O QUARTETO DO MUSEU DO DOURO

«O Quarteto do Museu 

(Não se entende esta ideia do Museu do Douro em contratar um quarteto residente. É afastar-se completamente da finalidade e objectivos para que foi criado. Então não era mais correcto estabelecerem parcerias com o Conservatório Regional, com as bandas filarmónicas durienses e com os grupos etnográficos da região, que estão implantados no terreno, têm riqueza patrimonial, cultural, e poderiam dar ao Museu uma programação variada e exclusivamente duriense?
Teme-se que a época dos inócuos caprichos palacianos, que caracterizou a anterior Direcção, volte às práticas do Museu do Douro)

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O trabalho no Museu do Douro não anda por aí além. Com a mudança de Direcção augurava-se uma nova era, mas, um pouco veladamente, algum descontentamento vai-se instalando. A actuação do Museu tem revelado alguns embaraços, manifestados na precariedade da sua programação, na lentidão com que trata acções que se requeriam com mais genica, nalguma confusão instalada e da dificuldade em fazerem cumprir os objectivos para o qual aquela instituição foi criada. É muito provável que, até sobre o ponto de vista da estrutura humana do Museu, haja muitas lacunas, isto é, falta de especialistas em certas matérias essenciais e excesso de outros em áreas menos importantes. 
A recente ideia da contratação de um quarteto residente é a prova de que se pretende resolver certas falhas da forma mais cómoda. Contudo, também mais onerosa e que, provavelmente, menos contribuirá para o cumprimento dos objectivos que deviam nortear as acções do Museu. Antes de mais queria ressalvar que não está em causa a qualidade do quarteto, composto por quatro músicos de craveira reconhecida e de excelente reputação. A questão é outra, e envolve um trabalho muito mais alargado e exaustivo, mas também muito mais interessante e genuinamente duriense.
Se a questão, antes de mais, é de programação musical e não outra, ou seja, se o Museu entende que deve ter apoio musical, devia fazê-lo de acordo com o que define estatutariamente a sua finalidade. 
Vejamos.
A região é suficientemente rica musicalmente para “abastecer” o Museu. O Conservatório Regional de Vila Real movimenta 1500 alunos de todo o Douro, tem um corpo docente considerável, pratica vários géneros musicais em todos os instrumentos, está preparado para variados concertos desde a “solo” até orquestral. 
As bandas filarmónicas da região possuem, quase todas elas, escolas de música e também são uma mais valia musical inestimável.
Os grupos etnográficos, desde os mais avançados e que lidam com o tratamento da música étnica, até aos denominados “ranchos folclóricos”, também são representativos do Douro, das suas tradições musicais e vivenciais. 
Há ainda compositores e executantes oriundos da região que continuam a trabalhar nela, e que são de reconhecida qualidade.
Toda esta gente está implantada no terreno, conhece a música duriense, desde a clássica à folclórica, tem um manancial cultural muitas vezes desconhecido e, acima de tudo, são de cá e fazem as coisas de cá. 
Porque não, então, estabelecer parcerias de colaboração entre eles e o Museu do Douro?
Para além de garantir uma programação variada, estimular-se-ia a investigação, dava-se a conhecer os músicos durienses, muito da riqueza documental poderia passar para as mãos do Museu, e tudo isto ficaria mais barato.
Apesar de não saber o preço, tenho a certeza de que o quarteto é caro. E é também limitado. Um quarteto é um quarteto, o repertório existente e interessante para este tipo de agrupamento, não é tão vasto e variado como se possa pensar. E depois, será que haverá paciência para ouvir repetidamente um quarteto hoje e amanhã? Haidn, Mozart, Vivaldi, são geniais, mas têm alguma coisa a ver com o Douro? Com um Museu que se pretende do Douro?
No fundo, optou-se pela solução mais fácil e que dá menos trabalho. Entrega-se um serviço musical a um quarteto, e pronto!
A cultura duriense não vai beneficiar em nada com este agrupamento residente. Vão-se gastar milhares que poderiam ser aproveitados pela região na divulgação da sua música. E depois, digam lá: será que alguém vem do Porto ou de Lisboa à Régua para ouvir um quarteto de cordas tocar? Será que mesmo os estrangeiros que nos visitam não preferiam algo de mais genuíno e regional? Por outras palavras: alguém vai daqui ao Algarve, aos Açores, a Cuba, à Austrália, à República Dominicana, para ouvir um quarteto de cordas tocar Haidn?Contudo, esta questão é mais vasta. Muito mais vasta e que se prende, como falei, com a estrutura humana do Museu que, repito, é excessiva em assuntos de somenos importância, e deficitária em áreas essenciais para que o Museu cumpra com os objectivos para que foi criado.
Teme-se que a época dos inócuos caprichos palacianos, que caracterizou a anterior Direcção, volte às práticas do Museu do Douro.

Por Francisco Gouveia, Engº.
gouveiafrancisco@hotmail.com»

Com a devida Vénia ao Notícias do Douro, de 29/05/2009

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FESTA DO VINHO E PRODUTOS REGIONAIS' 09

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A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

Vinhos com denominação Porto e Douro terão de ser engarrafados na origem
NEGÓCIOS
21/05/09, 17:55
OJE/Lusa
O Governo aprovou hoje o novo estatuto das denominações de origem e indicação geográfica da Região Demarcada do Douro, estabelecendo a obrigatoriedade do engarrafamento na origem dos vinhos com denominação "Porto" e "Douro".
Este decreto foi apresentado no final do Conselho de Ministros pelo titular da pasta da Presidência, Pedro Silva Pereira, que defendeu que o decreto irá "simplificar e unificar diferentes diplomas, revogando 15, alguns deles do início do século passado".

Com o diploma "o Governo visa o reforço da protecção das denominações de origem Porto e Douro, a protecção da qualidade e a defesa dos interesses dos consumidores", frisou.

Neste contexto, o ministro da Presidência salientou que se estabelece "a obrigatoriedade do engarrafamento dos vinhos com denominação de origem Porto e Douro".

"Estamos perante medidas de salvaguarda destes produtos tão importantes para a economia nacional e para o desenvolvimento regional", acrescentou.


in http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=C32FD067-0BC2-4366-9A04-208E8B2DB854&contentid=9CDF625D-0E37-47E3-AC11-5CC9350E7524

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ACÇÃO DE PROTESTO CONTRA CAMPANHA EDP-BARRAGENS

Do Movimento Cívico pela Linha do Tua:

Caros amigos,

Tendo tido conhecimento da iniciativa do Luis Avelar, de protestar em frente às instalações da EDP, em Lisboa, contra a campanha publicitária e enganosa desta empresa, o Movimento Civico pela Linha do Tua não podia deixar de se solidarizar com esta acção e apelar a todos que tenham disponibilidade para o fazer, que se desloquem também para a Praça do Marquês de Pombal, amanhã, quarta-feira, dia 20 de Maio. Agradecemos, no entanto, que contactem previamente o Luis Avelar. Mais informações e contacto, seguem abaixo.

Em defesa da Linha do Tua, agradecemos a participação e a divulgação desta acção de protesto.

Atentamente, 

Movimento Cívico pela Linha do Tua


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From: Luís Avelar 
Date: 2009/5/18
Subject: NOTA de IMPRENSA - Acção Protesto 20 de Maio contra campanha EDP-Barragens


Acção de protesto contra campanha EDP-Barragens
20 de Maio 9.00h às 13.00h

Procurando dar seguimento ao profundo descontentamento para com a inqualificável campanha da EDP-Barragens, irei, em nome individual, exercendo o meu dever de cidadania em defesa da conservação da Natureza, do meio Ambiente, realizar uma acção de protesto (com faixa) no dia 20 de Maio junto à entrada do "pólo de Sustentabilidade" da EDP na Praça Marquês de Pombal entre as 09.00 e as 13.00h.

"Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco" Edmund Burke

Luis Cunha Avelar
961122437

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COMUNICADO DO MCLT

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Comunicado do MCLT

 

Declaração de Impacte Ambiental da Barragem do Tua

 

 

A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem do Tua, emitida esta semana pelo Ministério do Ambiente, constitui uma afrontosa e anti-democrática testemunha de todo o processo de favorecimento tácito oferecido à EDP no Vale do Tua. Este surreal parecer favorável a uma empresa que aparece inicialmente com direitos de preferência, que rebenta sem licenciamento e veda ao acesso público as margens do Tua impunemente, e que lança agora uma esfusiante campanha de publicidade enganosa sobre barragens, é uma mancha inqualificável na Democracia Portuguesa.

 

Não podemos deixar de referir e estranhar que o parecer do MCLT, enviado atempadamente, não seja mencionado no documento publicado ontem. Esperamos que sejam esclarecidas rapidamente as razões para esta omissão uma vez que a confirmarem-se erros desta natureza, poderia colocar em risco a credibilidade desta instituição, a Agência Portuguesa do Ambiente.

 

Esta mesma DIA fez tábua rasa de tudo o que a pudesse contradizer:

 

- O caderno de encargos da Barragem do Tua, onde se exige a reposição de vias por alternativas com igual valência. Refira-se neste caso a Barragem da Valeira, onde a EDP teve de pagar uma alternativa ferroviária à Linha do Douro, que incluiu 2km de via, uma nova travessia do Douro e uma nova estação;

 

- O Estudo de Impacte Ambiental, que conclui da forma mais categórica possível que a barragem trará “impactes muito negativos ao nível da economia local, em particular para agricultura e agro-indústria, com repercussões também muito negativas ao nível do emprego e dos movimentos e estrutura da população”, numa região que “não facilita o estabelecimento de percursos tradicionais de transporte colectivo rodoviário”;

 

- Orientações totalmente contrárias a esta barragem em documentos oficiais de Ordenamento do Território e do Turismo, como sejam o PENT, o PROTN e o próprio PNPOT, onde se pode inclusivamente concluir que esta barragem se encontra em “troço de influência de ruptura de barragem” e “perigo de movimento de massas”;

 

- Pareceres contrários de órgãos como o IGESPAR e a APPI (órgão consultor da UNESCO em Portugal), do próprio Ministério dos Transportes, e os 85% de pareceres negativos enviados no âmbito da discussão pública do EIA.  

 

A DIA não obriga à construção de nenhuma alternativa ferroviária, ao contrário do que já foi veiculado em alguns órgãos de comunicação social. Este refere apenas a “análise da viabilidade de construção de um novo troço de linha férrea”, apontando de forma pressurosa para uma alternativa fluvial no caso de não se optar pela ferrovia. A viabilidade da Via Estreita está demonstrada, pelo investimento a ser realizado nas linhas do Corgo e do Tâmega, e pelas reaberturas e sucesso geral da Via Estreita em países como a Espanha, Suíça e Japão, não admitindo da nossa parte critérios economicistas quando os Metros de Lisboa e do Porto acumulam prejuízos de centenas de milhões de euros.

 

A única defesa desta barragem aparece na forma da produção de energia eléctrica, o que é totalmente irreal. Na verdade, o contributo da barragem do Tua será no máximo de 0,5%, valor suportado em 75% e a 1/3 do custo apenas pelo reforço de potência a realizar na barragem do Picote; juntando os reforços de potência a realizar no Picote, Bemposta e Alqueva, consegue-se produzir o mesmo que 3 barragens do Tua!

 

Que desenvolvimento advirá para a região, quando edis como o de Montalegre e de Miranda do Douro, com 5 e 2 barragens respectivamente, não recebem da EDP nem o suficiente para pagar a iluminação pública dos seus concelhos? Como poderá o Turismo sair beneficiado com mais outro espelho de água e com a perda de valores genuínos e únicos? Que medidas poderão proteger da extinção os 19% de espécies de vertebrados e as 14 espécies de aves presentes no Tua com estatuto de ameaçados, e da destruição os habitats de leito de cheia, que agregam 20% das espécies RELAPE de Trás-os-Montes?

 

Volta a ser mais uma vez altamente conveniente um acidente em vésperas de uma data importante para a Linha do Tua, desviando a atenção da opinião pública para “outro acidente”, ao invés de dar ênfase à emissão da DIA. Aguardamos o apuramento das suas causas, tal como o apuramento de responsabilidades ainda não assumidas sobre os anteriores acidentes.

 

O Governo, pela voz do Ministério do Ambiente, levantou a sua mão e aplicou sem piedade uma bofetada no futuro e dignidade não apenas de Trás-os-Montes e Alto Douro, mas de Portugal inteiro. Esta DIA é uma afronta, e deve ser emendada o mais rapidamente possível, sob pena de encontrar uma mais resoluta onda de contestação contra uma barragem que ninguém defende com critérios válidos.

 

O MCLT não está sozinho nesta luta, e muito falta ainda por dizer e fazer, num ano em que a população expressará de forma determinante a sua soberania. Não ficaremos de braços cruzados perante esta decisão intolerável.

 

Movimento Cívico pela Linha do Tua, 13 de Maio de 2009

www.linhadotua.net

 

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MEIA MARATONA DO DOURO VINHATEIRO


Verdadouro deixou um novo comentário na sua mensagem "4.ª MEIA MARATONA DO DOURO VINHATEIRO": 

Verdadoura

São aqueles que nada fazem, nunca fizeram e jamais farão que sempre achincalham o trabalho de quem algo faz!
A Meia Maratona do Douro Vinhateiro foi mudada para Maio devido ao facto de em Setembro os agricultores reclamarem pelo fecho de estradas, devido às Quintas não poderem receber milhares de visitantes por estarem em vindimas, devido aos hoteis já estarem cheios e não termos capacidade na região para receber tanta gente!
Este é um evento do Douro e não apenas da Régua!
Este é um evento que nada tem a ver com política!
Os outdoors destinam-se a motivar a participação maciça de milhares de pessoas, tal com a distribuição de milhares de flyers por toda a região norte e pelo país!

Como diz o ditado, quem corre por gosto não cansa, e pelos vistos esta escumalha que fala mal de tudo e de todos tem gosto em nada fazer e tudo criticar. 

Bem-haja a quem organiza este evento que dignifica o nosso Douro!

A CORRER OU A CAMINHAR EU VOU LÁ ESTAR. 

Publicada por Verdadouro em BARCO RABELO a 19/5/09 19:02

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JUSTIÇA À PORTUGUESA!...

Tensão na entrega de menina russa à mãe biológica

16h21m

PEDRO ANTUNES PEREIRA
 
foto ALFREDO CUNHA/JN
Tensão na entrega de menina russa à mãe biológica
Populares protestam contra a entrega da criança
 

Um ambiente de grande tensão marcou esta terça-feira a entrega de Alexandra, a menina russa de seis anos, à mãe biológica, na Segurança Social de Braga. A criança parte quarta-feira para a Rússia, onde viverá com a avó materna.

Muitos populares juntaram-se, esta manhã, junto às instalações da Segurança Social de Braga e tentaram impedir que a criança fosse entregue à mãe biológica. 

À chegada, os pais adoptivos, visivelmente desgastados, não queriam que a criança abandonasse o automóvel que os transportou ao local. "Quem quiser a menina que a venha aqui buscar", gritaram. Pouco depois, os pais de acolhimento acabariam por entregar a criança.  

A menina partiu depois para Lisboa, num carro do consulado da Rússia. Quarta-feira segue viagem para uma localidade a 300 quilómetros de Moscovo, onde irá viver com a avó materna.

A decisão de entregar a menina à mãe biológica foi tomada há um ano pelo Tribunal da Relação de Guimarães. A mãe veio para Portugal, com outra filha que agora tem 16 anos, para melhorar a sua vida e regressou posteriormente à Rússia.

in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Braga&Option=Interior&content_id=1236310

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MIGUEL PORTAS DE VISITA À CASA DO DOURO





2009/05/14: Miguel Portas, Marisa Matias e Ariana Meireles visitaram a Casa do Douro, em Peso da Régua, onde ficaram a conhecer os problemas que esta instituição, que representa os viticultores do Douro, vem enfrentando, e especialmente o processo de esvaziamento de funções a que vem sendo submetida por parte do Estado.

ESQUERDA.NET  | Visita à Casa do Douro

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TREVO-DE-QUATRO-FOLHAS





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PROJECTO CRIANÇASMILE

Mónica Marques posted an announcement to the cause Projecto CriançaSmile.


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O Projecto CriançaSmile em parceria com o fotógrafo Paulo César (http://www.paulocesar.eu/) vem desta forma anunciar a exposição de fotos do autor intitulada “Por um Sorriso”, cujo 50% das vendas reverterão para a Distribuição de Sorrisos, em concreto para a Associação Meninos de Oiro (http://www.meninosdeoiro.org/).



A exposição terá lugar na Galeria Bento Martins, na Junta de Freguesia de Carnide, (http://www.jf-carnide.pt/ ) com início a 4 de Junho e com duração de três semanas.



Contamos convosco para que muitos Smiles sejam distribuídos!!!



Um agradecimento a todos os que nela participarão e em especial ao fotógrafo Paulo César por colaborar nesta causa.



Bem Hajam!!!
Vamos distribuir Sorrisos? :D



Mónica Marques (creator)



Para mais informações adicionais, contactar através do email: projectocriancasmile@gmail.com



---------------- View Announcement - Invite Friends Thanks, The Causes Team Stop receiving emails from this cause

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EXPOSIÇÃO DE PINTURA "UNTITLED"













Exposição de Pintura de "Rita Menezes Soares"

Exposição de Pintura
Anfitrião:
Rita Menezes Soares
Tipo:
Rede:
Global
Início:
Quinta-feira, 7 de Maio de 2009 às 19:00
Fim:
domingo, 31 de Maio de 2009 às 22:00
Local:
Gum Art Cafe - Parque das Nações, Lisboa
Rua:
Alameda dos Oceanos, 2.11.01-E
Cidade/Localidade:
Lisbon, Portugal
Telefone:
00351915166511
E-mail:

Descrição

Rita Menezes Soares
Convida para a inauguração da exposição "Untitled" que se realiza na proxima quinta-feira, dia 7 de Maio pelas 19h no Gum Art Cafe

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DIA DA MÃE

Dia da Mãe
in http://mulher.sapo.pt/XtA0/432333.html 


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.

À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.

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ASSOCIATIVISMO E PODER

Bruno Miguel
Tesoureiro
do RFRGODIM

II Jornadas Etnofolclóricas do Douro
“O Associativismo”


ASSOCIATIVISMO E PODER

EU SOU DIRIGENTE ASSOCIATIVO VOLUNTÁRIO HÁ MAIS DE 30 ANOS!

Com maior ou menor dificuldade, o Movimento associativo popular soube, ao longo dos tempos, resistir às investidas que visam fazer dele parte dos poderes políticos, a troco de uns minguados subsídios. É certo que existem, como sempre existiram, alguns dirigentes associativos permeáveis às tentativas de arregimentação, prenhes de promessas sedutoras, na convicção de que, deste modo, estão a defender melhor os interesses da sua associação. Por vezes nem se apercebem de que estão a ser utilizados como armas de arremesso contra a própria estrutura associativa que ajudaram a construir e que, mais tarde ou mais cedo, uma vez cumprida a missão que lhes foi destinada, serão abandonados ao seu próprio destino, chegar-se-á à conclusão de que é todo o movimento associativo, que sai enfraquecido e portanto, com menos capacidade reivindicativa. A independência do associativismo popular em relação a qualquer tipo de poder é um valor inalienável que constitui um dos principais pilares em que assenta todo o edifício associativo. A perda dessa independência seria um factor determinante para a sua descaracterização. O associativo popular tem de ser sempre entendido como coadjuvante dos poderes instituídos e nunca como um instrumento que esses mesmos poderes possam livremente manobrar. Os detentores das alavancas do poder podem e devem, no âmbito das suas atribuições, tudo fazer para melhorar as condições de vida das populações, pois é para isso que foram eleitos e também para isso são pagos pelo erário público. Agora esquivarem-se a esses deveres e procurarem que reverta a seu favor todo o labor desenvolvido à custa dos sacrifícios das centenas de milhares de homens e mulheres, que diariamente, moirejam nas colectividades, é comportamento que não se pode deixar passar sem a devida denúncia.

VOLUNTÁRIOS PROFISSIONAIS

Algumas “Noções gerais sobre o Associativismo”, Responsabilidade social e o voluntariado na sociedade.

O Associativismo como expressão organizada da sociedade, apelando à responsabilidade e intervenção dos cidadãos nas mais variadas esferas da vida social, constitui importante meio de exercício da cidadania.

As associações são a expressão da alma de um povo, dos seus usos e costumes, da sua forma de estar na vida e são um incontornável veículo de transmissão de saberes de geração em geração. É notório das dificuldades para levar as pessoas a participar na vida associativa.

Consideram-se de capital importância três pilares das Associações: “PAIXÃO, VOLUNTARIADO e QUALIDADE” é que devemos ser “VOLUNTÁRIOS POR OPÇÃO MAS TEMOS DE SER PROFISSIONAIS NA ACÇÃO”

Eu Sou Dirigente, Associativo Voluntário
Peso da Régua, 02 de Maio de 2009

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1 DE MAIO


História do Dia do Trabalhador

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.

Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua. 
Foi este o resultado desta segunda manifestação.

A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Nos Estados Unidos da América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por "Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das colheitas e com o fim do Verão.

No Canadá este feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas.

Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de Maio.

Em Portugal, segundo declarações do Secretário-geral da UGT, Eng. João Proença, ao Expressoemprego.pt, "o Dia do Trabalhador é da maior importância para o movimento sindical e para aqueles que representa, mas também para todos os que defendem uma sociedade mais justa e solidária. Em Portugal é o dia em que afirmamos os valores do sindicalismo e a necessidade do progresso económico e social".

Os trabalhadores aproveitam este dia para alertar o Governo e outras entidades para algumas das suas necessidades, tais como: direitos dos trabalhadores, aumento de salários e melhores condições. Em Portugal, segundo as declarações do secretário-geral da UGT, os direitos dos trabalhadores têm evoluído positivamente, " hoje os trabalhadores vivem melhor que há 15 anos mas continuamos muito afastados da média comunitária, da qual nos estamos a aproximar a um ritmo demasiado lento. Temos maiores salários, mas continuam os mais baixos e desiguais da União Europeia; o mesmo acontece com as pensões. Os avanços legislativos não se traduzem muitas vezes na prática, face às violações sistemáticas da Lei. A sinistralidade laboral é a 1ª na Europa. A negociação colectiva começa a estar bloqueada e urge o relançamento da concertação".

Todos os anos este feriado é comemorado com a realização de algumas actividades. Para este ano, segundo o engenheiro João Proença, este dia vai ser passado "em unidade, em luta e em festa vamos todos à Torre de Belém em Lisboa, onde os vários Sindicatos expõem os seus Comunicados e as suas actividades. O discurso da UGT exporá as reivindicações da Central, os problemas e as propostas de solução. Haverá também iniciativas pontuais em pontos mais afastados como Bragança e as Regiões Autónomas."

Participe. Afinal, este dia é seu.

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USO ILEGAL PODE BLOQUEAR INTERNAUTAS

Uso ilegal pode bloquear internautas
00h09m
ALFREDO MAIA, COM AGÊNCIA FRANCE PRESS

Parlamento Europeu vota solução de consenso para que cada país estabeleça normas.

O Parlamento Europeu vai votar quarta-feira uma alteração à directiva sobre telecomunicações que permitirá aos estados legislar a suspensão do acesso à Internet de utilizadores que descarreguem ficheiros ilegalmente.

O consenso provisório foi alcançado anteontem entre o Comité de Representantes Permanentes dos países da União Europeia com os relatores do PE, mas não está garantido na votação e, sobretudo, relança o debate internacional sobre o acesso a conteúdos disponíveis na rede.

O texto, saudado pela presidência checa da UE como "um compromisso equilibrado", estipula que as medidas sobre o acesso à Internet "devem respeitar os direitos fundamentais e a liberdade das pessoas", designadamente "a protecção da vida privada e o acesso à informação", bem como "o direito a um julgamento por um tribunal independente e imparcial".

A formulação visa desfazer o braço-de-ferro entre o PE e governos de países europeus que ameaçava fazer fracassar reformas destinadas a melhorar a regulação do mercado de telecomunicações e os direitos dos consumidores.

Os parlamentares insistiam em manter a emenda às regras europeias aprovada por larga maioria em Setembro, segundo a qual os direitos fundamentais dos internautas não podem sofrer restrições sem decisão prévia de uma autoridade judicial.

Aquela emenda bloqueia a aprovação, pelo parlamento francês, de uma proposta de lei dita de "resposta gradual" aos descarregamentos ilegais de conteúdos culturais da Internet, que permitirá a uma autoridade administrativa - e não judicial - suspender o acesso dos piratas à rede após duas advertências.

A formulação aprovada no acordo satisfaz a relatora socialista francesa Catherine Trautmann, embora os socialistas europeus possam dividir-se na votação. E foi saudada pela conservadora alemã Angelika Niebler, porque se "inscreve claramente" na concepção jurídica de que "as medidas tomadas contra os internautas devem estar conformes com os direitos fundamentais e antes de tudo tomadas somente por uma autoridade imparcial".

Os Verdes europeus poderão opor-se, por considerarem o compromisso "insuficiente", explicou a vice-presidente deste grupo parlamentar, Rebecca Harms, já que deixa uma "margem de interpretação demasiado larga", quanto à natureza dessa autoridade (de cujas decisões haverá recurso para tribunais).

O acordo é "um passo positivo no sentido de não comprometer nenhuma das possibilidades em definitivo" e "abre o debate (sobre o problema do acesso aos conteúdos) sem tomar partido", considera o presidente da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), Eduardo Simões. Embora concorde "absolutamente" com a possibilidade de uma mera autoridade administrativa e não judicial, que no caso francês é presidida por um juiz, que possa determinar o corte do acesso à Internet.

"Na intervenção de uma autoridade judicial não pode haver decisões rápidas" (48 horas), argumenta. "Não se pode estar à espera de uma decisão três ou quatro anos perante violadores em massa dos direitos de propriedade intelectual", declara. "Para o utilizador, é muito mais interessante ser avisado uma ou duas vezes de que está a violar a lei e poder parar e não ser punido, do que ser processado judicialmente e arriscar-se a sê-lo".

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