CONCERTO "DIA DA MÃE"

de Orquestra Transdouriense - atransdouriense@gmail.com
para Barco Rabelo - pelorioabaixo@gmail.com
data 29 de abril de 2009 11:12
assunto Concerto "Dia da Mãe"
enviado por gmail.com
Concerto "Dia da Mãe"
Domingo, 3 de Maio de 2009 pelas 17:00Horas
Grande Auditório Teatro Municipal de Vila Real
Integrado na semana da juventude 2009
Cordialmente,
ACROLAT’in
![]() | Cartaz Dia da Mãe Final.pdf |
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ZÉFIRO
![]() | "Zéfiro" foi o nome com que os gregos baptizaram a suave brisa do Ocidente que, segundo a lenda, fecundava as férteis éguas do "Monte Santo" na Lusitânia, próximo de Lisboa. Estas geravam cavalos muito admirados pelos Antigos. Eram tão velozes como o próprio Zéfiro e ficaram assim conhecidos como os "filhos do vento". A folha de carvalho - árvore sagrada para os antigos povos celtas e lusitanos, nossos antepassados - representa a sabedoria, a força e o amor. Cada folha dos livros da Zéfiro procura assim ser, também ela, uma "folha" com estas virtudes. Desde 2005 que a Zéfiro procura editar obras que conduzam a um maior auto-conhecimento do ser humano e do mundo que o rodeia, nomeadamente no âmbito da história, espiritualidade, cultura, tradição, filosofia, esoterismo, romance, poesia e teatro. in © 2009, Zéfiro - Edições e Actividades Culturais |
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NUNO ÁLVARES PEREIRA E TRÁS-OS-MONTES
Arquivo: Edição de 06-03-2009
SECÇÃO: Opinião | |
Nuno Álvares Pereira: um novo santo que foi Senhor de Trás-os-Montes Os católicos portugueses vão rejubilar, por, finalmente, verem D. Nuno Álvares Pereira elevado aos altares. Foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918, curiosamente por Bento XV. O Papa que lhe prosseguiu o título, anunciou essa boa nova em 21 de Fevereiro último. Esse dia grande será em 26 de Abril, um Domingo. Uma boa data para uma reconciliação nacional, colhendo Nele não só o espírito de santidade mas também de nacionalismo, porque Nuno Álvares Pereira foi dos maiores patriotas de todos os tempos. Mas os barrosões e os transmontanos, em geral, têm uma razão especial para celebrar essa data. É que, em 1376, casou ele com a barrosã Leonor Alvim, natural de Reboreda, freguesia de Salto, concelho de Montalegre. Ao tempo, as divisões administrativas não coincidiam com as de hoje. As Terras de Barroso alongavam-se às Terras de Basto. E foi por isso que o jovem casal foi viver para Pedraça, perto de Arco de Baúlhe, no actual concelho de Cabeceiras de Basto. Aí foi uma espécie de corte real, porque a amizade com o Mestre de Avis, mais tarde Rei de Portugal, com o nome de D. João I, fez com que ali se encontrassem muitas vezes, já depois de casado e, até ao fim da vida, em muitas batalhas, nomeadamente na Tomada de Ceuta, em 1415, já ao lado do genro D. Afonso, filho bastardo de D. João I. D. Leonor Alvim era já viúva do D. Vasco Gonçalves Barroso, alcaide do Castelo de Montalegre. Não tiveram filhos desse casamento. E dizem as crónicas que Leonor Alvim era uma mulher rica, bonita e, apesar de viúva, era ainda virgem. Nuno Álvares Pereira não queria casar. Preferia seguir a carreira das armas. Mas seu Pai, D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior do Crato, tinha 32 filhos de 3 mulheres. E cuidou de arranjar casamento aos filhos. Pelo que conseguiu demover este (Nuno) a casar com a sua aparentada Leonor. Tiveram 3 filhos. Dois rapazes (que morreram jovens) e uma menina chamada Brites que, em 1401, casou com D. Afonso, filho bastardo de D. João I. Foram viver para Chaves até 1412. D. Brites aí morreu de parto. E foi sepultada em Vila do Conde, confraria religiosa – As Clarissas que tiveram delegação em Negrões e para a qual a Freguesia da Chã descontava e também Codeçoso (de Meixedo), ao tempo chamado Codeçoso da Chã. É linda e prestigiante esta biografia. Porque foi este casamento de D. Brites com D. Afonso que (por inspiração de D. Nuno Álvares Pereira) fez nascer a poderosa Casa de Bragança, ainda hoje representada no Palácio de Vila Viçosa. Essa poderosa e prestigiada Casa de Bragança, embora oficialmente criada em 1442, na pessoa de D. Afonso, genro de Nuno Álvares Pereira, foi inspirada por este, com base nas terras e nos títulos honoríficos que o atribuiu ao, agora santo Beato Nuno de Santa Maria. Ele que era o 7º conde de Barcelos, legou ao genro, o título de 8º conde e dou-lhe (e à filha) as Terras de Barroso de Entre Douro e Minho, para além de outras pelo país fora, incluindo no Alentejo. Entendia que a fortuna acumulada pelo casamento não deveria, em caso de crise, reverter a favor do Coroa, mas de uma espécie de partido político que poderia ser-lhe alternativa em caso de crise na monarquia. E assim foi em 1640, quando, após o jugo filipino, o rei foi buscar-se à Casa de Bragança, com o título de João IV. Nuno Álvares Pereira nasceu em Sernache do Bom Jardim em 24/6/1360 e faleceu em 1431 no Convento do Carmo, em Lisboa que ele mandou construir. Já era beato desde 23 de Janeiro de 1918. O actual Papa anunciou, em 21 de Fevereiro que dia 26 de Abril, em Roma, será consumada a canonização do Beato Nuno de Santa Maria, D. Nuno Álvares Pereira. É uma honra para Portugal e para as comunidades Portuguesas ter mais um português elevado aos altares. Mas os Transmontanos, em particular, podem ufanar-se de pisar as Terras que ele pisou e que lhe foram atribuídas pelos seus feitos. mesmo antes da formalização da Casa de Bragança. Mais importante do que antecipar em dois anos, por conveniência eleitoral, a celebração dos nove séculos do nascimento de Afonso Henriques (em relação ao que era tradição), era preferível conjugar esforços e vontades para solenizar com festejos populares, tão simbólica data. Seja como for os católicos Portugueses vão ter motivos para viverem momentos felizes, num ano de tantas contrariedades. Barroso da Fonte, Dr. in http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEdicao=253&id=14973&idSeccao=2811&Action=noticia |
4/28/2009 04:08:00 AM | Filed under Nuno de Santa Maria, Nuno Álvares Pereira, Trás-os-Montes e Alto Douro | Read More »
GRIPE SUÍNA - PERGUNTAS E RESPOSTAS

4/27/2009 01:19:00 PM | Filed under saúde | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - ENRIQUECIMENTO ILÍCITO II
• 23-04-2009 • Crónica de Opiniãopor Demétrio Alves (Engenheiro) Enriquecimento Ilícito |
Há cerca de dez anos, quando renunciei ao cargo de presidente da câmara de Loures, num acto pessoal e voluntário de protesto contra a forma como se procedeu à secessão de Odivelas, vários boatos, alguns de natureza difamatória, foram postos a circular. Segundo um deles, cuja autoria radicou na organização socialista, eu teria ido para Moçambique gozar a enorme fortuna que acumulara através de actos obscuros e, muito provavelmente, corruptos.
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Demétrio Alves - 23-04-2009 12:4 in http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=10744 |
4/27/2009 01:06:00 PM | Filed under 35 anos de Abril, Enriquecimento ilícito, POLÍTICA - TRANSPARÊNCIA | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - PRENDER PARA CUMPRIR NÚMEROS
Polícias têm de prender para cumprir números
00h21m
Várias esquadras do país estão a impor "números-base" de detenções a fazer até ao fim do ano. Os polícias queixam-se de que assim só trabalham para as estatísticas. A Direcção da PSP prefere falar em prevenção da criminalidade.
"Maior actividade operacional. Objectivo: 250 detenções". As instruções são claras e constam num um papel afixado na 2ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP do Porto (Rua da Boavista). O documento, datado de Fevereiro, estabelece as metas a cumprir nos restantes dez meses do ano.
De acordo com elementos policiais contactados pelo JN, aquele é um dos muitos exemplos de uma realidade com cada vez mais expressão em diversos pontos do país. E que está a ser levada bem a sério pelos profissionais da PSP, devido ao facto de terem interiorizado que o número de detenções também contribui para as respectivas avaliações e consequente progressão de carreira.
O princípio está a gerar contestação no meio policial. Há quem alerte que, num contexto destes, "a quantidade sobrepõe-se à qualidade". "Assim, corre-se o risco de haver uma polícia mais repressiva do que preventiva. De se valorizar mais o trabalho estatístico do que o que deve ser feito em prol da sociedade", sublinhou um agente, que pediu o anonimato.
No caso da referida esquadra do Porto, as "missões" são distribuídas por brigadas. Dois exemplos: a do Património (investiga sobretudo furtos e roubos) e a da Droga estão incumbidas de fazer, cada uma, quatro detenções por mês, ou seja, 40 no total, entre Março e o fim do ano.
O quadro "exige", também, um total de 14 detenções/mês (140 no total) às designadas brigadas de prevenção criminal, que estão direccionadas para situações de flagrante delito, e três detenções mensais às unidades que investigam crimes contra pessoas e financeiros. Além disso, e segundo o que está expresso no documento a que o JN teve acesso, são também determinadas equipas diárias e mensais de actividade operacional.
Na esquadra de S. João da Talha (Comando de Lisboa, Divisão de Loures), a quantificação do trabalho policial também está a servir de orientação. Foram afixados gráficos e tabelas a dar conta das detenções consumadas ao longo de 2008 (103) e das que já foram realizadas nos primeiros meses deste ano. São identificados, inclusive, os crimes em causa, entre os quais se contam falta de carta, excesso de álcool, furtos, roubos, ofensas à autoridade, posse de arma ilegal e de estupefacientes.
"Os gráficos deviam ser meros indicadores para as hierarquias, não para gerar concorrência entre profissionais, esquadras, divisões e até comandos", avisa fonte policial.
"Os fenómenos criminais têm de ser combatidos com estratégia e não com estatísticas. Por exemplo, ao nível do tráfico de droga, é mais importante deter um cabecilha do que dez pequenos traficantes. Os assaltos têm aumentado, mas o que acontece é termos polícias que deviam estar dedicados a essas áreas a deter por falta de carta....", realçou outro agente.
Contactada pelo JN, a Direcção Nacional (DN) da PSP admite que há "objectivos", mas no bom sentido . "No limite, o objectivo estratégico da PSP é diminuir a criminalidade na sua área de jurisdição, logo é expectável que os responsáveis policiais encontrem mecanismos localmente para prevenir o aumento da criminalidade", argumentou o comissário Paulo Flor, porta-voz da PSP.
Nesse sentido, a divulgação de números nas esquadras é entendida como "reflexo da transparência que a actividade policial tem ao nível de comunicação interna". O mesmo responsável desmente, por outro lado, que as detenções sejam critérios de avaliação, uma vez que nem todos os profissionais da PSP têm tarefas que proporcionem aquele tipo de actividade operacional.
in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1213174
4/27/2009 08:55:00 AM | Filed under 35 anos de Abril, Casos de Polícia, CRIME, PSP | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - É DE GENTE ASSIM QUE PORTUGAL PRECISA!

4/26/2009 11:16:00 PM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, Nuno de Santa Maria, Nuno Álvares Pereira, Salgueiro Maia | Read More »
NUNO DE SANTA MARIA (SANTO)
26 DE ABRIL DE 2009
PRAÇA DE SÃO PEDRO, ROMA
CANONIZAÇÃO
4/26/2009 10:43:00 PM | Filed under Nuno de Santa Maria, Nuno Álvares Pereira | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - E DEPOIS DO ADEUS
Senha 1 da Revolução dos Cravos, 25 de Abril de 1974
E Depois do Adeus
Paulo de Carvalho
Letra -- José Niza, Música -- José Calvário
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.
4/26/2009 01:48:00 PM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, E depois do adeus | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - CORRUPÇÃO
TERÇA-FEIRA, JULHO 29, 2008
Que vaca será?!
posted by rouxinol de Bernardim | Terça-feira, Julho 29, 2008
IN http://rouxinoldebernardim.blogspot.com/2008/07/que-vaca-ser.html
Lamego, Manoel de Souza
4/26/2009 01:34:00 PM | Filed under 35 anos de Abril, Corrupção, Manoel de Souza | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - LEI DA CONVENIÊNCIA

Manoel de Souza
4/26/2009 01:00:00 PM | Filed under 35 anos de Abril, Lei da Conveniência, Manoel de Souza | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - ENRIQUECIMENTO ILÍCITO
Discussão sobre enriquecimento ilícito é conversa «de casino»
Há «falta de vontade política» para tratar a questão, diz procuradora-geral adjunta
Por: /MM | 24-04-2009 09: 05
Maria José Morgado diz que a discussão actual sobre o enriquecimento ilícito é mais «uma espécie de discussão de casino ou de café, que não tem sentido nenhum». «É mais, se calhar, um sintoma da doença do que a criação do remédio», disse a procuradora-geral adjunta, em entrevista à RTP-N.
4/26/2009 12:37:00 PM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, Debate, Enriquecimento ilícito, nada acontece por acaso, POLÍTICA - TRANSPARÊNCIA | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - PORTUGAL DÁ QUE PENSAR!...
4/25/2009 12:03:00 AM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, carta aberta, DOSSIERS BR, política, Portugal | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - REGIONALIZAÇÃO
4/25/2009 12:01:00 AM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, Confederação de Trás-os-Montes e Alto Douro, DOSSIERS BR, PSD, Regionalização | Read More »
35 ANOS DE ABRIL - PONTE PARA A VERGONHA
Ponte para a vergonha
2009-04-17
O Estado português não tratou de garantir a segurança de uma ponte situada num pedaço de terra que metade do país não sabia localizar no mapa; essa mesma ponte caiu, arrastando para o fundo do Douro 59 homens, mulheres e crianças; Jorge Coelho, o ministro que tutelava as Obras Públicas na ocasião, demitiu-se; as famílias enlutadas interpuseram um processo judicial contra uma das partes do problema (no caso, quatro engenheiros da ex-Junta Autónoma de Estradas e dois de uma empresa projectista), convictas de que o sentimento de justiça seria a única forma de se verem reconfortadas pelas perdas.
Mas ninguém foi responsabilizado criminalmente pelo maior acidente rodoviário, em número de mortos, alguma vez ocorrido em Portugal. E a culpa transformou-se, de novo, numa entidade esotérica, sem rosto nem expressão, que se esfarela no despacho de um colectivo de juízes.
Não satisfeito, o sistema judicial português decidiu que a ferida não estava suficientemente em carne viva e mandou a conta do processo para as famílias: 57 mil euros a dividir por 100, de acordo com o Tribunal de Castelo de Paiva.
Lidar com a absolvição e a culpa quando somos atirados ao chão por uma tragédia que nos muda radicalmente a vida, ainda por cima uma tragédia imputada a terceiros que podia ter sido evitada, não é para todos os estômagos. Mas lidar com isto e ainda por cima ser presenteado com uma notificação do tribunal para pagar as custas judiciais do processo é esticar ao limite o conceito do absurdo.
Porém, como ontem bem observava o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, "a lei não é negociável". Portanto, qualquer cidadão que se sirva da justiça tem de pagar por isso. Dura lex, sed lex.
Mas decisões como estas não podem - não devem - ser tomadas apenas tendo como premissa o estrito cumprimento das normas, do "proceda-se em conformidade".
Sobretudo porque o que arrisca ficar para a posteridade é a ideia perversa de que os únicos culpados da tragédia de Entre-os-Rios são as vítimas: as que tiveram o infortúnio de ir a atravessar a ponte naquele dia e àquela hora e as que ficaram nas margens a chorá-las. A não ser que o espírito da decência baixe sobre a cabeça de quem pode anular uma aberração que projecta para o país a imagem de uma justiça que, de querer ser tão ciosa dos seus códigos e preâmbulos, se ridiculariza, evidenciando alguns dos tiques que lhe são apontados há anos: sobranceria, prepotência e até alguma alienação.
É certo que a função da justiça não é ser pedagógica. Mas sim avaliar as provas e decidir com base nos factos. Agora, não custa nada à justiça que é aplicada pelos homens mostrar, ainda que de vez em quando, que é mesmo humana.
In Opinião de jn.sapo.pt - PRETO NO BRANCO / Pedro Ivo Carvalho
4/24/2009 08:17:00 AM | Filed under 25 de Abril, 35 anos de Abril, Anda faltando vergonha na cara..., Douro, Tragédia de Entre-os-rios, Verdade e Justiça, Vítimas | Read More »
O MUSEU DO DOURO
Um Douro de classe
Há muito que o Museu do Douro era um sonho dos durienses. Correspondendo a este anseio, o Grupo Parlamentar do PCP apresentou em 1996 um Projecto-Lei que, sendo fundido com um outro apresentado mais tarde pelo PS se transformaram na Lei que veio criar o Museu do Douro, aprovada por unanimidade no Parlamento.
A demora (10 anos) na concretização de uma decisão da Assembleia da República criou alguma expectativa em relação ao resultado final do Museu (falamos do núcleo principal, dado que se trata de um Museu poli-nucleado). Para meu grande espanto, o que visitei, na antiga “Casa da Companhia (espaço recuperado com algum interesse) não foi propriamente o Museu do Douro que eu esperava mas antes uma exposição sobre o Barão de Forrester. Senti-me defraudado!
Depois, em anexo, no Armazém 43, Rua da Ferreirinha, edifício Solar do Vinhos do Porto, visitei ainda a exposição “Memória da Terra e do Vinho”, esta sim uma exposição sobre o Douro, ainda que insuficiente na sua globalidade.
A exposição “Memória da Terra e do Vinho” poderá vir a ser a base de uma futura e verdadeira exposição permanente do «núcleo principal» da rede do Museu do Douro, isto é, da antiga “Casa da Companhia”. Ora, há que negociar (o Governo em conjunto com o Museu, como estabelece a Lei) materiais e colecções existentes noutras instituições, designadamente: com a Real Companhia Velha; com a Casa do Douro; com o Instituto do Vinho do Porto; com muitas outras entidades e quintas; proceder à classificação e incorporação no Museu do Arquivo da Companhia Geral de Agricultura do Alto Douro (nos termos e para os efeitos da Lei n.º 13/85, de 6 de Julho), de forma a obter o verdadeiro espólio que dignificará o futuro Museu do Douro.
O meu conceito de Museu do Douro é outro bem diferente daquele que constatei.
A escolha de Barão Forrester, como tema de exposição temporária, desde logo para abertura do Museu, que aí ficará até Outubro, em detrimento de muitas outras alternativas possíveis, deixa uma marca de classe bem distinta e é reveladora do actual poder político e da sua ideologia.
De tantas alternativas possíveis para uma primeira exposição temática (exemplos: Os Durienses – Construtores de Património Mundial; As lutas sociais no Douro; O Douro a Vinha e o Vinho; Marquês de Pombal, a sua obra e o seu tempo; Dª Antónia Ferreira; Camilo Castelo Branco; João Araújo Correia; Miguel Torga; Alves Redol; etc., etc.). Os actuais responsáveis não tiveram dúvidas: fizeram uma efectiva opção de classe, porque assim assumem em pleno as políticas que o bloco central de interesses tem vindo a desenvolver no Douro. Isto é, favorecer em todas as vertentes as Casas Exportadoras, em detrimento dos milhares de pequenos e médios vitivinicultores (35 mil). Estes, efectivamente, os verdadeiros construtores do Douro. Mais uma vez prestaram “vassalagem” aos ingleses.
Como dizia um autor conhecido “«Porto Wine» é o vinho dos Ingleses. Chamam-lhe sol engarrafado, mas só os Durirenses sabem o preço das tragédias e heroísmos que viveram para criar esse sol – fazer um astro com as mãos é tarefa de gigantes…”.
Desta minha crítica não se pode concluir, em nenhum momento, que não valorizo a importância e o papel do Barão Forrester na história do Douro, antes pelo contrário. Reconheço sem qualquer hesitação o seu papel e a sua importância e, até, considero que a exposição em referência tem os seus méritos e reveste-se de qualidade.
Contudo o problema é outro e tem a ver com o papel dos actores principais em qualquer processo histórico, com a dimensão da epopeia do Douro.
O conceito de Museu do Douro vertido na Lei n.º 125/97, de 2 de Dezembro, Artigo 6.º, n.º 1, alínea a), define desde logo como principal atribuição “Reunir, identificar, documentar, investigar, preservar, conservar e exibir ao público todas as fontes históricas e antropológicas, espirituais e materiais de todo o património cultural e natural da Região do Douro, em particular o ligado à produção, promoção e comercialização dos vinhos da Região do Douro, em especial do vinho generoso (vinho do Porto)”.
Aos Durienses, Portugal deve-lhe um voto de gratidão e um monumento, que bem pode vir a ser o Museu do Douro, à epopeia, soberana entre as demais que o homem empreendeu, pelo que construíram na terra conquistada à fraga das montanhas.
Esperamos, sinceramente, que as entidades responsáveis pelo Museu do Douro (Fundação e Museu) venham, num futuro próximo, respeitar integralmente a Lei e os objectivos que estiveram na base da criação do Museu do Douro.
14/03/2009
José Brinquete
Sócio fundador da Associação dos Amigos do Museu do Douro
in Opinião dos Leitores de http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=186&id=8026&idSeccao=2634&Action=noticia
4/24/2009 08:12:00 AM | Filed under Crítica, Douro, Museu do Douro, Região Demarcada do Douro | Read More »
COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL - RÉGUA

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Socialista deixou um novo comentário na sua mensagem "DR JORGE ALMEIDA, CANDIDATO DO PS RÉGUA ÀS AUTÁRQU...":
A Régua por natureza é SOCIALISTA!
Os Socialistas da Régua, no dia 25 de Abril, vão Comemorar às 13horas os 35 anos de Liberdade 1974-2009 com o almoço da LIBERDADE no Restaurante TORRÃO.
Se és Socialista ou Democrata participa no almoço/convívio.
A Democracia é muito linda, quando exercida em liberdade com responsabilidade.
Viva o PS da Régua.
Publicada por Socialista em VILLA REGULA a 22/4/09 10:45
4/23/2009 08:52:00 AM | Filed under 25 de Abril, peso da régua | Read More »
25 DE ABRIL NA RÉGUA
1- Socialista deixou um novo comentário na sua mensagem "DR JORGE ALMEIDA, CANDIDATO DO PS RÉGUA ÀS AUTÁRQU...":
Os Socialistas da Régua, no dia 25 de Abril, vão Comemorar os 35 anos de Liberdade 1974-2009 com o almoço da LIBERDADE no Restaurante TORRÃO à 13horas.
Se és Socialista ou Democrata participa no almoço/convívio.
A Democracia é muito linda, quando exercida em liberdade com responsabilidade.
Viva o PS da Régua.
Publicada por Socialista em VILLA REGULA a 22/4/09 10:45
2- Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "DR JORGE ALMEIDA, CANDIDATO DO PS RÉGUA ÀS AUTÁRQU...":
Aí está o regresso às patuscadas no Torrão!!!
Publicada por Anónimo em VILLA REGULA a 22/4/09 15:02
3- Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "DR JORGE ALMEIDA, CANDIDATO DO PS RÉGUA ÀS AUTÁRQU...":
GRANDE PARVO
Quem classifica um almoço comemorativo do dia da Liberdade com patuscadas deve estar muito doente. Por favor trate-se para aprender a respeitar o dia que lhe deu o direito de dizer parvoíces e que um punhado de Reguenses continua a manter vivo ao longo destes 35 anos.
VIVA O 25 DE ABRIL.
VIVA A LIBERDADE.
Publicada por Anónimo em VILLA REGULA a 22/4/09 21:48
4/23/2009 08:45:00 AM | Filed under 25 de Abril, peso da régua | Read More »
VAMOS AJUDAR AS CRIANÇAS DESFAVORECIDAS
SEGUNDA-FEIRA, 6 DE ABRIL DE 2009

IN http://aumasovoz.blogspot.com/2009/04/foi-criada-uma-causa-no-facebook-para.html
4/18/2009 01:18:00 PM | Filed under causas, Crianças, Crianças desfavorecidas, Não à Pedofilia, Pedofilia, Vamos lutar contra a Pedofilia | Read More »






