LINHA DO TUA

Estradão da Refer levanta suspeitas

A Refer construiu um estradão em terra batida junto à estação ferroviária do Tua. O partido "Os Verdes" quer saber se tem a ver com a barragem e requereu à Assembleia da República uma resposta do Governo.

Na edição desta quarta-feira do Jornal de Notícias, um leitor publicou, na secção respectiva, uma foto mostrando o tal estradão e opinando que tal poderia indiciar a construção de "um corredor rodoviário para o início da construção da barragem" do Tua.

O deputado do Partido Ecologista "Os Verdes", Francisco Madeira Lopes, viu, na secção "Cidadão Repórter" do JN on-line, foto e texto do leitor André Pires, e resolveu entregar no Parlamento uma pergunta dirigida ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sobre "a possibilidade de estarem já a decorrer obras para a construção da barragem da Foz do Tua, com trabalhos na Linha do Tua".

Segundo Madeira Lopes, "a confirmarem-se tais factos e propósitos, tal seria extremamente grave já que a barragem da Foz do Tua ainda se encontra em fase de consulta pública do respectivo Estudo de Impacto Ambiental, não existindo ainda qualquer decisão, favorável ou desfavorável, em relação à sua construção".

Ora, enquanto o deputado de "Os Verdes" aguarda pela resposta do Ministério tutelado por Mário Lino, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN) mandou, ontem, técnicos à estação para tratar de averiguar as condições em que o estradão foi criado e qual a sua finalidade. "Estamos a acompanhar esta situação", confirmou, ao JN, fonte oficial daquele organismo, acrescentando que a deslocação dos técnicos teve como objectivo "apurar se a obra está dentro da legalidade, nomeadamente, se foi licenciada".

A Câmara de Carrazeda de Ansiães, através do vereador, António Augusto, disse que "a Refer, como empresa pública, não precisa de uma licença para aqueles fins passada pela autarquia, apenas tem lhe dar conhecimento". Porém, acrescentou, "não o fez atempadamente". Para explicar melhor a intervenção ali realizada, autarquia e Refer têm marcada uma reunião para a semana.

A fonte da CCDRN revelou ainda que, pela observação já efectuada, "não se deduz uma relação entre a criação do estradão e a construção da barragem". Uma constatação que há-de ser lavrada no relatório.

De resto, Guilhermina Assunção, com café junto à estação, só agradece o novo acesso, já que até agora não era fácil um carro aproximar-se da sua porta. Porém, reclama que "devia ter alcatrão e uma rede metálica a proteger a escarpa para evitar a queda de pedras".

O JN tentou, ontem, sem sucesso, ouvir a Refer.

in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Carrazeda%20de%20Ansi%E3es&Option=Interior&content_id=1124008




00h30m
EDUARDO PINTO

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CASO FREEPORT

Investigação SOL
Ingleses investigam contactos entre Sócrates e representantes do Freeport
Por Felícia Cabrita

Uma reunião entre representantes da Freeport Plc e o então ministro do Ambiente, José Sócrates, é uma das peças mestras da investigação levada a cabo pelas autoridades britânicas ao ‘caso Freeport’

Tio de Sócrates conta como pôs em contacto sobrinho com representantes do Freeport
«Dinheiro foi só para terrenos e honorários», Vieira de Almeida
«Não tenho nada a ver com a actividade empresarial do meu tio» - José Sócrates
Mário Lino diz que caso tem «fins políticos» para «atingir» Sócrates

Segundo as autoridades do Reino Unido, as primeiras iniciativas de tráfico de influências terão partido do topo da administração do outlet e contaram com a ajuda do embaixador em Portugal. Mas o encontro com o ministro acabou por ser marcado após diligências de Júlio Coelho Monteiro – tio materno de José Sócrates e empresário na área do imobiliário, um dos suspeitos alvo de buscas judiciais esta quinta-feira –, que confirmou ao SOL ter pedido ao sobrinho para receber representantes da Freeport Plc.

O encontro ocorreu em Janeiro de 2002, quando a Freeport, com fôlego novo, avançou para obter a aprovação de um terceiro Estudo de Impacto Ambiental (os anteriores tinham sido chumbados pelos organismos do Ministério do Ambiente) , a única via para conseguir o licenciamento do projecto em plena Zona de Protecção Especial (ZPE) do Estuário do Tejo.

Com a entrevista dada ao SOL na semana passada – e publicada nesta edição – Júlio Monteiro confirma uma peça essencial da investigação britânica: que fez a ‘ponte’ entre o sobrinho e Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro contratada pelo Freeport para viabilizar o projecto.

Diz Júlio Monteiro: «Um dia [Smith] queixou-se-me de que um gabinete de advogados lhe estava a pedir 4 milhões de contos para obter o licenciamento do Freeport».

Falou então com José Sócrates, dando-lhe conta destas queixas. O ministro do Ambiente respondeu-lhe: «Tio, isso é uma mentira pegada porque eu é que trato desses assuntos. Mande vir esse fulano falar comigo».

O SOL contactou José Sócrates através do seu telemóvel: «Não falo consigo!» , respondeu o primeiro-ministro.

Na quinta-feira, em Zamora (no final da Cimeira Ibérica), reagiu à noticia das buscas efectuadas em Lisboa: «O que espero é que as autoridades façam o seu trabalho rapidamente. Este caso surgiu na campanha eleitoral de 2005 e volta agora quando vamos disputar também eleições».

‘Pagamentos corruptos’

No processo inglês, conforme o SOL revelou na passada edição, consta também um DVD, em que Charles Smith, desconhecendo que estava a ser filmado, explica a um administrador da Freeport como se desencaminharam milhões de libras (sendo uma parte pertencente à família real inglesa).

Na conversa com o administrador britânico, Smith, que esteve incumbido de obter a aprovação do Estudo de Impacto Ambiental e o licenciamento do projecto, contou os obstáculos com que se foi deparando ao longo de todo o processo e confessou que o dinheiro foi para «pagamentos corruptos» , para satisfazer o acordado numa reunião de 2002, em que se discutiu a aprovação do novo EIA, «com Sócrates» e alguns elementos do seu staff .

Recorde-se que, para a viabilização do Freeport de Alcochete, o maior outlet da Europa, foi decisiva a aprovação, em 14 de Março de 2002 (três dias antes das eleições legislativas), do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) – o terceiro, depois de dois anteriores terem sido chumbados devido às consequências ambientais.

Pouco antes, em 2001, o Ministério do Ambiente inviabilizara o segundo EIA, alegando que o projecto arrastava «elevadas cargas de visitantes e de ocupação que não se coadunavam com os objectivos de política de ambiente e de conservação da natureza que levaram à criação da ZPE» do Estuário do Tejo.

Na mesma data (14 de Março), no último conselho de Ministros de António Guterres, com o Governo em fase de gestão, foi aprovado ainda um decreto-lei que alterou os limites da ZPE do Estuário do Tejo. Não houve discussão pública, nem estudos técnicos de base, tão pouco a consulta obrigatória à Comissão Europeia.

Entretanto, em finais de 2004, com base numa denúncia anónima, a Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal iniciou uma investigação e em Fevereiro de 2005.

O Ministério Público abriu um inquérito por suspeitas de corrupção, participação em negócio ilícito, tráfico de influências e fraude fiscal. A PJ fez então várias buscas, nomeadamente na Câmara de Alcochete.

No gabinete do presidente, José Dias Inocêncio, e nos dos assessores, apreendeu toda a documentação sobre o licenciamento e a construção do Freeport. Mas foi na Smith & Pedro que, além de vasta documentação, confiscou um computador em cujo disco rígido recuperou muita correspondência electrónica relevante para o processo.

DVD traz ingleses a Portugal

Só em 2007 é que as autoridades do Reino Unido instauraram o inquérito. Nessa altura, deslocaram-se a Portugal e contactaram a PJ de Setúbal, que lhes enviara uma carta rogatória dois anos antes a pedir acesso às contas da Freeport e de Charles Smith e autorização para ouvir alguns dos administradores ingleses. Um pedido ao qual a Polícia inglesa ainda não tinha respondido (e que, até agora, não cumpriu na íntegra).

Os ingleses já tinham então na sua posse o referido DVD. Smith, enquanto relatava o historial da empresa e das ‘luvas’ que teriam sido pagas a empresários, autarcas e políticos, referiu-se a um primo do ministro do Ambiente, que também teria recebido comissões, como um dos elos ao poder político.

Tratava-se de Hugo Monteiro, o filho mais velho do tio materno de José Sócrates. Depois da referida reunião no Ministério do Ambiente, foi enviado um e-mail para a Freeport, onde se referia que o processo já estava desbloqueado, que a família Monteiro aguardava a recompensa e que esta correspondência electrónica seria dada a conhecer ao ministro do Ambiente.

Júlio Monteiro referiu ao SOL que esse e-mail , a existir, só pode ter sido enviado pelo seu filho: «As minhas empresas não tinham timbre, mas o Smith, que já tinha tido uns negócios com o meu filho, ficou de lhe tratar de um projecto para o Freeport na área do marketing, numa empresa que acabou por fechar por não ter facturação. Só se o e-mail partiu daí» .

A empresa é a Neurónio Criativo, registada apenas em 2004, vocacionada para actividades na área do espectáculo, restaurantes e bares, que durou apenas alguns meses.

No desenvolvimento da investigação, os ingleses detectaram a saída de avultadas quantias de dinheiro da Freeport Plc, em Londres, que tiveram destinatários suspeitos em Portugal. Entre estes, a consultora Smith & Pedro, para a qual foram transferidas sucessivas tranches de 50 mil libras.

Empresa de Vieira de Almeida investigada

Também Vasco Vieira de Almeida, advogado do outlet , está na mira das autoridades. Segundo fontes conhecedoras do processo, as declarações de testemunhas ouvidas em Inglaterra, bem como o trajecto do dinheiro que desfalcou a Freeport, indiciam que pelo menos mais cinco milhões de libras tiveram como destino uma empresa criada por Vasco Viera de Almeida e que nada tem a ver com a sua sociedade de advogados. As comissões, segundo os investigadores ingleses, saíram da sede da Freeport no Mónaco e chegaram a Portugal via offshores sediadas na Suíça e em Gibraltar.

Também duas offshores de Júlio Monteiro foram detectadas e os seus fluxos financeiros estão a ser analisados. A primeira é a Glenstal Trading Limited, criada pelo BCP em Gibraltar e com conta numa sucursal no Funchal, mas que também tem conta no BPN, aberta em Cayman. A outra offshore , criada pelo mesmo banco em 2001, está sediada em Wyoming, um estado americano, e também passa por Cayman.

Ao SOL, Júlio Monteiro garantiu, entretanto, que as suas empresas no exterior «não têm qualquer movimento e a Polícia nada provará através delas». E esclareceu que «a Polícia levou diversa documentação» de sua casa, nomeadamente de «offshores antigas» . Na Isa, uma imobiliária em Setúbal propriedade de Júlio Monteiro, foi apreendida toda a contabilidade.

felicia.cabrita@sol.pt

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=124143

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DISCURSO DE OBAMA

«Em seu primeiro discurso oficial como 44º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama pediu aos americanos o início de "uma nova era de responsabilidade" em suas vidas e um novo papel para o país no mundo, baseado na cooperação e no diálogo.

O novo presidente fez um apelo pelos valores fundamentais dos EUA para começar um novo capítulo na história americana. Ele também anunciou "o fim da era das queixas mesquinhas" e "das falsas promessas".

Em seu discurso de posse, afirmou ainda que o povo americano optou "pela esperança em lugar do medo, pela unidade frente ao conflito e a discórdia".

Em um emotivo discurso, o novo presidente dos EUA disse ainda que o país continua sendo "a nação mais próspera e poderosa da Terra", embora tenha alertado para os inúmeros desafios que seu governo tem pela frente.
»


in in http://tvig.ig.com.br/70985/primeiro-discurso-de-barack-obama.htm





in http://tvig.ig.com.br/70985/primeiro-discurso-de-barack-obama.htm

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BARACK Hussein OBAMA


Obama: as coisas não são bem assim

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Obama e a revolução que não virá
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Na terça-feira, com a posse de Barack Obama no cargo de presidente dos Estados Unidos, terminou a saga do mito e começou a vida real para aquele que, ...


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Nahum Sirotsky, de Israel: Obama recebe mundo cheio de problemas
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Ciclista percorre 5.000 km para assistir à posse de Obama

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IN http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2009/01/22/barack+hussein+obama+e+o+mundo+muculmano+3536926.html

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MOMENTOS DE BUSH

2009-01-16

O apresentador de televisão e humorista norte-americano assinalou, no seu programa "The Late Show", os 10 principais momentos do consulado de George W. Bush que agora termina. Veja o vídeo

David Letterman, que é um dos apresentadores mais famosos dos EUA, lamentou não ter a gravação em que George W. Bush chama "grecianos" aos "gregos".

in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1072714

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'CONSTITUIÇÃO MORAL'

OBAMA PEDE NOVA 'CONSTITUIÇÃO MORAL'
00h30m

Um regresso às origens, à pureza dos pais fundadores - foi o que pediu Barack Obama, a 48 horas de ascender à presidência dos EUA. Com Bush a sair, a América prepara novo ciclo centrado num objectivo: recuperar a economia.

Barack Obama convidou os seus compatriotas a adoptarem uma "nova declaração de independência moral" para se libertarem do sectarismo, da estreiteza de espírito e da ideologia. O presidente americano eleito toma posse depois de amanhã.

Em tempos de crise económica profunda, Obama apelou ao seu país para se inspirar nos patriotas que proclamaram a independência dos Estados Unidos em 1776, em Filadélfia. "O que precisamos é a mesma perseverança e os mesmos ideais que os nossos pais fundadores", declarou num discurso antes de apanhar o comboio que tem como destino Washington, dando assim início às celebrações da sua tomada de posse como 44.º presidente dos Estados Unidos.

Obama preparou os americanos para aceitarem que haverá "falsas partidas e reveses, frustrações e desapontamentos", mas defendeu não ser tempo para contemplar desânimos. "O que precisamos é de uma nova declaração de independência, de uma nova constituição moral, não apenas no nosso país, mas nas nossas vidas, uma independência em relação à ideologia e à estreiteza de espírito, ao preconceito, ao sectarismo".

A 48 horas da tomada de posse do primeiro presidente negro dos EUA, esta viagem de comboio segue a linha do seu modelo e predecessor Abraham Lincoln, na tomada de posse de 1861.

O comboio deverá parar em Wilmington (Delaware, no leste), a cidade do futuro vice-presidente Joe Biden, senador do Delaware durante 36 anos. Dirigir-se-á depois para Baltimore (Maryland, leste), onde o futuro presidente tem previsto um discurso ao ar livre, devendo chegar a Washington apenas ao anoitecer.

A jornada de 220 quilómetros - que será marcada por diversas paradas para discursos e passagens lentas para que as pessoas possam acenar para a família Obama - é o início oficial para um fim-de-semana de festas, concertos e espectáculos para celebrar a posse.

Obama somou um grande reforço esta semana quando os democratas no Parlamento anunciaram um orçamento de estímulo económico no valor de 825 biliões de dólares, o que atende às medidas que o presidente eleito havia solicitado.

Ainda na quinta-feira, o Senado votou para dar a Obama autoridade para gastar os 350 bilhões de dólares remanescentes de um fundo industrial financeiro de 700 bilhões de dólares criado em outubro.

in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1073396

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MUITO INTERESSANTE...

Muito interessante, mesmo...

1- Subject: Fw: APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISTO.....
Date: Sun, 14 Dec 2008 20:18:35 -0200

2-Em 17/01/2009 23:04, claudineia vedovatto escreveu:

3-Em sáb, 17/1/2009, Paulo Yochio Takezawa escreveu:
De: Paulo Yochio Takezawa
Assunto: APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISTO.....
Para: pay_tak@ibest.com.br
Data: Sábado, 17 de Janeiro de 2009, 9:41

4-Em 18/01/2009 23:04, paula escreveu:
De: paula
Assunto: APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER I STO.....
Para: Vários
Data: 18 de janeiro de 2009 02:00
Enviado por: bol.com.br

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISTO.....

Muito interessante mesmo, todas as palavras começam por "P"

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Por profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.

- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas... Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma'?

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PADRINHOS DE PORTUGAL

«Este projecto começou em Novembro de 2002, depois de ter estado dois meses a trabalhar como voluntária na Cidade da Beira, em Moçambique, junto de crianças extremamente carenciadas. A vontade de fazer algo mais e com uma maior continuidade, levou a que surgisse a ideia de montar um semi-internato no Alto da Manga, um bairro localizado no mato, acerca de quinze quilómetros da Cidade da Beira.

Comecei por pedir a ajuda de um padre e de uma freira locais, que se responsabilizaram desde logo pela gestão do projecto no terreno, e iniciei então a selecção de dez crianças oriundas de familias bastante desfavorecidas.

O projecto começou com 10 crianças e 10 padrinhos. Actualmente são 450.
»

Catarina Serra Lopes
padrinhosdeportugal@gmail.com

Com 85 euros trimestrais pode pagar as despesas de saúde, uma refeição diária, livros, cadernos, lápis, canetas, matricula, propinas e farda, a uma criança de Moçambique que dificilmente o poderá fazer sem a sua dádiva.

De forma a potenciar a Associação e a encetar novos projectos, complementares ao apoio às crianças, os Padrinhos de Portugal aceitam contribuições esporádicas de empresas e particulares, sem ser necessário um apadrinhamento permanente. Para efeitos fiscais é passado um recibo ao abrigo da lei do mecenato. Contribua através do NIB - Número de Identificação Bancária 0010 0000 24770110002 72

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PENSEM DUAS VEZES...

1-
«Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, é meter-se num monte de sarilhos»
Cardeal Patriarca de Lisboa deixou mensagem às jovens portuguesas


O Cardeal Patriarca de Lisboa surpreendeu na noite de terça-feira o auditório do Casino da Figueira da Foz ao advertir as jovens portuguesas para o «monte de sarilhos» de se casarem com muçulmanos.

Veja o vídeo

Falando na tertúlia «125 minutos com Fátima Campos Ferreira», que decorreu no Casino da Figueira da Foz, D. José Policarpo deixou um conselho às jovens portuguesas quanto a eventuais relações amorosas com muçulmanos, afirmando: «Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam».

Questionado por Fátima Campos Ferreira se não estava a ser intolerante perante a questão do casamento das jovens com muçulmanos, D. José Policarpo disse que não.

«Se eu sei que uma jovem europeia de formação cristã, a primeira vez que vai para o país deles é sujeita ao regime das mulheres muçulmanas, imagine-se lá», ripostou D. José Policarpo à jornalista e anfitriã da tertúlia, manifestando conhecer «casos dramáticos» que, no entanto, não especificou.

A Comunidade Islâmica em Portugal já revelou estar surpreendida com estas declarações, mas só vai reagir depois de ter mais esclarecimentos sobre a posição do Cardeal.

Para o jornalista Manuel Villas-Boas, especialista em assuntos religiosos, o Cardeal Patriarca «verbalizou aquilo que poderá ser também pensado pelos católicos portugueses e que não é costume verbalizar», o que tem riscos: «O cardeal entendeu exprimir-se dessa maneira. É uma opção que poderá ter alguns custos na relação mas as palavras poderão ser também a verdade da relação».

Os muçulmanos, salientou o jornalista, são de uma maneira geral simpáticos com a comunidade católica. «São um grupo de 40 mil que estão em Portugal marcados pelo regresso das colónias. Têm-se mostrado um grupo pacífico e simpático e não tem havido problemas», referiu.

Diálogo difícil

Na sua intervenção, o Cardeal Patriarca de Lisboa considerou «muito difícil» o diálogo com os muçulmanos em Portugal, observando que o diálogo serve para a comunidade muçulmana demarcar os seus espaços num país maioritariamente católico.

«Só é possível dialogar com quem quer dialogar, por exemplo com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil», disse D. José Policarpo durante a tertúlia.

Respondendo a uma pergunta da anfitriã sobre se o diálogo inter-religioso em Portugal tem estado bem acautelado, o Cardeal Patriarca sublinhou que, no caso da comunidade muçulmana, «estão-se a dar os primeiros passos».

«Mas é muito difícil porque eles não admitem sequer [encarar a crítica de que pensam] que a verdade deles é única e é toda», sustentou.

Sublinhou ainda que o diálogo serve para os muçulmanos, num país maioritariamente católico, «como fazem os lobos na floresta, demarcarem os seus espaços e terem os espaços que eu lhes respeito».

Mais tarde, quase no final de mais de duas horas de conversa e respondendo, na altura, a uma pergunta da assistência sobre a presença muçulmana na Europa, lembrou que a comunidade muçulmana de Lisboa representa cerca de 100 mil fiéis «centrados à volta de três grandes mesquita» e definindo as relações com o Patriarcado como «habitualmente boas e muito simpáticas».

«Somos muito ignorantes»

No entanto, e noutro registo, alertou para a necessidade de existir «respeito e conhecimento» sobre a religião muçulmana enquanto «primeira atitude fundamental» para o diálogo.

«Nós somos muito ignorantes, queremos dialogar com muçulmanos e não gastámos uma hora da nossa vida a perceber o que é que eles são. Quem é que em Portugal já leu o Alcorão?», inquiriu.

Leia sobre este tema:
Igreja «não tem nada contra» casamentos inter-religiosos
D. Jorge Ortiga pede apenas que essas uniões respeitem os «valores católicos» da família

«Relações exemplares» entre católicos e muçulmanos portugueses
Responsável pelo Diálogo Inter-Religioso do Patriarcado de Lisboa defende «prudência nos gestos de aproximação»

Cardeal deu «justo conselho de realismo»
Conferência Episcopal rejeita qualquer «discriminação ou menosprezo» pelo islamismo

Portuguesas devem ter cuidado com os muçulmanos?
Declarações de D. José Policarpo lançam debate

in http://diario.iol.pt/esta-e-boca/lisboa-muculmanos-cardeal-patriarca-religiao-djose-policarpo-fatima-campos-ferreira/1032061-4087.html

2-
Especialistas comentam declarações de Cardeal Patriarca de Lisboa
Hoje às 14:20


Contactados pela TSF, o professor António Dias Farinha e o teólogo Anselmo Borges consideram que as declarações de Dom José Policarpo têm uma justificação lógica, apesar das palavras que usou não serem as mais adequadas.

O Bispo de Coimbra, Albino Cleto diz que o conteúdo das declarações de Dom José Policarpo fazem sentido

António Dias Farinha admite que o diálogo religioso sempre foi difícil

Professor António Dias Farinha considera que a aproximação entre religiões nunca foi fácil

Teólogo Anselmo Borges concorda com declarações de Dom José Policarpo

Anselmo Borges refere que afirmações do Cardeal Patriarca de Lisboa não põem em causa diálogo inter-religioso

O professor António Dias Farinha, um especialista em estudos islâmicos, encontra uma justificação para o alerta que foi feito pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, sobretudo no que respeita a casamentos entre católicos e muçulmanos.

Na opinião do professor, Dom José Policarpo está a chamar a atenção para casos concretos que acabaram por revelar dificuldades de adaptação.

«O diálogo de caracter religioso sempre se verificou ser muito dificil ao longo dos séculos, na medida em que os argumentos de uns vão negar os dos outros. Há espaços de diálogo e de tolerância, agora há que notar que a fé de uns implica a rejeição dos outros», referiu o especialista.

Sobre as palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa a respeito das dificuldades no diálogo com a comunidade muçulmana em Portugal, o professor António Dias Farinha refere que essa aproximação nunca foi fácil.

«[Dom José Pplicarpo] está inquieto com os problemas que têm surgido ao nível familiar e social derivado de algumas situações de pessoas estrangeiras que vêm para solo nacional e têm dificuldades na adaptação. Repare-se que o mesmo problema não é frequente entre nacionais, por exemplo de pessoas portugueses na Guiné, em Moçambique onde muitas famílias se têm constituído sem problemas mencionados», sublinhou.

A TSF falou também com o teólogo e professor de Filosofia, Anselmo Borges, que admite que o Cardeal Patriarca de Lisboa não mediu bem as palavras mas considera que tem razão nos alertas que fez.

«Estou de acordo com o Cardeal, mas as palavras foram a quente. Aliás penso que eventualmente a maioria da população católica em Portugal estaria de acordo com o Cardeal de Lisboa»

Anselmo Borges sublinha ainda as dificuldades que existem no diálogo inter-religioso, apesar de acreditar que as declarações de Dom José Policarpo não serão um impedimento a essa aproximação.

«As declarações do Cardeal não põem de modo nenhum em questão o diálogo inter-religioso, mesmo com os muçulmanos. Da parte dos católicos há neste momento uma enorme abertura, que nem sempre houve, mas por parte dos muçulmanos em não vejo convites recíprocos»

Também o Bispo de Coimbra, Dom Albino Cleto, que estava perto do Cardeal Patriarca quando proferiu estas declarações algo polémicas, considera que os termos de Dom José Policarpo podem ter sido mal escolhidos, mas diz também que o conteúdo das declarações faz sentido.

Estas reacções surgiram depois das declarações de Dom José Policarpo que advertiu, na terça-feira, as jovens portuguesas de que o casamento com um muçulmano pode constituir «um monte de sarilhos».

O líder da comunidade muçulmana em Portugal ainda não se pronunciou sobre as palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa.

Contactado pela TSF, o sheik David Munir, imã da mesquita de Lisboa, fez saber que Abdul Vakil vai pedir esclarecimentos a Dom José Policarpo.

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Religião: Comunidade Islâmica "magoada" com palavras de Cardeal Patriarca de Lisboa
14 de Janeiro de 2009, 17:35

Lisboa, 14 Jan (Lusa) - A Comunidade Islâmica de Lisboa ficou "magoada" com as palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa que na terça-feira à noite advertiu as jovens portuguesas para o "monte de sarilhos" de se casarem com muçulmanos.

Num comunicado enviado hoje para a agência Lusa, o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Magid Vakil, lembrou as "relações fraternas e cordiais" e o "diálogo frutífero" que existe entre as duas religiões em Portugal, tendo ficado por isso surpreendido com as últimas declarações do Patriarca de Lisboa.

"Ficámos de alguma forma magoados com a escolha das palavras do senhor Patriarca de Lisboa, relativamente à nossa Comunidade e ao diálogo que temos procurado com todas as confissões religiosas e, em particular, com as religiões cristãs", lê-se no comunicado.

Para o presidente da Comunidade Islâmica, as palavras do Patriarca são lidas como "uma chamada de atenção para o necessário respeito pelas diferenças" religiosas e conhecimento das outras religiões, para que "qualquer relação seja estável e duradoura".

"O que não será necessariamente uma dificuldade quando estão em causa cidadãos do mesmo país que, embora professando religiões diferentes, partilham da mesma cultura e interagem na mesma sociedade", conclui Abdool Vakil.

No entanto, o presidente da Comunidade lamenta que em Portugal exista "ainda uma grande ignorância do outro em relação à religião islâmica".

Falando na tertúlia "125 minutos com Fátima Campos Ferreira", que decorreu no Casino da Figueira da Foz, D. José Policarpo deixou um conselho às jovens portuguesas quanto a eventuais relações amorosas com muçulmanos, afirmando: "Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam".

Questionado por Fátima Campos Ferreira se não estava a ser intolerante perante a questão do casamento das jovens com muçulmanos, D. José Policarpo disse que não.

"Se eu sei que uma jovem europeia de formação cristã, a primeira vez que vai para o país deles é sujeita ao regime das mulheres muçulmanas, imagine-se lá", ripostou D. José Policarpo à jornalista e anfitriã da tertúlia, manifestando conhecer "casos dramáticos" que, no entanto, não especificou.

Na sua intervenção, o Cardeal Patriarca de Lisboa considerou "muito difícil" o diálogo com os muçulmanos em Portugal, observando que o diálogo serve para a comunidade muçulmana demarcar os seus espaços num país maioritariamente católico.

"Só é possível dialogar com quem quer dialogar, por exemplo com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil", disse D. José Policarpo durante a tertúlia.

SIM/JLS.

Lusa/Fim

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in http://noticias.sapo.pt/

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Ler ainda
Declarações de José Policarpo noticiadas pela imprensa internacional
http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/844971.html
http://lei-e-ordem.blogspot.com/2009/01/as-declaraes-do-cardeal-patriarca.html
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356031
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356101

Ver vídeo http://diario.iol.pt/artmedia.html?id=1032061&pagina_actual=1&tipo=2&mul_id=13104895

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CRISTIANO RONALDO

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LINHA DO TUA

O Movimento Cívico pela Linha do Tua promoverá um debate público sobre a Linha do Tua, no Auditório Municipal Paulo Quintela, em Bragança, no dia 17 de Janeiro de 2009, às 14h (ver cartaz).

Convidamo-lo(a) a participar neste encontro sobre a Linha do Tua, numa altura em que o Estudo de Impacto Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz Tua se encontra em discussão pública.

Neste debate, subordinado a dois temas principais, "Linha e Vale do Tua - Perspectivas" e "Linha do Tua - Desenvolvimento Regional", e moderado pelo Dr. José Manuel Pavão, Presidente da Assembleia Municipal de Mirandela, estarão especialistas de várias áreas e apresentaremos alguns dos projectos e estudos realizados para a região, nos quais se demonstra existirem alternativas ao desaparecimento de uma das mais emblemáticas linhas de montanha da Europa, a Linha do Tua.

Apresentam-se em seguida algumas das individualidades convidadas, cuja presença foi já confirmada:

Prof. Doutor João Joanaz de Melo
Professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa
Dirigente do GEOTA

Prof. Doutor José Manuel Lopes Cordeiro
Professor Auxiliar da Universidade do Minho
Presidente da APPI - Associação Portuguesa para o Património Industrial e membro da Direcção do TICCIH - The Industrial Committee for the Conservation of the Industrial Heritage

Prof. Doutora Livia Madureira
Professora Auxiliar da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Investigadora do Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD)
Participou no Estudo de Impacto Ambiental do Projecto Hidroeléctrico de Foz Tua – Sócio-economia

Prof. Doutor Manuel Tão
Doutor em Economia de Transportes

Dra. Manuela Cunha
Assessora do Grupo Parlamentar Os Verdes e Dirigente do Partido Ecologista Os Verdes

Prof. Doutor Mendo Castro Henriques
Professor Auxiliar da Universidade Católica Portuguesa
Presidente da Direcção do Instituto da Democracia Portuguesa e Coordenador do projecto Tua Valley

Prof. Doutor Raimundo Delgado
Professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Coordenador do estudo da FEUP solicitado pela Comissão de Inquérito ao acidente de 22 de Agosto na Linha do Tua

Prof. Doutor Rui Cortes
Professor Catedrático da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Membro da Fundação Nova Cultura da Água

Arq. Paisagista Viviana Rodrigues
Arquitecta Paisagista, realizou estudo sobre "Contribuição para a interpretação da paisagem a partir da Linha do Tua"

Esperamos ainda a participação dos autarcas da região transmontana, bem como representantes das entidades culturais, politicas, educativas, turismo e outras. Em representação do Movimento Cívico pela Linha do Tua estarão, entre outros elementos, André Pires e Daniel Conde.

Local de realização do debate:
Auditório Municipal Paulo Quintela
Bragança

Agradecendo a confirmação da sua participação através do email linhadotua@gmail.com ou dos telefones 917048537/936600374 , subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos,

Movimento Cívico pela Linha do Tua
http://www.linhadotua.net/

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MARAVILHAS DA NATUREZA

Ecos da imprensa portuguesa: Sete Maravilhas da Natureza: Douro é única candidatura portuguesa que passou à fase 2.
O Douro de nossas raízes lusitanas, do Vinho do Porto magnífico, da vinha nas encostas banhadas pelo rio sinuoso que encanta, é hoje "falado" assim pela RTP-Notícias:

""Lisboa, 07 Jan (Lusa) - A Região Vinhateira do Douro passou à segunda fase da escolha das Novas Sete Maravilhas da Natureza, sendo a única candidatura portuguesa ao galardão, segundo um elemento da organização que propôs a candidatura.

A candidatura é uma das 261 que se mantêm na corrida, das 440 que foram votadas até hoje.

Portugal apresentou seis candidaturas: Arquipélago dos Açores, Berlengas e Ilhas Selvagens (na categoria de Ilhas), Parque Natural da Peneda Gerês (Parques e Reservas Naturais), Vale do Douro (Rios) e Ria de Aveiro (Paisagem Marítima).
- SMM, Lusa, 07/01/2009.

  • Portugal - Douro - Peso da Régua: Um álbum no Flickr - Aqui!

- In ForEver PEMBA - http://foreverpemba.blogspot.com

(Clique na imagem para ampliar - Imagem original daqui.)

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