NEDA, o rosto que chama a revolta

24.06.2009, Ana Fonseca Pereira

Em farsi, o seu nome significa "voz" ou "chamamento". E as imagens da sua morte, durante os protestos do último fim-de-semana, transformaram-na no símbolo da revolta que varre as ruas de Teerão. Os amigos dizem que adorava viajar e não tolerava injustiças. O regime quer que seja esquecida


O vídeo chegou ao e-mail de Hamed, um refugiado iraniano na Holanda, na tarde de sábado. Um amigo telefonara-lhe pouco antes a contar que uma manifestante tinha sido morta ao seu lado, durante mais um protesto contra a reeleição do Presidente Mahmoud Ahmadinejad. O amigo captou o incidente no seu telemóvel e, pouco depois da conversa, as imagens chegavam ao e-mail de Hamed que, em cinco minutos, as colocou no Facebook e no YouTube. "As imagens chocaram-me muito", contou o jovem iraniano ao Guardian: "Mas senti que tinha de as divulgar porque mostram ao mundo o que se está a passar no meu país."

-----------------------------------------------------------

Há 20 anos, milhões assistiram incrédulos às imagens de um manifestante anónimo a enfrentar sozinho os tanques na Praça de Tiananmen, em Pequim. Agora, é a morte quase em directo de uma jovem nas ruas de Teerão que está a chocar o mundo, dando à revolta que há mais de dez dias varre a capital iraniana uma mártir e um símbolo da luta contra a repressão.
Sem o compreender, a poderosa hierarquia religiosa iraniana estava a sofrer, através da Internet, um dos piores reveses dos 30 anos de história do seu regime.
No espaço de horas, as redes sociais na Internet foram inundadas pelas imagens de Neda - quando ainda não se sabia se era esse o seu nome - e por alusões ao sucedido. Nesse mesmo dia, posters com o rosto ensanguentado da jovem surgiram numa manifestação contra o regime de Teerão em Los Angeles, onde reside a maior comunidade iraniana no estrangeiro. E tudo sem que os jornalistas conseguissem sair à rua para cobrir os protestos dos apoiantes de Mir-Hossein Mousavi.
As restrições à imprensa estrangeira e a censura nos jornais iranianos dificultaram a confirmação da história a circular na Internet e só aos poucos, quase sempre a medo, familiares e amigos de Neda aceitaram falar. O mito estava criado, mas a história tardava.
Apaixonada por viagens
Neda Agha-Soltan. Era o seu nome completo. Tinha 26 anos e era a segunda de três filhos de um funcionário público e de uma dona de casa de Teerão. Uma entre milhões de jovens iranianos nascidos depois da Revolução Islâmica de 1979, criados nos subúrbios em rápido crescimento da grande metrópole do Irão.
Estudante de Filosofia Islâmica na Universidade Azad, em Teerão, Neda decidiu que o seu futuro passaria pelo turismo e inscreveu-se num curso para guias turísticos. A escolha da carreira, contam os amigos, era uma cedência à sua paixão pelas viagens, a sua curiosidade pelo mundo longe dos ditames da República Islâmica. Apesar dos modestos recursos, juntou dinheiro para visitar a Tailândia e o Dubai e, há apenas dois meses, a Turquia.
Neda - cujo nome significa "voz" ou "chamamento" em farsi - adorava também música. Era uma cantora dotada (num país onde as mulheres estão proibidas de cantar em público) e tinha aulas de piano. "Era tão cheia de alegria. Era um raio de luz", disse ao correspondente do Los Angeles Times o seu professor de Música, Hamid Panahi.
Era Panahi quem a acompanhava no sábado. É ele quem se ouve nas imagens que correram mundo: "Não tenhas medo, não tenhas medo. Querida Neda, não tenhas medo." Deitada no asfalto, de braços inertes e olhos abertos, a jovem estaria já inconsciente quando o sangue começa a sair-lhe pela boca e pelo nariz apesar dos esforços desesperados de um médico que tentou ajudá-la.
Ignorando os alertas feitos pelas autoridades, Panahi contou aos jornalistas que ficaram presos no trânsito quando se dirigiam, com outros amigos, para a concentração prevista para essa tarde. Os tumultos estavam ainda longe e os dois decidiram sair para apanhar ar e ver o que se estava a passar. Ela estaria ao telemóvel quando soou o tiro: "Sem que ela tenha atirado sequer uma pedra, eles mataram-na." Panahi diz ter ouvido apenas um tiro e recorda as últimas palavras de Neda - "Estou a arder, estou a arder" - mas confessa não saber quem disparou.
Com as imagens a correr mundo, as autoridades iranianas acusaram "terroristas armados" de terem disparado contra "vários manifestantes" e garantem que a polícia não tem ordens para abrir fogo sobre as multidões. "Eles são apenas treinados para usar o equipamento antimotim", disse o chefe da polícia de Teerão, Azizollah Rajabazadeh.
Mas a família e os líderes da oposição responsabilizam a milícia Bassiji, um grupo paramilitar dependente dos Guardas da Revolução. Num post na Internet, o médico que a assistiu afirma que o disparo terá sido feito por um sniper, refugiado num telhado próximo. Panahi diz que testemunhas viram um grupo de agentes à paisana infiltrar-se na multidão antes dos disparos.
Um símbolo
A morte de Neda deu aos manifestantes uma heroína, uma mártir - um conceito "muito profundo" na política moderna iraniana e na tradição xiita, explicou ao P2 Sanam Vakil, professora de Estudos do Médio Oriente na John Hopkins University, em Washington. Desde o imã Hussein (o neto do profeta Maomé, morto na batalha de Kerbala contra um califa que considerava ilegítimo) que "o sacrifício pessoal em nome de uma causa" se tornou doutrina para os xiitas. E foi o culto dos mártires que morreram pela pátria que manteve o regime unido durante a guerra com o Iraque.
Mas Vakil explica que mais do que uma mártir - o que faria com que partíssemos do princípio que o seu sacrifício foi voluntário - Neda tornou-se "um símbolo importante" dos milhões que se mobilizaram com a candidatura de Mousavi e pelas suas "aspirações colectivas". "Ela era jovem, educada, aberta ao mundo e foi brutalmente assassinada", dizia ontem à tarde, por telefone, esta professora iraniana. A sua morte, acrescentou, "representa também as violações dos direitos humanos dos últimos 30 anos" cometidas no Irão.
Mashallah Shamsolvaezin, porta-voz da Sociedade para Defesa da Liberdade de Imprensa no Irão, concorda. O vídeo deu "um rosto" às vítimas e "mostrou que esta jovem era inocente e não estava a destruir coisas quando foi morta", explicou ao Financial Times.
E na Internet os bloggers fazem eco da revolta. "Eu estou viva, mas a minha irmã morreu. Ela queria apenas que o vento fizesse esvoaçar o seu cabelo; era queria ser livre", escreveu uma mulher com o nome de Hana no blogue de Mehdi Karroubi, o candidato reformista que se juntou aos protestos liderados por Mousavi. Uma conta criada no Facebook em sua memória chama-lhe Anjo da Liberdade.
Mas a família garante que Neda não era uma activista política. "O objectivo dela não era [apoiar] Mousavi ou Ahmadinejad. A sua missão era o país", disse o noivo Caspian Makan, ao serviço persa da BBC. Ao LA Times, a amiga Golshad recordou que tanto ela como os pais aconselharam Neda a não ir às manifestações de sábado. Mas ela era teimosa e, num arrepiante presságio, respondeu: "Não te preocupes. É apenas uma bala e depois acaba tudo."
O professor de Música sublinha: "Com a sua presença ela queria dizer: 'Estou aqui, também votei e o meu voto não foi contado.'" Foram as fraudes denunciadas pela oposição que a levaram a sair para a rua. "Ela não conseguia suportar a injustiça", diz Panahi.
Funeral
Alarmado com a rapidez com que as imagens foram difundidas, o Governo apressou-se a minimizar os estragos. O noivo contou à BBC que o corpo de Neda "foi levado para uma morgue fora de Teerão" e só o entregaram à família sob a condição de o funeral ser rápido e discreto.
Neda foi sepultada no cemitério de Behesht Zahra, nos arredores da capital, num talhão que, garante Makan, foi reservado para os mortos dos confrontos da última semana. Segundo o LA Times não foram autorizados cânticos nem discursos.
No dia seguinte, um serviço em sua memória na mesquita do bairro onde morava foi proibido e os locais de culto da cidade receberam instruções para não aceitarem cerimónias com o seu nome. A família foi também obrigada a retirar os panos pretos que pendurara na fachada da sua casa, em sinal de luto.
Num país onde o luto tem os seus rituais definidos - é assinalado ao terceiro, sétimo e 40º dia após a morte -, as autoridades querem negar quaisquer pretextos para novas manifestações. Mas se a repressão policial pode dissuadir as pessoas de protestarem nas ruas, a juventude iraniana mantém viva a revolta na Internet e promete não esquecer Neda. Os blogues e o Twitter são as suas armas.


| | Read More »

NEDA, o novo símbolo da luta iraniana

Factos sobre Neda Soltan



- Nasceu no Irão e é a segunda de três filhos.

- O seu pai era um funcionário público e a sua mãe dona-de-casa.

- Estudou Filosofia Islâmica na Universidade de Azad em Teerão.

- Estudou para ser guia turística e teve aulas de turco na esperança que o seu emprego a levasse a viajar para outros países.

- Tocava piano e cantava. Gostava de música pop persa.

- Gostava da poesia do iraniano Rumi e do Americano Robert Frost.

- Estava noiva do fotojornalista Caspian Makan, de 37 anos, que tinha conhecido na Turquia dois meses antes de morrer.

- Ignorou os avisos dos amigos que a aconselhavam a não participar nos protestos. «Não se preocupem, basta uma bala e acaba tudo», argumentava.

- Foi atingida na zona do peito às seis e meia da tarde do dia 22 quando se encontrava numa fila de trânsito na Rua Karegar, ao dirigir-se para uma manifestação.

- Apesar de as imagens divulgadas parecerem mostrar o momento da sua morte, Neda só acabou por falecer a caminho do Hospital Shariati.

- A sua família foi proibida de fazer um funeral numa mesquita ou de colocar panos negros no exterior do seu apartamento em Teerão.

- Foi enterrada no cemitério de Behesht Zahra na zona sul de Teerão.

- Os média locais foram proibidos de relatar a sua morte e os seus amigos souberam da notícia através de parentes que vivem no estrangeiro.

- O vídeo com imagens dos seus últimos momentos filmado por transeuntes com vida tornou-se um fenómeno global através de várias redes sociais na internet, como Twitter ou o Facebook.

| | Read More »

CORETO!... OS RESPONSÁVEIS!!!

email de: O Coreto
para: pelorioabaixo@gmail.com
data: 22 de junho de 2009, 21:15
assunto: O Coreto Alexandre Herculano: Os responsáveis!!!
enviado por: blogger.bounces.google.com

O Coreto enviou-lhe uma hiperligação para um blogue:

O Coreto Alexandre Herculano, que outrora existiu no jardim Alexandre Herculano, na Capital do Douro, Peso da Régua, jaz quase moribundo no antigo matadouro, em Godim!...

Peso da Régua, 22 de Junho de 2009
Alfredo Tomaz,

Blogue: O Coreto Alexandre Herculano
Mensagem: Os responsáveis!!!
Hiperligação: http://o-coreto-da-regua.blogspot.com/2009/06/caros-amigos-eis-equipa-directa-e.html

--

Suportado pelo Blogger
http://www.blogger.com/

| | Read More »

FUTSAL - TRÁS-OS-MONTES NA 1.ª DIVISÃO NACIONAL

14/06/2009 FUTSAL
Mogadouro, UTAD e Boticas
Três equipas transmontanas na 1ª Divisão 09/10

A próxima época da 1ª Divisão vai ter a presença inédita e curiosa de três equipas transmontanas - Mogadouro (Distrito de Bragança), Boticas e UTAD (ambas do Distrito de Vila Real) - que garantem, entre outros aspectos, seis dérbis regionais interessantes, e promoção e desenvolvimento do futsal no interior (neste particular referência ainda para o Fundão, bem como o Instituto D. João V).

- Boticas pertence ao Distrito de Vila Real, limitado a oeste e noroeste por Montalegre, a leste por Chaves, a sueste por Vila Pouca de Aguiar, a sul por Ribeira de Pena e a sudoeste por Cabeceiras de Basto.

- Vila Real é uma cidade portuguesa, capital de Distrito de Vila Real, limitado a norte por Ribeira de Pena e Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto.

- Mogadouro pertence ao Distrito de Bragança, limitado a norte por Macedo de Cavaleiros e Vimioso, a nordeste por Miranda do Douro, a sueste pela Espanha, a sul por Freixo de Espada à Cinta e por Torre de Moncorvo, e a oeste por Alfândega da Fé.

- 1ª Divisão 2009/2010
Mogadouro (Distrito Bragança)
Boticas (Distrito Vila Real)
UTAD (Distrito Vila Real)
Fundação Jorge Antunes (Distrito Braga)
Freixieiro (Distrito Porto)
Alpendorada (Distrito Porto)
Fundão (Distrito Castelo Branco)
Instituto D. João V (Distrito Leiria)
Benfica (Distrito Lisboa)
Sporting (Distrito Lisboa)
Belenenses (Distrito Lisboa)
SL Olivais (Distrito Lisboa)
Vila Verde (Distrito Lisboa)
Onze Unidos (Distrito Lisboa)

| | Read More »

O PIOR EMPREGO DO MUNDO... OFERECE-SE!...

MASSAGISTA DE MODELOS...



PARA NÃO HAVER SOBREPOSIÇÃO DE SONS, O ESTIMADO LEITOR DEVE DESLIGAR O SOM DO PLAYER RPRA - Rádio "Pelo Rio Abaixo!...".

| | Read More »

DOURO SUPERIOR, A TERRA PROMETIDA!

A terra prometida no Douro Superior
As vinhas do futuro estão a nascer no Douro Superior
No lado nascente da estrada que liga Vila Nova de Foz Côa aos confins do Douro Superior está a nascer a nova terra prometida do vinho português. Quem por ali passasse há apenas uma década olharia o planalto que acaba abruptamente no rio e poderia confrontar-se com uma paisagem solitária feita de arbustos rasteiros e de pequenos muros que recordavam ancestrais práticas de agricultura e da pastorícia.

Texto: Manuel Carvalho
Fotos e vídeo: Nelson Garrido

in http://static.publico.clix.pt/docs/local/terraprometida/

ver vídeo

| | Read More »

OS POLÍTICOS QUE TEMOS!...

Vasco Lourenço afirma que «homenagem de PR não compensa erro»
10 de Junho - 10:37

O Presidente da República (PR) homenageou esta manhã, de quarta-feira, o capitão de Abril, Salgueiro Maia. No entanto, no Dia de Portugal volta à memória o facto de Cavaco Silva ter recusado uma pensão ao capitão de Abril, há 20 anos. Vasco Lourenço considera que «há erros que não se corrigem» e esta homenagem foi apenas forçada pelas circunstâncias.

O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, comentou esta quarta-feira à TSF a homenagem que o Presidente da República, Cavaco Silva, prestou ao capitão de Abril, Salgueiro Maia.

Na opinião de Vasco Lourenço «há erros que se cometem e que não podem ser corrigidos», como quando há 20 anos quando era primeiro-ministro, Cavaco Silva recusou atribuir a Salgueiro Maia uma pensão por «serviços excepcionais e relevantes».

Uma decisão tão mais polémica porque e, na mesma altura, Cavaco Silva concedeu essa pensão a dois antigos inspectores da PIDE.

«Em vida trataram-no, [a Salgueiro Maia], muito mal e agora está a homenagear. E como o 10 de Junho é em Santarém era difícil não o homenagearem dado que ele é uma figura cimeira de Santarém. A sensação com que se fica é que é homenageado um pouco à força», sublinhou Vasco Lourenço.

Já esta manhã, o Presidente da República homenageou em Santarém o capitão de Abril, uma atitude classificada por Vasco Lourenço como «uma solução forçada pelas circunstâncias».

O presidente da Associação 25 de Abril lamentou ainda do facto de não ter sido convidado a assistir à homenagem a Salgueiro Maia.

«Não fui convidado ou informado. É o país e os responsáveis políticos que temos, portanto é tudo natural», concluiu.

| | Read More »

JOSÉ LEONES LIMA

Newsletter - editalivros.com


Exmo(a). Sr(a). 

    José Leones Lima tem 54 anos, é paraplégico com 80% de incapacidade, em Agosto de 2007 e 2008 cruzou Portugal de Norte a Sul em cadeira de rodas, demonstrando ao  longo de quase 900 km como a força de vontade nos pode  ajudar a alcançar as nossas metas.  No próximo dia 1 de Agosto estará de novo em prova de Monção a Quarteira!

Agora, todos podemos conhecer os detalhes dessa aventura, adquirindo um exemplar da sua obra "De Norte a Sul ", um livro sobre a viagem de 2007.


"Se pode, ajude-me a ultrapassar esta terrível crise, seja solidário, adquira um livro meu!"

Autor  J. Leones Lima  - Livros editados:                Títulos disponíveis:

Autobiografia ligeiramente ficcionada Culpado me Confesso 
Primeiro romance - O Doce amargo da Conquista 
Narrativa ficcionada sobre a viagem de 2007 - De Norte a Sul 
Segundo Romance - Ecos Nostálgicos 

2006 - Esgotado.
2007 Em venda -  Segunda Edição.
2008 - Em venda.
2009 - Lançamento durante o primeiro semestre de  2009.

Qualquer das obras tem o valor de 14,00 euros, acrescidos dos portes via CTT, e podem ser pagos à cobrança.

   Se já leu: Culpado me Confesso O Doce Amargo da Conquista e De Norte a Sul, brevemente poderá desfrutar do romance, Ecos Nostálgicos. 
    De salientar que o Autor vive exclusivamente da venda dos seus livros e, é através da mesma que assegurar a continuidade dos seus treinos.
    Participe também solidariamente, fazendo o favor de divulgar esta newsletter entre os seus amigos! 

Para adquirir qualquer uma das obras acima referidas deverá contactar o autor por um dos seguintes  meios:  

    E-mail:        geral@editalivros.com
    Telefone: 
   258 838 070
    Telemóvel: 
969 268 970
    Morada: 
   Av. 25 de Abril, 105, R/C Dto., Monserrate - 4900-496
                        Viana do Castelo.  Portugal

    Links interessantes:
 
   http://vpcr.planetaclix.pt (site do clube VPCR - Volta a
    Portugal em Cadeira de Rodas) 

    http://webleones.home.sapo.pt (site do autor) 

    
http://www.editalivros.com (site da editora) 
    Próximo desafio (2.300 km em cadeira de rodas)


Antes de imprimir pense na sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!

O presente, destina-se única e exclusivamente a informar trimestralmente potenciais leitores, e não deve ser considerado SPAM. 
Caso pretenda, reenvie este e-mail com o assunto
 
REMOVER.
     (Directiva 2000/31/CE e relatório A5-0270/2001 do Parlamento Europeu)

| | Read More »