigirá que as emissões de gases a nível global alcancem o seu máximo e comecem a diminuir durante os próximos cinco a dez anos. Um aumento superior, na casa dos três ou quatro graus centígrados – a subida mais pequena que podemos realisticamente esperar se ficarmos pela inacção –, secaria os continentes, transformando terra arável em desertos. Metade de todas as espécies animais extinguir-se-ia, muitos milhões de pessoas ficariam desalojadas, nações inteiras afundar-se-iam no mar. A polémica sobre os e-mails de investigadores britânicos, sugerindo que eles terão tentado suprimir dados incómodos, tem agitado o ambiente mas não causou mossa na pilha de provas em que estas previsões se baseiam.

Poucos acreditam que Copenhaga ainda consiga produzir um acordo completamente definido – progressos efectivos em direcção a um tal acordo apenas se poderiam iniciar com a chegada do Presidente Barack Obama à Casa Branca e a inversão de anos de obstrução por parte dos Estados Unidos. Mesmo hoje, o mundo vê-se à mercê da política interna norte-americana, pois o Presidente não se pode comprometer com as acções necessárias até o Congresso fazer o mesmo.

Mas os políticos presentes em Copenhaga podem, e devem, chegar a um acordo sobre os elementos essenciais de uma solução justa e eficaz e, ainda mais importante, um calendário claro para a transformar num tratado. O encontro das Nações Unidas sobre alterações climáticas do próximo mês de Junho em Bona (Alemanha) deverá ser a data-limite. Segundo um dos negociadores: “Podemos ir a prolongamento, mas não nos podemos dar ao luxo de uma repetição do jogo.”

No centro do acordo deverá constar um arranjo entre os países ricos e os países em desenvolvimento, determinando como serão divididos os encargos da luta contra as alterações climáticas – e como iremos partilhar um recurso novo e precioso: os milhões de milhões de toneladas de gases de carbono que podemos emitir antes que o mercúrio dos termómetros alcance níveis perigosos.

As nações ricas gostam de fazer notar a verdade aritmética de que não poderá haver solução até que gigantes em desenvolvimento como a China tomem medidas mais radicais do que têm feito até agora. Mas os países ricos são responsáveis pela maioria dos gases de carbono acumulados na atmosfera – três quartos de todo o dióxido de carbono emitido desde 1850. São eles que agora devem dar o exemplo, e cada país desenvolvido deve comprometer-se com cortes maiores, que dentro de uma década reduzirão as suas emissões para substancialmente menos que o seu nível de 1990.

Os países em desenvolvimento podem argumentar que não foram eles que criaram a maior parte do problema, e também que as regiões mais pobres do globo serão as mais duramente atingidas. Mas vão cada vez mais contribuir para o aquecimento, e por isso devem comprometer-se com as suas próprias medidas significativas e quantificáveis. Apesar de ambos não terem chegado tão longe quanto alguns esperavam, os recentes compromissos de objectivos de emissões de gases dos maiores poluidores do mundo – os Estados Unidos e a China – constituíram passos importantes na direcção certa.

A justiça social exige que os países industrializados ponham a mão mais fundo nos seus bolsos e garantam verbas para ajudar os países mais pobres a adaptarem-se às mudanças climáticas, e tecnologias limpas que lhes permitam crescer a nível económico sem com isso aumentarem as suas emissões. A arquitectura de um futuro tratado deve também ser definida – com um rigoroso acompanhamento multilateral, compensações justas pela protecção de florestas, e uma aceitável taxa de “emissões exportadas”, de modo que o peso possa ser partilhado mais equitativamente entre os que produzem produtos poluentes e os que os consomem. E a equidade requer também que a carga colocada sobre determinados países desenvolvidos tenha em conta a sua capacidade para a suportar: por exemplo, novos membros da União Europeia, muitas vezes mais pobres do que a “Velha Europa”, não devem sofrer mais do que os seus parceiros mais ricos.

A transformação será dispendiosa, mas muito menos do que a conta que se pagou para salvar o sistema financeiro internacional – e ainda muito mais barata do que as consequências de não fazer nada.

Muitos de nós, particularmente nos países desenvolvidos, teremos que alterar os nossos estilos de vida. A época dos voos de avião que custam menos do que a viagem de táxi para o aeroporto está a chegar ao fim. Teremos que comprar, comer e viajar de forma mais inteligente. Teremos que pagar mais pela nossa energia, e usar menos dessa mesma energia.

Mas a mudança para uma sociedade com reduzidas emissões de gases de carbono alberga a perspectiva de mais oportunidades do que sacrifícios. Alguns países já reconheceram que aceitar as transformações pode trazer crescimento, empregos e melhor qualidade de vida. Os fluxos de capitais contam a sua própria história: em 2008, pela primeira vez foi investido mais dinheiro em formas de energia renováveis do que para produzir electricidade de combustíveis fósseis.

Abandonar o nosso “vício de carbono” dentro de poucas décadas irá exigir um feito de engenharia e inovação que iguale qualquer outro da nossa História. Mas se a viagem de um homem à Lua ou a cisão do átomo nasceram do conflito e da competição, a “corrida do carbono” que se aproxima deverá ser norteada por um esforço de colaboração, de forma a alcançarmos a salvação colectiva.

Superar as mudanças climáticas exigirá o triunfo do optimismo sobre o pessimismo, da visão a longo prazo sobre as vistas curtas, daquilo a que Abraham Lincoln chamou “os melhores anjos da nossa natureza”.

É dentro desse espírito que 56 jornais de todo o mundo se uniram sob este editorial. Se nós, com tão diferentes perspectivas nacionais e políticas, conseguimos concordar sobre o que deve ser feito, então certamente os nossos líderes também o conseguirão.

Os políticos em Copenhaga têm o poder de moldar a opinião da História sobre esta geração: uma geração que encontrou um desafio e esteve à altura dele, ou uma geração tão estúpida que viu a calamidade a chegar, mas não fez nada para a evitar. Imploramos-lhes que façam a escolha certa.

O PÚBLICO foi desafiado pelo jornal diário britânico The Guardian a participar neste projecto global. A ideia original de um editorial comum foi sugerida por várias pessoas envolvidas nas questões climáticas e tornada um projecto real por The Guardian. Foi com agrado que, ao longo dos dias, vimos o número de participantes crescer para 56 jornais de 44 países de todos os continentes. Aderimos por acreditarmos na urgência desta mensagem.

LISTA DE JORNAIS: “Süddeutsche Zeitung” - Alemanha,“Gazeta Wyborcza” – Polónia,“Der Standard” - Áustria,“Delo” - Eslovénia,“Vecer” – Eslovénia,“Dagbladet Information” - Dinamarca,“Politiken” - Dinamarca,“Dagbladet” - Noruega,“The Guardian” – Reino Unido,“Le Monde” - França,“Liberation” - França,“La Reppublica” - Itália,“El Pais” - Espanha,“De Volkskrant” – Holanda,“Kathimerini” - Grécia,“Público” - Portugal,“Hurriyet” - Turquia,“Novaya Gazeta” - Rússia,“Irish Times” - Irlanda,“Le Temps” - Suíça, “Economic Observer” - China,“Southern Metropolitan” - China,“CommonWealth Magazine” - Taiwan,“Joongang Ilbo” - Coreia do Sul,“Tuoitre” - Vietname,“Brunei Times” - Brunei,“Jakarta Globe” - Indonésia,“Cambodia Daily” – Camboja,“The Hindu” - Índia,“The Daily Star” - Bangladesh,“The News” - Paquistão,“The Daily Times” - Paquistão,“Gulf News” - Dubai,“An Nahar” – Líbano,“Gulf Times” - Qatar,“Maariv” - Israel,“The Star” – Quénia,“Daily Monitor” - Uganda,“The New Vision” - Uganda,“Zimbabwe Independent” – Zimbabwe,“The New Times” - Ruanda,“The Citizen” - Tanzânia,“Al Shorouk” - Egipto,“Botswana Guardian” – Botswana,“Mail & Guardian” - África do Sul, “Business Day” - África do Sul, “Cape Argus” - África do Sul,“Toronto Star” - Canadá,“Miami Herald” – Estados Unidos,“El Nuevo Herald” – Estados Unidos, “Jamaica Observer” – Jamaica, “La Brujula Semanal” - Nicarágua,“El Universal” - México, “Zero Hora” - Brasil, “Diário Catarinense” - Brasil, “Diario Clarin” - Argentina

in http://www.publico.clix.pt/Sociedade/14-dias-que-vao-definir-a-opiniao-da-historia-sobre-uma-geracao_1412856

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MARCHA CONTRA A POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Dia 17 de Dezembro, marche mais por quem pode menos!



Marcha pela Erradicação da Pobreza e Exclusão Social

2010 é o Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social. Embora o ano só comece no dia 1 de Janeiro, um conjunto de Associações de Solidariedade Social está a organizar uma marcha solidária para antecipar a sua divulgação. Porque a Pobreza é uma violação dos Direitos Fundamentais, dia 17 de Dezembro, pelas 19h30 vamos encontrar-nos na Praça Luís de Camões e desfilar em direcção à Rua Augusta, onde se encontra uma réplica de um monumento em honra das vítimas da fome, da ignorância e da violência. Dia 17 de Dezembro, junte-se a Nós! Traga uma vela e faça parte desta marcha!

Blogue http://marchacombateapobreza.blogspot.com/
Facebook http://www.facebook.com/reqs.php#/event.php?eid=184942747182&ref=share

Publicada por Semanário PRIVADO
http://jornalprivado.blogspot.com/2009/12/dia-17-de-dezembro-marche-mais-por-quem.html

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OS U2 E "COPENHAGA 09"

U2 associam-se à cimeira de Copenhaga
Fonte: Reuters

Os organizadores querem que este vídeo percorra o mundo antes da cimeira sobre ambiente na capital dinamarquesa, de 7 a 18 de Dezembro. A banda irlandesa associou-se à cimeira, cedendo a música "Magnificent".

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A EDUCAÇÃO DOS POBRES

Alberto Gonçalves

Shakira, a estudante da lua

Quando Shakira surge na Cimeira Ibero Americana a reinvidicar educação para os pobres, a mensagem soa bem e a sua inutilidade jamais será deliberada

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O ENTALADO


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O PORTUGAL DE HOJE

Portugal à beira do seu desaparecimento

Quem o diz é quem melhor o sabe explicar: António Barreto. «Se não houvesse a Europa e se ainda houvesse Forças Armadas, já teríamos golpes de Estado.

Estamos à beira de iniciar um percurso para a irrelevância, talvez o desaparecimento. António Barreto é um sociólogo e uma voz autorizada. Talvez por ter estudado em Vila Real, viva no Porto e seja um ministro nortenho e competente que, por causa disso, viu o seu nome emporcalhado em quase todas ruas de norte a sul do País. Tudo porque travou a reforma agrária que apregoava «a terra é de quem a trabalha».

Este homem desassombrado, tal como Medina Carreira e outros que sendo de esquerda, já dela se divorciaram por amor à verdade e à justiça, tem sido das vozes mais credíveis da nossa praça, a braços com uma crise sem precedentes, porque já contaminou todas as classes, incluindo aquelas que o povo sempre considerou como reserva moral da Nação.

O Presidente da República já não é ouvido. O governo está atulhado em suspeições do mais grave que pode haver. Ninguém o leva a sério porque se olha para trás e se vêem presos ou em vias disso, aqueles que simbolizaram a esperança de muitos de nós. A justiça não funciona. Conseguiu entupir os tribunais com os processos do jet set nacional.

As Forças Armadas perderam o prestígio que qualquer «escriba», de copo de vodka na mão, tipo A. Lobo Antunes, destruiu, graças ao marketing de editoras sem escrúpulos que corrompem tudo e todos para impingirem, como excelente, aquilo que deveria ser queimado em fogueiras democráticas.

Ouvimos ontem (27) na televisão pública dizer que José Penedos auferiu até ser suspenso pelo tribunal, um vencimento anual de 600 mil euros, ou seja: 46 mil por mês, mais as mordomias do burguesia mais avançada. Quando Armando Vara, por causa da «face oculta» foi manchete na imprensa diária, escreveu-se a toda a largura da página: «Vara vai perder, 34 mil euros/mês».

Coitado! Tenho uma pena enorme, pelo «desemprego» temporário deste felizardo que comandou as revolucionárias operações da Ponte sobre o Tejo, em pleno Cavaquismo...

Ainda não consegui entender porque é que antes das eleições legislativas e autárquicas já tresandavam na imprensa os escândalos como o da «asfixia» e das escutas ao Presidente da República, que fizeram descolar as sondagens entre os dois primeiros partidos. E o da «face oculta», só rebentou depois de terminar o ciclo eleitoral.

Muito menos entendo como se compreende que entre o Procurador Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, haja tamanha tensão que venham - e outro - para as televisões esgrimir argumentos que nunca deveriam existir entre órgãos tão importantes. São esses casos, mais o do tempo de antena concedido à Procuradora - Geral Adjunta, Cândida Almeida (que se sabe ter andado de braço dado com Mário Soares na sua campanha eleitoral) que fazem os cidadãos descrerem do apregoado chavão de que a «justiça é igual para todos».

Sabe toda a gente que cada vez mais, esse princípio é cada vez menos verdadeiro e irreal.

Os sucessivos casos do Freeport, da Casa Pia, da Face oculta, demonstram que essa linguagem é pura ficção e demagogia em que só acredita quem é subsidio-dependente do poder político.

Alguém me dizia há dias que apenas se mexe nas leis, sempre que políticos graúdos caem nas malhas do crime. Não se compreende que o último governo, irmão-gémeo do actual, tenha feito uma lei na qual se isentam das escutas o Presidente da República, o Presidente da República e o Primeiro Ministro. Como, entretanto, alguns tubarões do regime, foram apanhados na rede, eis que já falam à boca cheia, que urge alterar essa lei. Porque será que os partidos não mexem em leis que vêm do tempo do Estado Novo e que ninguém lhe mexe porque somente respeitar à raia miúda?
Há dias as televisões abriram os microfones ao Director do Banco de Portugal para (diante das televisões) bradar que não se deviam aumentar os funcionários públicos e as classes silenciadas.
Corre à boca cheia que as finanças andam pelas ruas da amargura e que com o chumbo, pela oposição, de leis previstas para entrarem em vigor, em Janeiro próximo, torna o país ingovernável.

Sabe-se, contudo que O Tribunal de Contas acaba de comprar treze viaturas de luxo para o Presidente, Vice-presidente e onze Juízes de nomeação política, no valor de 665,505 euros, (133 mil contos). Também se sabe que o Presidente da Caixa G. Depósitos aufere 26,500 euros/mês, Victor Constâncio 18 mil, Guilherme Costa, RTP, 18 mil, José Alberto de Carvalho (RTP), 16 mil, Luís Goucha (TVI), 35 mil, Alexandre Lencastre, 20 mil, Eurodeputados 10.511mil e Presidente da Câmara de Lisboa, 11 mil, Se duvidam consultem a revista Sábado, de 8/14 de Outubro.

Quando se deu o 25 de Abril, os vencimentos dos ministros eram de 7.500$00. Mas sem mais mordomias. Os quadros médios auferiam entre 4/5 contos. As carreiras e categorias estavam todas niveladas. Não se podia ser Técnico Superior da Função Pública sem ter uma licenciatura (de 5 anos). Agora qualquer chefe de secção ou de repartição de Câmaras, com o antigo 9º ano, tem essa categoria e o correspondente vencimento. Dos políticos poucos faziam profissão. Agora profissionalizou-se desde o tesoureiro da Junta de Freguesia ao Presidente da República. Como é que um país que destruiu as fábricas, reduziu à área de pesca e paga aos lavradores para não produzirem, pode sobreviver?

Por Barroso da Fonte, Dr.

in http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEdicao=288&id=17916&idSeccao=3237&Action=noticia
Edição de 04-12-2009

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UNIÃO EUROPEIA - TRATADO DE LISBOA


As grandes mudanças do Tratado de Lisboa

Ver +++

O Tratado já está nem vigor

Ver +++

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